O espanhol Fernando Alonso venceu o Grande Prémio de Espanha de Fórmula 1, quinta prova do campeonato do Mundo, no qual o brasileiro Felipe Massa deu também o terceiro lugar à Ferrari.
No circuito da Catalunha, em Montmeló, onde Alonso somou a segunda vitória da temporada e a 32.ª da sua carreira, depois de ganhar na China, a segunda posição foi para o finlandês Kimi Raikkonen (Lotus-Ranault).
Com este triunfo, Fernando Alonso ascendeu à terceira posição do Mundial e colocou-se a 13 pontos do líder, o alemão Sebastian Vettel (Red Bull), tricampeão do Mundo, que terminou a prova em quarto lugar.
Alonso, campeão do Mundo em 2005 e 2006, cumpriu as 66 voltas (307,764 km) em 1:39.16,596 horas e terminou com 9,338 segundos de vantagem sobre Raikkonen, tornando-se o quinto piloto em 22 edições deste grande prémio a conseguir vencer sem ter largado da "pole position".
O alemão Nico Rosberg (Mercedes), que partiu da primeira posição, terminou em sexto, atrás do australiano Mark Webber (Red Bull).
Mais de 80% dos veículos com seguro tinham mais de cinco anos em 2012, de acordo com dados do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), que denota um “aumento do envelhecimento” do parque automóvel português.
Do total de 6,66 milhões de veículo segurados que em 2012 existiam em Portugal, 80% tinham mais de cinco anos, sendo que cerca de cerca de 27% tinham entre cinco e 10 anos e 55% mais de 10 anos. Segundo o regulador do setor segurador, isto significa que "começa a evidenciar-se um aumento no envelhecimento" do parque automóvel.
Quanto aos 6,66 milhões de veículos seguros que existiam o ano passado, em Portugal, estes eram mais cerca de mais 37 mil do que os existentes em 2011 (mais 0,6%).
Os veículos ligeiros são a maior parte dos veículos segurados em Portugal, mais de 70%, tendo existido neste segmento um aumento de 24 mil ou 0,5% entre 2011 e 2012.
O litoral do país continua a ter a maior concentração de seguros automóvel, sobretudo os distritos de Lisboa (20,5%) e Porto (14,9%).
O piloto português Tiago Monteiro (Honda) conseguiu domingo o primeiro pódio da época no Mundial de Carros de Turismo (WTCC), ao terminar na segunda posição a primeira corrida da terceira jornada da competição.
Na Eslováquia, Tiago Monteiro terminou a primeira corrida atrás de Gabriele Tarquini, e à frente de Nobert Michelisz, terceiro classificado.
Na segunda prova, Tiago Monteiro saiu da nona posição devido à inversão da grelha, acabando por terminar no quinto posto.
“No cômputo geral não podia estar mais satisfeito. Foi um fim de semana excelente para mim, para a equipa e para a Honda. Somámos muitos pontos e isso foi excelente em termos de Campeonato”, disse o piloto, citado pela sua assessoria de imprensa.
Tiago Monteiro, que soma agora 32 pontos e é oitavo classificado do WTCC, admitiu que poderia ter atacado mais na primeira corrida, para a qual saiu da primeira linha da grelha, ao lado de Gabriele Tarquini.
"Podia ter atacado mais, mas seria difícil ultrapassar o Gabriele, uma vez que estávamos com o mesmo andamento. O Norbert estava a pressionar-me mas optei estrategicamente por não desgastar muito os pneus e controlar o seu andamento. O ano passado houve vários rebentamentos de pneus perto do final das corridas e não quis correr esse risco. O primeiro pódio da época com a Honda tem um sabor especial", referiu.
A próxima etapa do WTCC disputa-se no próximo fim de semana, em Budapeste, na Hungria.
O checo Jan Kopecky manteve a liderança e venceu a 48.ª edição do Sata Rallye Açores, seguido do irlandês Craig Breen e de Ricardo Moura, que recuperou o título de melhor português em prova, ao superar Bruno Magalhães.
