|
Luxemburgo
|
|
Em entrevista ao BOMDIA durante o jantar de despedida que teve lugar este fim-de-semana, os três diplomatas que brevemente regressam a Lisboa deixam uma mensagem comum: vamos ter saudades.
O cônsul Carvalho Rosa diz claramente: "Vou-me embora com saudades (...) e poderei voltar mas apenas em visita", explica. O diplomata que ocupava o posto mais polémico por prestar um serviço diário e essencial para a comunidade diz ter consciência que ter feito "ao longo do mandato amigos
e inimigos, mas no cargo que exercia não poderia ser de outra forma pois nunca agradamos a todos".
Rui Martinot Correia parte convencido de que fez o seu trabalho. "Estive no Luxemburgo durante quase três anos e meio e levo na ideia de dever cumprido pois fiz dentro dos meios que estavam ao meu alcance o meu melhor. Martinot Correia explicou ainda a forma como agiu durante o seu mandato: "mesmo que a minha presença não fosse muito visível fazia trabalhos de bastidores". Recorde-se que desde a partida do embaixador Pessanha Viegas, Martinot Correia foi o encarregado de negócios da Embaixada.
A cara do Instituto Camões foi, nos últimos anos, Carlos Correia. Este diplomata esteve oito anos adido da embaixada e como responsável do Instituto. "Sempre dei o meu melhor para apoiar quem solicitava o nosso apoio", exlicou ao BOMDIA. "Parto com saudades porque fiz muitos amigos ao longo destes anos mas parto com sentimento de dever cumprido, desejando a quem venha ocupar o cargo que consiga este bom relacionamento com a grande comunidade portuguesa".
O encontro dos diplomatas com um vasto grupo de pessoas fez-se num jantar informal que decorreu na Casa das Bifanas, em Esch-sur-Alzette, e contou com a presença ddos dois deputados portugueses pela emigração Carlos Gonçalves e Paulo Pisco, o deputado Félix Braz, Cátia Gonçalves, diversos empresários lusos no Grão-Ducado, o padre Belmiro assim como representantes de todos os órgãos de informação de expressão portuguesa no Grão-Ducado.
Tudo correu como previsto pela organização liderada pelo colaborador do BOMDIA, Joaquim Pedreira. O jantar contou com fado e a primeira atuação pública das novas majorettes de Esch, uma nova iniciativa do Benfica da cidade do sul.
Foi feito ainda feita a entrega de um quadro do pintor Luís Cunha à Santa Casa da Misericórdia bem como o seu certificado e, em simultâneo, uma coleta de dons para ajudar a Santa Casa.
João Oliveira, dono da Casa das Bifanas, mostrou-se no final da festa orgulhoso por "ter recebido no meu restaurante os mais altos representantes do governo português no Luxemburgo".
[ Maratona ING sentiu a falta do melhor luxotuga ] [ Tem roupa velha que não usa? Então ajude quem precisa ] [ Porque é que toda a gente gosta do BOMDIA? (vídeo) ]
|
|
Actualizado em ( Domingo, 20 Maio 2012 12:51 )
|