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| Prom Night |
| Cultura | |||
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Donna (Brittany Snow) ao regressar um dia do cinema encontra o pai e o irmão mortos. Escondida debaixo da cama, Donna ainda vê o assassino no momento em que ele aniquila a mãe. Três anos depois, a jovem quase ultrapassou o choque daquela noite terrível e prepara-se para uma das noites mais importantes da sua vida, a prom night ou festa de finalistas. Donna é uma bela rapariga e tem um namorado a condizer, o desportivo Bobby (Scott Porter). Infelizmente, o homem que matou a família de Donna acaba de escapar da prisão. Na sua pegada está o detective Winn (Idris Elba), que é estúpido como uma porta e que assiste a uma sucessão de mortes sem perceber nada do que se passa mesmo nas suas barbas. Começa então uma sucessão de mortes, com facas, sangue e muitos gritos. Os espectadores vão poder divertir-se a contar as desculpas imbecis que os adolescentes arranjam para se passear sozinhos em corredores escuros ou mesmo nos sítios onde nem um soldado de elite se aventuraria. “Prom Night” até podia ter sido um bom remake. Mas o realizador parece não ter interesse em aproveitar os elementos mais interessantes. A cena inicial da morte da família da protagonista é totalmente esquecida durante o desenrolar do filme. Mas em “Prom Night” falta sobretudo mais sangue, falta mais violência, falta gore. Nunca pensei vir a escrever isto sobre um filme de terror, mas neste caso é absolutamente exacto. Os criadores deste filme foram muito comedidos, optaram por esconder as cenas mais violentas e por não despir muito as meninas, para conseguiram a classificação de aconselhável a maiores de 13 anos nos Estados Unidos. “Prom Night” é, por isso, um filme de terror que afinal só debita suspense e em que a história é um aspecto secundário.
Com um argumento tão fraco, torna-se difícil criticar o trabalho dos actores. A protagonista, Brittany Snow, é o único nome minimamente conhecido no elenco; participou em algumas séries televisivas e teve papéis menores no cinema. Ser protagonista em “Prom Night” não é um grande papel, sobretudo porque o argumento não lhe dá muito que fazer. Nem a beleza de Brittany Snow ou da macaense Ming-Na salvam o filme que é como um produto reciclado, muito cinzento.
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| Actualizado em ( Domingo, 29 Junho 2008 17:41 ) |
Para que a gente se entenda, o filme que a seguir se descreve é uma espécie de remake de um clássico do cinema de terror dos anos 80. A forma como esta crítica está elaborada, é capaz de estragar o fim do filme; ou seja, o elemento-surpresa desaparece se ler esta texto. Ficam os leitores avisados. Os que não quiserem correr o risco podem parar de ler aqui mesmo. Mas deixem-me só dizer que o custo de ler este texto é um investimento de tempo de cerca de 4 minutos, mas arriscam-se a poupar o preço do bilhete...