Jan Kopecky fez as 17 classificativas (duas foram canceladas) em 2.26.32,2 horas, menos 32,2 segundos do que Craig Breen e 58,8 em relação a Ricardo Moura, que foi o melhor português e subiu pela primeira vez ao pódio da prova pontuável para o Europeu.
Bruno Magalhães caiu hoje para lugar de segundo melhor português, na quarta posição da geral, atrás do bi-campeão nacional, a 2.37,6 minutos do primeiro classificado.
O francês Jerémi Ancian subiu do sexto para o quinto lugar e terminou a prova a 3.27,4 minutos do vencedor, à frente de Robert Kubica que terminou o primeiro dia do rali na primeira posição e que hoje conseguiu recuperar duas, subindo a sexto.
O italiano Alessandro Bruscheta, que terminou a 14.57,4 minutos de Jan Kopecky, o jovem açoriano Luís Miguel Rego, o checo Antonin Tlustak e o italiano Marco Tempestini encerraram o lote dos 10 primeiros classificados.
As únicas participantes femininas em prova acabaram por capotar na segunda passagem pela classificativa Graminhais e não conseguiram terminar o Sata Rallye Açores, assim como Bernardo sousa, Jean Michel Raoux, Hannes Danzinger e Diogo Gago, que também sofreram despistes ao longo do dia.
O presidente do Grupo Desportivo Comercial, que organiza o rali dos Açores, disse hoje que a greve na SATA "prejudicou em primeiro lugar" a região e "em particular" a prova, garantindo que houve cancelamentos de reservas do mundo inteiro.
"Este ano fizemos uma operação de promoção junto de todos os países que têm emissão de turistas para os Açores, nomeadamente Holanda, Alemanha, Itália, França, Luxemburgo, Bélgica, Polónia, Canadá e EUA, e foi tudo cancelado porque como se sabe só há um voo diário [durante a greve] que não tem capacidade para trazer todos esses turistas aos Açores", afirmou.
Francisco Coelho, que falava em Ponta Delgada, no final de uma audiência com o presidente do Governo Regional, realçou que "os Açores ficaram a perder", mas apesar de tudo considera ser "uma batalha ganha" ter-se conseguido fazer chegar à região "a organização direta do Eurosport, bem como a FIA [Federação Internacional do Automóvel]".
O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, admitiu o impacto da greve no evento desportivo mas considerou que a administração da SATA, o seu executivo e a organização do Sata Rallye Açores têm conseguido ultrapassar com sucesso "os desafios" colocados pela greve na companhia aérea.
"Do ponto de vista da SATA, de vários departamentos do Governo e desde logo daquele que é o esforço e o trabalho do Grupo Desportivo Comercial, nós temos feito tudo para ultrapassar estes desafios que estão a ser colocados aos Açores, que estão a ser colocados a esta prova e por aquilo que tive oportunidade de constatar julgo que temos conseguido ultrapassar com sucesso", afirmou.
Vasco Cordeiro assumiu que o apoio de 800 mil euros que o executivo disponibilizou para a realização do rali se justifica com o retorno que existe através "do aparato mediático que rodeia a prova com a transmissão para todo o mundo".
"Estamos a falar de um investimento com um elevadíssimo retorno no que tem a ver, desde logo, com a projeção mediática dos Açores no exterior. E é por aí que se justifica esse apoio do Governo no sentido de tornar cada vez mais conhecidas as nossas ilhas, a nossa Região e aquilo que temos para oferecer", disse.
A 48.ª edição do Sata Rallye Açores 2013 realiza-se entre quinta-feira e o próximo sábado, na ilha de São Miguel.
A greva na SATA foi convocada por cinco sindicatos para 23, 24 e 25 de abril e para 02, 03 e 04 de maio.
O piloto alemão Sebastian Vettel (Red Bull) venceu o Grande Prémio do Bahrein em Fórmula 1, alargando a sua vantagem na liderança do Campeonato do Mundo.
O tricampeão mundial em título, que completou as 57 voltas ao circuito em 1:36.00,498 horas, superou os dois carros da equipa Lotus, pilotados pelo finlandês Kimi Raikkonnen, segundo a 9,111 segundos, e pelo francês Romain Grosjean, terceiro a 19,507.
