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Portugal
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O défice orçamental das administrações públicas atingiu os 2.548 milhões de euros até abril, um aumento de 1.148 milhões de euros só em abril e mais 600 milhões que o verificado nos primeiros quatro meses de 2012.
De acordo com a síntese de execução orçamental divulgada pela Direção-Geral do Orçamento, o valor do défice que conta para os critérios estabelecidos pela ‘troika’ (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) ter-se-á situado em 2.407 milhões de euros até ao final de abril, um valor que, segundo disse hoje o ministro das Finanças, estará 300 milhões abaixo do previsto.
Comparando com o valor apurado segundos os mesmos critérios (os da ‘troika’) para o final de março, o défice deu um salto superior a mil milhões de euros em apenas um mês.
O próximo limite trimestral a cumprir é o de fim de junho (segundo trimestre), com o défice a não poder exceder os 4.500 milhões de euros. Estes limites já estão revistos e alinhados com a meta do défice menos rígida acordada com a ‘troika’ para a totalidade do ano, que passou de 5% para 5,5% do PIB.
Em abril foi conhecida a decisão do Tribunal Constitucional relativa a quatro normas do Orçamento, cuja inconstitucionalidade obrigou o Governo a apertar o cinto aos serviços e a encontrar medidas para tapar um desvio de 1.326 milhões de euros nas contas do próprio Ministério das Finanças.
A evolução registada em abril é explicada pelo Ministério liderado por Vítor Gaspar com o aumento de despesa que resulta da reposição do pagamento do décimo terceiro mês, que teve impacto nas pensões e abonos da Caixa Geral de Aposentação e da Segurança Social, tal como as despesas com pessoal, e ainda o aumento dos gastos com subsídio de desemprego e apoio ao emprego.
O agravamento do défice acontece apesar de os impostos diretos terem aumentado 17,9% nos primeiros quatro meses de 2013 face a igual período do ano passado, num ano em que entrou em prática o “enorme” aumento de impostos, como lhe chamou o ministro das Finanças, que têm um impacto especial no IRS.
A totalidade das receitas fiscais cresceu 3,9% no acumulado dos quatro primeiros meses de 2013 face ao mesmo período do ano passado.
[ Governo acredita na agricultura para aumentar exportações ] [ Combate ao branqueamento e evasão fiscal a nível europeu? ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Quinta, 23 Maio 2013 22:50 ) |
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Portugal
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A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, mostrou-se convicta de que a indústria agroalimentar vai conseguir chegar aos mil milhões de euros de exportações, meta não alcançada em 2012 por "fatores externos".
"Se foram 920 milhões de euros ou mil milhões de euros, o que me interessa é que o objetivo só não foi alcançado por fatores externos e estou convicta de que essa barreira será ultrapassada este ano com o esforço de todos", afirmou Assunção Cristas.
A ministra do Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território falava durante o encerramento do I Congresso Internacional de Frutas, Legumes e Flores, onde lembrou a importância de mostrar internacionalmente a qualidade dos produtos portugueses.
"Somos um país produtor de bons produtos, de produtos de qualidade e o Governo está empenhado em mostrar os nossos produtos internacionalmente", disse.
Assunção Cristas sublinhou, contudo, que o mercado do setor agroalimentar "tem de crescer".
"O caminho vai-se fazendo, mas queremos crescer em produção, eliminar o nosso défice agroalimentar e precisamos de trabalhar no nosso mercado interno", sustentou.
O presidente da empresa promotora do setor Portugal Fresh, Manuel Évora, que presidiu também ao encerramento do congresso por si organizado, lembrou a ministra que os agricultores "esperam sempre mais".
"Reconhecemos o seu esforço e do Ministério, mas já sabe senhora inistra, os agricultores esperam sempre mais", afirmou.
Sobre a meta dos mil milhões de euros de exportação que não foi atingida no setor, Manuel Évora frisou que os últimos quatro meses de 2012 foram "um calvário".
No entanto, lembrou que nos últimos dois anos o setor tem conseguido aumentar a sua exportação em 20%, um número de "orgulho".
Manuel Évora sublinhou ainda o facto de a indústria agroalimentar representar 36% do emprego do setor agrícola.
"Temos muita mão-de-obra e muito diferenciada. Neste setor existe um elevado profissionalismo dos nossos produtores", concluiu.