No quarto posto terminou o britânico Paul di Resta (Force India), o quinto foi para o britânico Lewis Hamilton (Mercedes), o sexto para o mexicano Sergio Perez (McLaren), o sétimo para o australiano Mark Webber (Red Bull) e o oitavo para o espanhol Fernando Alonso (Ferrari).
Foi há quase duas décadas que a Toyota lançou o primeiro veículo chamado RAV. Na altura tratava-se de um conceito revolucionário. A marca japonesa dizia que RAV era a abreviatura de Recreational Active Vehicle, um seja, aquilo que acabou por se chamar SUV (Sport utility vehicle) porque toda a gente tentou arranjar uma alternativa ao nome inventado pela Toyota.
O êxito do RAV foi tal que uma revista séria como The Economist incluiu o primeiro modelo numa lista de objetos considerados símbolos da sua época, junto à caneta Montblanc ou um saco Vuitton.
19 anos depois o pequeno RAV, que era considerado sobretudo um carro feminino, mudou radicalmente. Agora o Toyota RAV4 é um veículo adulto, macho e compelto. A versão 2013 integra o segmento dos SUV que incluem modelos como Mitsubishi ASX, Nissan Qashqai, Citroen C4 Aircross, na parte inferior, BMW X3, Mercedes GLK e Range Rover Evoque, na parte superior, ou seja, SUV compactos e médios.
Este é um dos segmentos mais concorridos do mercado automóvel, o que torna a tarefa do novo Toyota bastante difícil.
Para se bater nesta guerra sem quartel, a Toyota conta com a qualidade e a robustez, mas também com um "look" melhorado tanto por fora como por dentro. A nova grelha, que a marca nipónica está a integrar em todos os seus modelos, torna o carro mais agressivo. O aspeto masculino é confirmado pelas linhas laterais vincadas que se estendem até aos faróis traseiros.
Mas o que mais impressiona nesta nova tirada do RAV4 é o tamanho. O carro está muito maior, passando claramente para uma categoria que nada tem a ver com as suas origens. O RAV4 entra assim quase em competição com o seu irmão mais velho, o Land Cruiser. É claro que não se espera de um SUV prestações de um veículo que deu provas em "off-road" como poucos, mas - muitas vezes - fica-se com a impressão de estar ao volante do Land.
Apesar de ser maior, o RAV4 2013 é ágil e os motores 2.0 e 2.2 chegam para enfrentar todas as situações difíceis. Se o condutor for do tipo mais nervoso, aconselha-se o 2.2 a gasóleo que debita 150 cavalos. A única versão gasolina é um motor de 2 litros que oferece 150 cavalos.
Os interiores são muito melhores que em modelos anteriores (a qualidade percebida dos Toyota tem melhorado muito), embora haja elementos que continuam a enervar, como o indicador de "airbag" que não se enquadra no painel de instrumentos, ou a estranah colocação do botão de "start".
O Toyota RAV4 tem uma versão de duas rodas motrizes que já começa a 25.000 euros. Para comprar o 4x4 bastam 30.000. Vá já testá-lo à garagem Toyota By Lentz, em Foetz.
O francês Sébastien Ogier (Volkswagen) venceu este domingo pela terceira vez o Rali de Portugal, ao cumprir as 15 provas especiais de classificação com o tempo de 4:07.38,7 horas, cimentando a sua liderança no mundial da especialidade.
Ogier, que triunfou na prova lusa em 2010 e 2011, venceu ainda a 15.ª e última prova especial de classificação (Almodovar 2), que também servia como "powerstage", pelo que, aos 25 pontos da vitória no rali, vai somar ainda mais três por ter triunfado neste troço, totalizando agora 102 pontos, mais 50 do que o finlandês Mikko Hirvonen (Citroen), segundo no rali e também no mundial.
Na terceira posição do rali terminou o finlandês Jari-Matti Latvala (Volkswagen).
Este é o palmarés desde 1967:
1967: Carpinteiro Albino/Silva Ferreira, Por (Renault)
1968: Tony Fall/Ron Crellin, Ing (Lancia)
1969: Francisco Romãozinho/João Canas Mendes "Jocames", Por (Citroen)
1970: Simo Lampinen/John Davenport, Sue/Ing (Lancia) - Pontuável Europeu de ralis
1971: Jean-Pierre Nicolas/Jean Todt, Fra (Renault)
O espanhol Fernando Alonso (Ferrari) venceu o Grande Prémio da China, terceira prova do campeonato do Mundo de fórmula 1, que continua a ser liderado pelo alemão Sebastian Vettel (Red Bull).
Alonso, que tinha saído da terceira posição, cumpriu as 56 voltas ao circuito de Xangai em 1:36.26,945 horas, menos 10,1 segundos do que o finlandês Kimi Raikonen (Lotus) e 12,3 do que o britânico Lewis Hamilton (Mercedes), enquanto Vettel foi quarto, a 12,5.
No Mundial de pilotos, Vettel continua a liderar, com 52 pontos, mais três do que Raikonen e mais nove do que Alonso.
O francês Sébastien Ogier (Volkswagen) esteve sábado claramente ao ataque e "cavou" uma vantagem confortável que lhe permite encarar com tranquilidade a terceira e última etapa do Rali de Portugal.
Depois de um arranque em que Dani Sordo (Citroen) deu sinais de que poderia vir a discutir a vitória, um despiste, ainda na primeira especial do dia, atirou o espanhol para fora da luta e abriu caminho à vitória do gaulês, que procura conquistar o "tri" em Portugal, depois dos triunfos em 2010 e 2011, então ao serviço da Citroen.
Com Sordo de fora e com o seu companheiro de equipa na Volkswagen, o finlandês Jari-Matti Latvala, na segunda posição, Ogier, que tem estado a recuperar de uma gripe, podia gerir a sua liderança, mas não foi essa a opção, tendo o gaulês atacado nas últimas quatro das seis provas especiais do dia, conquistando uma larga vantagem no final da etapa.
Enquanto não é esperada qualquer tentativa de ataque por parte de Latvala ao comando de Ogier, também muito dificilmente o finlandês Mikko Hirvonen, o "sobrevivente" da Citroen, terá argumentos para atacar, mesmo que seja apenas o segundo lugar do seu compatriota.
Hirvonen terá jogado ao longo do dia de hoje todas as suas opções para tentar contrariar o domínio da marca alemã, mas nunca andou ao mesmo nível, tendo mesmo esgotado o lote de pneus novos, pelo que no domingo só poderá correr com os usados, o que o obrigará a algumas poupanças, principalmente se tiver em conta de que duas das quatro especiais têm uma extensão de 52,30 quilómetros.
A dureza da prova também tem criado problemas aos portugueses, tendo hoje o azar "batido à porta" de Ricardo Moura, que abandonou com o chassis partido do Mitsubishi, e de Pedro Meireles, cujo Skoda partiu um braço da suspensão traseira.
O beneficiado foi, até ao momento, Miguel J. Barbosa (Mitsubishi), que ascendeu à posição de melhor português, mas Bruno Magalhães (Peugeot), que perdeu 10 minutos na primeira etapa, reentrou na corrida e promete lutar com Barbosa pela posição de melhor luso.
A terceira e última etapa vai ser disputada no domingo, sendo cumpridas quatro provas especiais de classificação, num total de 167,64 quilómetros cronometrados.
A última especial do dia (Almodovar 2), na distância de 52,30 quilómetros, é também cumprida em "powerstage", ou seja, os três primeiros recebem pontos extra para o Campeonato do Mundo, sendo atribuídos três pontos ao primeiro, dois ao segundo e um ao terceiro.
Os municípios do Algarve e do Alentejo, bem como as entidades regionais de turismo algarvias e alentejanas manifestaram a estranheza pela eventualidade de o Rali de Portugal mudar para o norte do país.
Em conferência de imprensa conjunta, os organismos manifestaram a sua estranheza com "algumas notícias" que davam conta de uma possível mudança do rali, tendo na ocasião sido mostrado um protocolo, assinado em janeiro de 2012, pela Associação de Municípios Loulé/Faro Automóvel Clube de Portugal (ACP) e o ACP Motorsport, em que está prevista a realização das provas em 2013, 2014 e 2015.