[ Empresa portuguesa quer criar o melhor software de talentos de futebol ] [ Viagem numa motorizada Macal promove concelhos da Alta Estremadura ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Quinta, 23 Maio 2013 22:48 ) |
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Portugal
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O Tribunal de Póvoa de Lanhoso condenou hoje a 3 anos e 4 meses de prisão, com pena suspensa, uma mulher acusada de burlar um homem em mais de 120 mil euros em troca de falsas promessas de amor.
A suspensão da pena fica sujeita ao pagamento de 40 mil euros ao arguido, em quatro prestações semestrais.
O tribunal deu como provado que o valor da burla ascendeu a pelo menos 79.709 mil euros em depósitos bancários, além de um montante "não concretamente apurado" em numerário.
No entanto, decidiu fixar a indemnização em 40 mil euros, atingindo que aquele é o montante "razoável" face à situação socioeconómica da arguida.
A arguida teve um salão de massagens em Paredes mas atualmente está desempregada, vive com uma amiga e não declara rendimentos desde, pelo menos, 2008.
O queixoso tem 57 anos e é ex-emigrante na Suíça, onde trabalhou na construção civil.
Conheceu a arguida, sete anos mais nova, através de uma agência matrimonial.
Por entre falsas promessas de amor e de uma vida a dois, a arguida disse ao queixoso que tratava de idosos e que estes lhe iriam deixar uma grande herança, mas que para isso precisava de ajuda para pagar os impostos que estavam em atraso e para pagar dívidas suas relativas a execuções.
Nas semanas seguintes, iniciaram uma relação de namoro, sendo que em todos os encontros a mulher lhe pedia quantias em dinheiro, uma situação que se manteve até setembro de 2012, quando a polícia a deteve em flagrante, na sequência de queixa apresentada pelo homem.
O queixoso já lhe tinha entregado todas as suas poupanças e esvaziado os 43 mil euros que tinha numa conta de que era cotitular com o filho.
Também já tinha pedido dinheiro emprestado a familiares e a amigos.
No total, e segundo a acusação, foram mais de 120 mil euros que "voaram" para as mãos da arguida, que entretanto até comprou um carro com o dinheiro que o "namorado" lhe ia dando.
Hoje, o tribunal decidiu dar este carro como perdido em favor do Estado, uma decisão de que a advogada do queixoso vai recorrer, considerando que a viatura lhe deveria ser entregue.
A advogada vai ainda avançar com uma ação cível para o homem ser ressarcido da diferença entre a condenação hoje fixada e o valor total da burla.
A arguida não compareceu à leitura da sentença, por alegado problema de saúde.
[ dinismoura: Um poeta português do Luxemburgo ] [ O crime que está a chocar a Inglaterra ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Quinta, 23 Maio 2013 17:57 ) |
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Portugal
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Portugal já deu ao mundo do futebol José Mourinho e Cristiano Ronaldo, e agora a empresa de software portuguesa F3M quer criar o melhor software de gestão de talentos no futebol (‘scouting’) do mundo.
Tendo Portugal “o melhor treinador de futebol do mundo [José Mourinho], um dos dois melhores jogadores de futebol do mundo [Cristiano Ronaldo], o melhor árbitro do mundo [Jorge Proença] e uma das cinco melhores escolas de futebol de formação do mundo [Sporting Clube de Portugal], a F3M quer afirmar o Talent Spy como a ferramenta de ‘scouting’ mais utilizada em todo o mundo”, disse à Lusa João Almeida, gestor de negócios internacionais da empresa.
Segundo Almeida, um dos modelos de expansão internacional “muito mais global” que a F3M está a lançar este ano tem a ver com uma plataforma para a área do ‘scouting’ desportivo, vocacionado nesta fase para o futebol.
“Este software, denominado Talent Spy, está em fase de lançamento e tem quatro países alvo neste momento (Portugal, Inglaterra, Alemanha e Brasil) e outros 17, numa segunda fase, em 2014, entre os quais a Espanha, França, Holanda, China, Estados Unidos, Argentina e a África do Sul)”, explicou.
Este tipo de internacionalização assenta num modelo completamente diferente, pois não implica a presença local da F3M e a abertura de empresas nos países de destino, caso de Angola e de Moçambique.
“É um projeto absolutamente inovador em função do mercado alvo e que se destina a democratizar o ‘scouting’ [captação de talentos jovens no futebol, sua gestão e o seu acompanhamento] a nível mundial, junto dos scouts [treinadores, olheiros, agentes do futebol e todos os que trabalham nesta área], além dos clubes e agências de pequena, média e grande dimensão”, sublinhou.
A plataforma funcionará totalmente na Internet, através de um sistema “cloud” e num modelo de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês).
Trata-se do primeiro produto de uma linha de software para o desporto que a F3M vai lançar nos próximos anos, tendo as primeiras reações ao seu lançamento tido uma "excelente resposta", disse à Lusa o gestor.
"Neste momento há contactos em Inglaterra, Irlanda, Escócia, Brasil, Ucrânia e no Qatar", adiantou.
[ Lusitanos de Créteil festejam chegada à segunda liga ] [ Hóquei no gelo para provar integração dos lusocanadianos ] [ Amnistia denuncia: Brasil faz despejos forçados ]
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| Actualizado em ( Quinta, 23 Maio 2013 09:34 ) |
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Portugal
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Bruno Gaspar, licenciado em História de Arte e natural da aldeia de Torrinhas, Batalha, está a percorrer, em cima de uma motorizada Macal, os concelhos da Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura com vista à sua promoção turística.
Montado na sua Macal, motor Casal, de 1975, Bruno Gaspar faz-se à estrada todas as semanas à descoberta das maravilhas da região. Procissão dos caracóis, pescar no mar, matança do porco ou conhecer filhos da terra são algumas das atividades registadas por si, num projeto a que deu o nome de “Viagens pelas estradas de Portugal”.
O envolvimento no Cinantrop - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, despertou o interesse de Bruno Gaspar para conhecer melhor as tradições e culturas do país. "Decidi abordar, numa perspetiva artística, tudo o que as aldeias têm, para que possa compreender melhor a sua identidade", explicou à agência Lusa.
Começou por desenhar algumas pessoas com quem se ia cruzando nas aldeias por onde passava. "Eu próprio vivo numa aldeia e começo a perceber que existem uma série de tradições e hábitos que correm o risco de cair no esquecimento. Portanto, percebi que havia material para desenvolver um projeto mais sério sobre estes temas".
Com isto, a partir de uma motorizada Macal, "que é símbolo máximo de ‘portuguesismo’, na sua identidade mais de província", iniciou uma série de viagens e entrevistas com os filhos da terra.
"Descubro histórias de vida fabulosas. Pessoas com 30 anos, mas que têm 100 anos de vida, porque começaram a trabalhar desde os 14 anos em determinado ofício e têm muito para contar; paisagens muito bonitas; locais que vou descobrindo e redescobrindo", relatou Bruno Gaspar, que pretende mostrar aos turistas que "vale a pena fazer uma viagem a esta região, nem que seja apenas para desfrutar de uma paisagem".
O seu projeto despertou o interesse da ADAE, que pediu a Bruno Gaspar que realizasse cinco episódios - um para cada concelho (Batalha, Leiria, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de Mós) - de forma a apresentar em DVD uma espécie de roteiro, com locais a visitar, comer e dormir.
"Como já estava envolvido de alguma forma no cinema, juntei uma equipa de realizadores de cinema (Bruno Carnide, Álvaro Romão e Ricardo Portela) e surgiu a hipótese de poder potenciar o projeto mais numa perspetiva de usar este material como produto de promoção turística da nossa região", adiantou Bruno Gaspar.
A Macal tem um sentimento especial para Bruno Gaspar. "Foi-me oferecida por um tio da minha mãe, com mais de 80 anos, que vivia a mais de 30 quilómetros da minha casa. Um dia, foi lá entregar a mota e decidiu ir a pé para casa, apesar da insistência da minha mãe em levá-lo. Um homem cheio de saúde, que tem uma morte disparatada: morreu engasgado com um osso de leitão".
O autor desenha, fotografa e filma. As imagens serão depois publicadas em livro, onde figurará um mapa, o qual terá a indicação das viagens realizadas, permitindo aos turistas segui-las. Desta forma, "promove-se a região da Alta Estremadura a nível nacional e internacional".