"O contrato foi assinado com base na confiança e na boa-fé. Lembro que o rali veio há sete anos para o Algarve, numa altura em que corria o risco de sair do mundial, como sucedeu, mas reconquistou o seu lugar, sendo hoje disputado em troços de competitividade elevada", disse Macário Correia, presidente da Câmara Municipal de Faro.
Por seu turno, o edil de Loulé, Seruca Emídio, frisou que, "apesar de ser o ACP a entidade organizadora, a componente fundamental do rali é o Turismo de Portugal".
"Uma decisão final passa muito pelo que o Turismo de Portugal entender que é o melhor para o país. Temos confiança de que a decisão será a continuidade e estamos aqui para mostrar a disponibilidade e vontade para continuarmos", acrescentou.
Desidério Silva, presidente do Turismo do Algarve, revelou, por outro lado, ter falado com os responsáveis do Turismo de Portugal e que lhe foi transmitido que não havia nenhuma decisão e que nada tinha mudado.
Depois de terem enumerado as razões para que o rali continue a ser disputado no sul do país, entre questões de segurança e também económicas, foi igualmente transmitido que, apesar de não terem recebido qualquer comunicação no sentido de uma futura mudança da prova, irão solicitar reuniões formais com o ACP, envolvendo ainda o Turismo de Portugal, para discutirem o assunto.
O francês Sébastien Ogier (Volkswagen) concluiu sexta-feira a primeira etapa do Rali de Portugal na liderança, posição que foi reforçada após a disputa da superespecial de Lisboa.
Numa especial destinada ao espetáculo e disputada junto ao Mosteiro dos Jerónimos, foram vários os motivos que levaram o muito público presente a dar por bem empregue o seu tempo, com os principais pilotos a lutarem até ao fim pela vitória no troço, enquanto alguns mais atrasados se evidenciaram por outros motivos, com vários toques e outras situações anómalas.
Destaque para Michal Kosciuszko, cujo capot do Mini se abriu depois do salto, numa altura em que ainda faltava cerca de metade da especial para cumprir. O piloto polaco realizou o resto do troço sempre com o capô aberto, arrancando bastantes aplausos por parte do público.
Na vertente competitiva, o finlandês Mikko Hirvonen (Citroen) deu finalmente sinal de que estava a competir, ao vencer a especial com o tempo de 2.53,6 minutos, mas foi apenas nove décimos de segundo mais rápido do que o francês Sébastien Ogier (Volkswagen), líder do mundial e que reforçou a sua vantagem no comando da prova, embora com apenas 4,4 segundos sobre o espanhol Dani Sordo (Citroen).
Enquanto Ogier foi confirmando ao longo do dia que é o principal candidato à vitória, Sordo rapidamente ganhou o estatuto de ser o piloto que poderá fazer frente ao gaulês, principalmente depois de ter vencido as terceira e quarta provas especiais de classificação.
Além de Sordo, o dia parecia que iria ser animado pelo norueguês Mads Ostberg, declarado vencedor da edição passada por desclassificação de Mikko Hirvonen.
O norueguês deu logo mostras na segunda prova especial de que vinha discutir a vitória, ao vencê-la e ao passar para a liderança, mas, na terceira especial, capotou com o seu Ford, hipotecando as aspirações no rali, que vai retomar no sábado, mas muito atrasado na classificação.
Entre o reduzido contingente luso, Ricardo Moura (Mitsubishi) assumiu logo no início a liderança, que não mais largou, embora, até final das classificativas da manhã, tenha sentido a oposição de Bruno Magalhães.
Um problema de bateria, provavelmente causado pelo alternador, segundo o piloto, obrigou-o a parar na ligação para Lisboa, hipotecando, em princípio, a luta pelo lugar de melhor português.
No sábado, cumpre-se a segunda etapa da prova, uma tirada com um total de 465,26 quilómetros, dos quais 158,54 cronometrados e divididos por seis provas especiais de classificação.