O mosteiro da Batalha é uma das 7 Maravilhas Arquitetónicas e o arroz de marisco conquistou um lugar entre as 7 Maravilhas Gastronómicas. Atento a estes pormenores, Bruno Gaspar irá lembrá-los, bem como os pontos turísticos obrigatórios em cada concelho.
Esta é a primeira fase do projeto, que deverá estar concluído no final de setembro. Depois, a motorizada Macal irá fazer-se à estrada por outros troços do país, com o mesmo objetivo.
[ Madeira, Alentejo, Lisboa e Algarve com desemprego jovem acima dos 40% ] [ Remessas de emigrantes subiram 7,1% no primeiro trimestre ] [ Agricultores portugueses apostam no mirtilo ]
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| Actualizado em ( Quarta, 22 Maio 2013 14:12 ) |
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Portugal
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As remessas de emigrantes subiram 7,1% no primeiro trimestre deste ano, para 644,8 milhões de euros, ao passo que as verbas enviado pelos trabalhadores estrangeiros para fora de Portugal desceram 30% para 40,4 milhões de euros.
As estatísticas hoje divulgadas pelo Banco de Portugal no seu Boletim Estatístico relativo a março permitem constatar que os emigrantes em França e no Reino Unido continuam a ser os maiores emissores de verbas para Portugal, com 198 e 146 milhões, respetivamente, representando mais de metade do total de verbas recebidas em Portugal no primeiro trimestre.
No que diz respeito às remessas de portugueses a trabalhar nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), houve uma redução de cerca de 3%, para 67,6 milhões (com Angola a valer a quase totalidade deste valor), enquanto que os imigrantes dos PALOP a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países 10,2 milhões, o que representa uma redução de 2,2% face à média de transferências do ano passado.
[ Os cadeados do amor chegaram ao Luxemburgo ] [ UE prolonga programas de cofinanciamento para Portugal ] [ Agricultores portugueses apostam no mirtilo ]
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| Actualizado em ( Quarta, 22 Maio 2013 14:07 ) |
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Portugal
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As plantações de mirtilos em Portugal deverão atingir, até ao final do ano, mil hectares, foi revelado na apresentação do programa da Feira do Mirtilo.
Segundo previsões apresentadas pela Associação para a Gestão, Inovação e Modernização do Centro Urbano de Sever do Vouga (AGIM), o crescente aumento do número de plantações deverá levar a que a produção de mirtilo venha a atingir as quatro mil toneladas anuais em 2018, a maioria destinadas à exportação para países da União Europeia.
O mirtilo surgiu em Portugal há cerca de 20 anos, na região de Sever do Vouga, concelho onde se registam as maiores áreas de cultivo.
Segundo dados do Ministério da Agricultura, o setor da produção e comercialização do mirtilo já é responsável por mais de 36 milhões de euros de exportações e poderá ultrapassar a barreira dos 50 milhões de euros dentro de cinco anos, podendo chegar aos 215 milhões de euros em 2023.
Com o intuito de debater e partilhar conhecimentos relativos à produção e comercialização daquele pequeno fruto, que ganha cada vez mais adeptos em Portugal, vai decorrer em Sever do Vouga, nos dias 28 e 29 de junho, em que vão participar especialistas nacionais e internacionais para discutir aspetos técnicos relacionados com essa cultura.
Entre os oradores já confirmados estão o norte-americano David Bryla, investigador da Universidade de Oregon, Andrés Armstrong, do Comité de Arándanos do Chile, o espanhol Juan Carlos García Rubio e o holandês Piet Meerkerk.
De Portugal, estão confirmadas, entre outras, as presenças de Adelina Freitas, da Fresh Factor, Arnoldo Heeren, da Driscolls, Bernardo Horgan, da Beirabaga, Humberto Teixeira e Lídia Agrela, da Hubel, Nuno Anjo, da Randstad, Pedro Brás de Oliveira, do INIAV, e Sofia Rosendo, da Sudoberry.
O I Congresso Nacional do Mirtilo vai realizar-se no âmbito da VI edição da Feira do Mirtilo, que decorre entre 27 e 30 de junho, em Sever do Vouga.
O mirtilo é um fruto silvestre com um sabor distinto, conhecido por ter propriedades medicinais e pelas aplicações culinárias, sendo um fruto rico em sais minerais, magnésio, potássio, cálcio, fósforo, ferro, entre outros elementos.
[ Portugal a exportar para a China? ] [ Mosteiro de Santo Tirso quer ser Património da Humanidade ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Terça, 21 Maio 2013 23:04 ) |
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Portugal
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Seis meses depois de ter sido criada oficialmente a freguesia lisboeta do Parque das Nações, autarcas do concelho de Loures lamentam a perda do território e insistem que, se aquela zona continuasse a ser “uma lixeira”, ninguém a queria.
O território do Parque das Nações - um antigo espaço industrial e cinzento reabilitado para acolher a Expo’98, inaugurada a 22 de maio de 1998 - dividia-se por três juntas de freguesia (Santa Maria dos Olivais, Moscavide e Sacavém) e dois concelhos (Lisboa e Loures), mas com a reforma administrativa de Lisboa foi criada a freguesia do Parque das Nações, pertencente à capital.
A mudança também implicou alterações ao nível dos limites territoriais, uma vez que a nova freguesia inclui a parte do bairro que pertencia às freguesias de Moscavide e Sacavém, em Loures. A freguesia só é constituída e a junta apenas entra em funções nas próximas eleições autárquicas.
Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara de Loures mostrou-se “conformado” com a decisão e com a perda de território. “Está consumado. A Assembleia da República decidiu contra a vontade do município de Loures e temos de nos conformar com isso. Agora não podemos ir mais além. Fizemos tudo o que podíamos ter feito”, afirmou Carlos Teixeira (PS).
O autarca frisou ainda que “enquanto [aquele espaço] não foi requalificado, ninguém reivindicou” os terrenos.
Afirmando que a freguesia só aconteceu “porque foram para lá pessoas que acham mais importante serem de Lisboa do que de Loures”, Carlos Teixeira lembrou que agora a “avaliação dos imóveis será superior e as pessoas passarão a pagar mais”.
Em declarações à Lusa, o presidente da Junta de Freguesia de Moscavide, Daniel Lima (PS), considerou que “atualmente não se justificava” criar a freguesia do Parque das Nações e assumiu ter pena de perder território: “Há 85 anos que nos pertencia. Nenhuma junta gosta de perder espaços que era seu desde a sua criação”.
Frisando que “enquanto era um caixote do lixo de Lisboa ninguém se importava com aquele espaço”, Daniel Lima indicou que estão recenseados na junta cerca de dois mil residentes na parte do Parque das Nações pertencente à sua freguesia, mas acredita que residam lá mais de seis mil.
Também o presidente da Junta de Freguesia de Sacavém, António Pereira (PS), sublinhou que “enquanto era uma lixeira nunca houve interesse de Lisboa em ficar com este território”.
“Se nunca tivesse havido a Expo, continuávamos a ter uma zona degradada”, afirmou, considerando que não se justifica uma nova freguesia. “Até é contranatura: numa altura em que se está a aglutinar freguesias, está a criar-se outra”, acrescentou.
Do lado de Lisboa, o presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais disse que sempre defendeu a criação daquela freguesia, mas que entende a posição dos seus colegas autarcas de Loures.
“É compreensível que tenham essa mágoa, mas, se tivesse sido feito um referendo local, estou convencido de que a maior parte da população queria pertencer a Lisboa”, afirmou.
No final, José Rosa do Egipto (PS) considerou que “não há vencedores nem vencidos. Há um destinatário final que são as pessoas. Todos ficam a ganhar”.
O autarca defendeu que a nova freguesia vai ter “um desafio importante pela frente” porque o “Parque das Nações não é só um mar de rosas: tem problemas de estacionamento, de transporte, falta de estruturas, escolas [falta concluir uma], um centro de saúde e a inclusão dos bairros sociais”.
Por seu lado, o presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações disse à Lusa que a nova freguesia era “absolutamente necessária” porque “permite resolver problemas” que se refletiam na vida dos residentes.
“Os moradores da parte de Loures eram os mais prejudicados. Os tribunais, conservatória e finanças que aqui existem eram serviços só acessíveis para os de Lisboa. A água era o triplo do que se pagava em Lisboa, os transportes públicos eram um problema: a Carris não levava os autocarros até ao limite norte porque aquela zona era suburbana”, apontou José Moreno.
A Lusa tentou obter uma declaração da Câmara de Lisboa acerca da nova freguesia, mas até ao momento não foi possível. A reforma administrativa resultou de um acordo entre a liderança camarária socialista e o PSD, maior partido da oposição.