O presidente do Turismo do Algarve, Desidério Silva, afirmou a sua discordância com a transferência do Rali de Portugal para o norte de Portugal em 2014, garantindo que tudo fará para manter o evento na região.
Desidério Silva destacou “o retorno económico muito importante” que o rali de Portugal, prova pontuável para o Campeonato do Mundo (WRC), tem tido para o Algarve “nos últimos cinco anos” e defendeu as características que a região aportou à organização da prova para sustentar a sua continuidade no sul.
“O fator segurança, as acessibilidades e a logística da prova sempre foram consideradas como a parte mais importante do sucesso internacional do Rali. A disponibilidade do Turismo do Algarve e do Turismo de Portugal para a manter o Rali na região é unânime, face aos contactos já hoje mantidos com o presidente do Turismo de Portugal”, referiu Desidério Silva em comunicado, após tomar conhecimento da intenção através da comunicação social.
O presidente do Turismo do Algarve reiterou a disponibilidade para “concertar com os agentes locais, em particular com os municípios da região, a criação das condições para a continuação do rali no Algarve”, preservando assim “um fator de crescimento da economia regional e de criação de emprego” numa época do ano marcada pela sazonalidade, que o Governo e os atores regionais têm tentado combater para suster o desemprego.
“Neste contexto, enquanto presidente da direção do Turismo do Algarve, tudo farei junto da organização do Rali de Portugal e de outras entidades públicas e privadas para que o mesmo não saia da região e seja claramente um projeto para vários anos”, garantiu o dirigente do Turismo do Algarve, região do país com a maior taxa de desemprego e com forte dependência do setor turístico.
No domingo, o presidente do Automóvel Clube de Portugal, entidade organizadora da prova, confirmou um acordo com as câmaras do Porto e de Fafe para levar o rali de novo à região norte, que recebeu o evento pela última vez em 2001.
"Se chegarmos a acordo com as cinco câmaras que faltam, para o ano temos o rali no Porto. Não depende de nós, mas está tudo no bom caminho. Estamos muito confiantes", afirmou Carlos Barbosa no domingo, em declarações à agência Lusa, após o "WRC Fafe Rally Sprint", competição disputada em Fafe, a anteceder o início do Rali de Portugal, na quinta-feira, no Algarve.
O piloto português António Félix da Costa venceu este domingo a segunda corrida do World Series by Renault, disputada em Monza, estreando-se a vencer nesta prova.
Depois de ter ficado a zeros na corrida de sábado, devido a um furo num pneu, Félix da Costa liderou quase toda a segunda corrida.
O pódio ficou fechado com o segundo lugar de Kevin Magnussen e o terceiro de Stoffel Vandoorne.
O espanhol da Citroën Dani Sordo venceu sábado o "WRC Fafe Rally Sprint", batendo o norueguês da Ford Mads Ostberg na terceira passagem pelo troço da Lameirinha
Os dois pilotos ficaram separados por um segundo. Sordo, no Citroën DS3 WRC, registou 3.39,3 minutos, tirando cinco segundos ao tempo que fizera na segunda passagem.
O terceiro melhor foi o checo Martin Prokop, em Ford Fiesta WRC, a quase 10 segundos do vencedor. O quarto foi o norueguês da Volkswagen Andreas Mikkelsen, a 17 segundos de Dani Sordo.
Entre os portugueses, o melhor foi Pedro Meireles, em Skoda Fabia S2000, alcançando o sexto lugar da geral.
Ricardo Moura e Adruzilo Lopes foram os segundo e terceiro melhores entre os pilotos nacionais presentes no "WRC Fafe Rally Sprint".
Esta competição em Fafe, à qual assistiram muitos milhares de pessoas, marcou o arranque oficioso do rali de Portugal, quarta prova do mundial de ralis, a disputar entre 12 e 14 de abril.
O presidente do Automóvel Clube de Portugal disse que o regresso do Rali de Portugal ao norte do país, em 2014, "depende das câmaras", mas admitiu já haver acordo com o Porto e Fafe.
"Se chegarmos a acordo com as cinco câmaras que faltam, para o ano temos o rali no Porto. Não depende de nós, mas está tudo no bom caminho. Estamos muito confiantes", afirmou Carlos Barbosa, em declarações à Agência Lusa.
O dirigente falava após o "WRC Fafe Rally Sprint", que se disputou em Fafe este sábado (veja as fotos).
Segundo o presidente do ACP, o regresso da prova do mundial de ralis ao norte, onde não se disputa desde 2001, representará um custo adicional de meio milhão de euros.
"Se o Governo quiser, se o turismo quiser e se as câmaras nos ajudarem estaremos cá em cima", acrescentou.
Se for confirmado o regresso ao norte, o presidente da entidade organizativa do Rali de Portugal promete uma etapa na zona de Fafe, com várias classificativas, outra na zona de Arganil e a classificativa espetáculo, no centro do Porto.
Carlos Barbosa disse que no "WRC Fafe Rally Sprint" estiveram hoje 120.000 pessoas, mais 20.000 do que em 2012.
"É uma loucura num percurso de seis quilómetros. Correu muito bem, o público esteve excecional", comentou, agradecendo o apoio da Câmara de Fafe.
A segunda edição do "WRC Fafe Rally Sprint" disputou-se hoje no troço em terra da Lameirinha, antiga classificativa do Rali de Portugal.
O vencedor da prova foi o espanhol Dani Sordo, num Citroën DS3 WRC.
Foram muitas as vezes que Adruzilo Lopes deu espectáculo na especial de Fafe/Lameirinha. O vibrar de um público especial que enche por completo as encostas em torno da classificativa, é impossível de esquecer, fazendo com que este seja um palco onde se deseja sempre regressar.
Adruzilo Lopes coleccionou diversos títulos nacionais e deixou uma imagem muito positiva perante o público entusiasta pelo desporto automóvel. Para o piloto de Regilde, os ralis estão-lhe no sangue, e um regresso perante milhares de aficionados, é sempre um desafio demasiado valioso.
Ao volante do Subaru Impreza da ARC Sport, Adruzilo Lopes conta com Vasco Ferreira como navegador e com o imprescindível apoio da casa de Aguiar da Beira. Adruzilo regressa este fim-de-semana à especial de Fafe que abre as hostilidades para o rali de Portugal.
“É sempre bom estar presente num evento desta grandeza. O nosso grande objectivo é proporcionar um bom espectáculo para um público que merece e que sempre nos soube apoiar. Claro que é sempre um prazer percorrer estes quilómetros da especial de Fafe/Lameirinha e sentir de novo as emoções de
estar por dentro de um desporto que me apaixona”, declarou Adruzilo Lopes.
Um nome ímpar nos ralis nacionais, volta a competir no próximo sábado num troço pelo qual mantém especial carinho, embora desta vez sem pressões de resultados, apenas pelo prazer de poder conduzir e proporcionar um bom espectáculo.
Maior, mais económico, mais dinâmico e com materiais de qualidade melhorada - eis o novo Toyota Auris que já está à venda. A apresentação europeia do novo Toyota foi feita nas estradas portuguesas, mais propriamente em Lisboa e Cascais.
Os mais recentes elementos que definem o estilo da marca japonesa - frente mergulhante, faróis rasgados incorporados na grelha, perfil esguio, traseira esculpida, com o spoiler integrado na tampa da bagageira - são imediatamente notados mas o que mais chama a atenção é a pose mais colada à estrada.
O estilo é radicalmente diferente, com abundante inspiração no Yaris. O resultado final é muito bem conseguido, com um justo equilíbrio entre linhas retas e formas arredondadas, uma frente afilada e agressiva e uma traseira limpa com os farolins bem trabalhados, encimados por um óculo traseiro pequeno e um spoiler integrado no portão traseiro e na forma da carroçaria.
Embora 30 milímetros mais comprida, a carroçaria é 55 milímetros mais baixa e, sobretudo, a altura ao solo foi reduzida em 10 milímetros. O resultado é uma aparência mais dinâmica, como era objetivo da marca japonesa.