[ Mosteiro de Santo Tirso quer ser Património da Humanidade ] [ Banqueiros portugueses temem o "vírus de Chipre" ] [ O futuro patriarca de Lisboa teme políticos atordoados ]
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| Actualizado em ( Terça, 21 Maio 2013 10:41 ) |
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Portugal
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A Câmara Municipal de Santo Tirso apresentou a intenção de candidatar o mosteiro local a Património da Humanidade, tendo em vista "via a conquistar outros investimentos comunitários".
"Este é um grande momento para Santo Tirso e o resultado de muito trabalho. O monumento de Santo Tirso é uma referência nacional que desejamos que passe a ser de referência mundial", referiu, em conferência de imprensa, o presidente da autarquia tirsense, Castro Fernandes.
O autarca lembrou que o Mosteiro de Santo Tirso, de características beneditinas, foi classificado, em 1910, como "Monumento Nacional", tendo "uma antiguidade anterior à nacionalidade com data de 978.
Em caso de aceitação desta candidatura, disse Castro Fernandes, Santo Tirso terá um monumento que poderá ser "incluído em roteiros turísticos importantes para a economia do Norte de Portugal", dada a proximidade com o Douro Vinhateiro e com os centros históricos de Guimarães e Porto, também estes considerados Património Mundial pela UNESCO.
Questionado sobre se a candidatura - que a comissão formada em abril de 2012 iniciou e pretende entregar em setembro - obrigará a algum esforço económico suplementar, Castro Fernandes garantiu que "não está prevista qualquer obra", mas reforçou a ideia de que a eventual aceitação por parte da UNESCO poderá trazer "benefícios" a Santo Tirso, no âmbito dos quatros comunitários de apoio de 2014/2020.
"No futuro as vantagens poderão ser muitas. Como a maior abertura a fundos comunitários. Sem esquecermos que a cultura tem um papel fulcral na economia das cidades", disse Castro Fernandes.
É convicção da autarquia tirsense de que o processo de aprovação, ou não, do Mosteiro de Santo Tirso como Património Mundial da Humanidade, por parte da UNESCO demorará cerca de dois a cinco anos.
O primeiro passo será dado com a entrega de um dossiê ao Comité Nacional desta entidade, e a este organismo cabe apresentar candidaturas portuguesas - regra geral, cada país apresenta no máximo duas candidaturas por ano - ao Comité Internacional da UNESCO.
"Há várias candidaturas portuguesas em apreciação e em lista de espera na Comissão Nacional, mas estamos confiantes. Será o reforço da identidade tirsense. Este é um processo que deve superar questões partidárias e quezílias sociais e culturais, unindo a população. Vamos apostar na afirmação da imagem de Santo Tirso no país e no mundo com mais captação de turismo e com uma gestão integrada e valorizada do Mosteiro", defendeu o presidente da Câmara Municipal.
Quanto ao envolvimento de outras entidades, destaque para os "proprietários e utentes" dos cerca de 135 hectares de terreno alvo de candidatura: autarquia, Igreja, Santa Casa da Misericórdia e escola agrícola.
Está na forja a celebração de protocolos e acordos de colaboração com a Direção Regional da Cultura do Norte e Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto. E serão recolhidos depoimentos de historiadores e "outras personalidades do mundo cientifico".
[ Aquilino Ribeiro recordado em Paris ] [ Museu da Batalha ganha prémio europeu ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 22:32 ) |
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| Segunda, 20 Maio 2013 01:07 |
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| Dragões sairam à rua
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Portugal
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Ainda o jogo o jogo do FC Porto não tinha terminado e já a Avenida dos Aliados estava pintada de azul e branco, com uma moldura humana eufórica e vibrante mas já habituada a este tipo de festas.
Adeptos com cachecóis e bandeiras enchiam o centro da cidade invicta com enorme sentimento de alegria pela conquista do 27.º título nacional de futebol da história do clube.
Dentro do carro devidamente apetrechado, e a condizer com a ocasião, numa procissão em marcha lenta, Clemente lá ia apitando e fazendo a festa.
"Foi um campeonato sofrido mas valeu a pena. Foi limpinho, limpinho, limpinho. Foi o melhor de todos. Nunca irei esquecer. Estou feliz da vida", desabafou o adepto portista com a cabeça de fora do vidro e com as lágrimas nos olhos.