O Toyota Auris híbrido pode ser escolhido com trêss níveis de equipamento: Comfort, Lounge e Premium. Ambos são muito generosos no equipamento de série, mas há opções originais tais como o teto panorâmico (Skyview) que segundo a Toyota é o maior teto em vidro montado num automóvel.
O Auris híbrido é uma boa opção para quem procura um automóvel com boas prestações mas que em circuito urbano consome pouco e, sobretudo, não polui pois é possível andar bastante com propulsão elétrica. O motor 1.8 é suficiente para um comportamento agradável e respostas suficientemente rápidas. O carro é também muito bem isolado e permite um excelente conforto sonoro.
E já pode comprar um Toyota Auris híbrido a partir de 24.550 euros na garagem parceira do BOMDIA, Toyota ByLentz, em Foetz.
O piloto português Álvaro Parente iniciou da melhor forma a parceira com o francês nove vezes campeão mundial de ralis, Sébastien Loeb, ao vencerem a corrida de qualificação da ronda de Nogaro do FIA GT Series.
De acordo com a assessoria de imprensa de Álvaro Parente, o piloto português disputou o primeiro turno da prova, disputada no circuito Paul Armagnac, em Nogaro, no qual arrancou da segunda posição – depois de um dos concorrentes que se qualificara à sua frente ter sido penalizado –, mantendo o seu lugar na partida e lançando-se na perseguição ao líder.
O McLaren MP4-12C GT3 esteve sempre no encalce do comandante, tentando de todas as formas suplantá-lo, mas o piloto do Audi defendeu-se bem, repelindo todas as investidas de Álvaro Parente, que tentou levar René Rast ao erro até nos locais menos improváveis.
Acabou por ser Sébastien Loeb a ultrapassar o Audi R8, ao suplantar Nikolas Mayr-Melnhof a seis minutos da bandeirada de chegada, assumindo definitivamente o primeiro lugar.
“Foi um turno complicado, dado que estive no encalço do Rast até às paragens, o que sobreaqueceu o carro em geral e os pneus dianteiros. Coloquei-lhe muita pressão, mas ele é muito inteligente e defendeu a sua posição muito bem. No entanto, o Séb fez um `stint´ muito bom e ultrapassou o Nikolas, o que nos permitiu alcançar a nossa primeira vitória da temporada", declarou à sua assessoria o piloto luso.
Álvaro Parente acrescentou, no entanto, que o que interessa é a prova de domingo, na qual a dupla luso-francesa vai largar da primeira posição, tendo o corredor português alertado para o facto de a chuva podeer vir a complicar.
A vitória na corrida de qualificação de hoje permitiu a Parente e a Loeb somarem o primeiro ponto cada no campeonato.
O campeonato conta ainda com a participação de uma equipa portuguesa, que compete na segunda categoria do campeonato, o Pro-Am, tendo hoje Carlos Vieira e César Campaniço sido terceiros na classe e quintos na geral.
A Jaguar acaba de revelar no Salão Automóvel de Nova Iorque o XKR-S GT, uma edição limitada a 30 unidades para a América do Norte. O XKR-S GT será a versão mais exclusiva de produção da Jaguar dos últimos 25 anos.
O XKR-S GT pretende ser uma versão do XKR-S voltada para a pista. A potência vem do mesmo motor 5.0 V8 supercharged de 543cv da versão padrão do XKR-S, mas o GT recebe um kit de carroçaria de "performance", com rodas mais largas, travões maiores e suspensão ajustável.
As principais alterações em relação ao XKR-S incluem um kit de carroçaria em fibra de carbono com um "splitter" dianteiro, "fins" aerodinâmicos, arcos das rodas maiores, uma asa traseira maior e um difusor traseiro. A saia dianteira é feita de alumínio. Todas as mudanças na carroçaria produzem um total de 145 kg de "downforce". O capô recebe grelhas para melhorar o arrefecimento do motor. O carro está montado sobre jantes mais largas de 20 polegadas.
O XKR-S GT estará disponível apenas em Polaris White (branco) com um interior de carvão vegetal com detalhes em vermelho. O carro recebe bancos com 16 posições reguláveis revestidos a camurça falsa, a mesma que cobre o teto e o volante.