De mais longe veio outra adepta portista, que não quis perder a festa e não hesitou em fazer 2.000 km para ver o FC Porto campeão
"Vim da Holanda para ver o FC Porto ser campeão. Estou imensamente feliz porque o meu Porto dragão não dececionou. Sou brasileira, vivo na Holanda, o meu pai é portuense e sou portista. Vim com a certeza que ganharíamos. Temos a melhor equipa, o melhor técnico. Agora é festa", explicou a adepta lusodescendente.
Outro apoiante do FC Porto, Pedro, também se rejubilou com a conquista do título e não se inibiu de enviar umas "farpas" ao rival Benfica: "Foi limpinho, limpinho. Prova que os campeonatos são para disputar até ao fim. Na madeira já festejavam. Mas isto já é um hábito festejar no Porto".
Conquistado este título, o 27.º da história do clube nortenho, Filipe Gorila, portista entusiasta, tem já os olhos postos na próxima época e acredita na revalidação do título.
"A três jornadas do fim perder aqueles quatro pontos, só o Jesus. Desde o jogo com o Benfica percebemos que íamos ser campeões. O Porto não desperdiça oportunidades. Este é o terceiro, para o ano é o quarto. É sempre a aviar", previu.
A festa continua na Avenida dos Aliados apesar na equipa se dirigir para o Estádio do Dragão, onde é aguardada por milhares de adeptos.
[ FC Porto campeão pela 27ª vez ] [ Lista dos melhores marcadores da Liga portuguesa ] [ Estoril na Liga Europa, Moreirense e Beira-Mar descem ]
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| Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 01:07 ) |
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Portugal
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Manuel Clemente, o bispo do Porto nomeado no sábado patriarca de Lisboa, pediu aos políticos “solidariedade, pedagogia” e “muita clareza” com a sociedade, sob pena de todos ficarem “tão atordoados que desistem de perceber”.
“O que me preocupa mais é o desfasamento entre a capacidade de resistência das pessoas e a falta de uma ligação entre as propostas que se fazem nacional e internacionalmente. Era bom que fossem, ao mesmo tempo, solidários e pedagógicos”, afirmou Manuel Clemente, em declarações aos jornalistas no fim da missa a que presidiu, na Sé Catedral do Porto.
Para o ainda bispo do Porto, apesar da crise, “as pessoas mantêm uma grande responsabilidade para construir um futuro e os poderes devem responder com solidariedade, pedagogia e muita clareza”, porque as mensagens são por vezes tão contraditórias que “ficamos todos atordoados e desistimos de perceber”.
[ Lisboa: Cardeal-patriarca pede esperança aos estudantes ] [ Embaixador chinês acredita que Portugal vai vencer a crise ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 00:47 ) |
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Portugal
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Um incêndio numa viatura, na noite de sábado para domingo, em Serpa, propagou-se a duas habitações, de acordo com fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja.
O incêndio provocou a deslocação temporária de quatro pessoas para casa de familiares, por precaução, disse fonte dos bombeiros.
Fonte do CDOS de Beja acrescentou à agência Lusa que o alerta foi recebido às 19:52, tendo o fogo consumido os haveres existentes no "casão", onde se encontrava a viatura, e parte do recheio das duas casas contíguas a esta estrutura.
Os quatro locatários das duas habitações foram deslocadas para a residência de familiares, "por uma questão de precaução", não havendo registo de feridos, segundo a fonte do CDOS.
Estiveram envolvidos, no combate ao fogo, oito bombeiros da corporação de Serpa, apoiados por três viaturas.
[ Museu da Batalha ganha prémio europeu ] [ Cannes: Tiros durante o Grand Journal do Canal Plus (vídeo) ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Domingo, 19 Maio 2013 02:01 ) |
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Portugal
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O cardeal-patriarca de Lisboa, José Policarpo, exortou sábado os estudantes universitários finalistas a não desistirem, em tempo de crise, e a terem esperança, a mesma que "leva a investir as capacidades na busca de caminhos novos".
Na homilia da bênção dos finalistas universitários, em Lisboa, o cardeal-patriarca lembrou que os estudantes terminam o curso "num momento difícil", com "a crise da sociedade" a atingi-los "de um modo especial".
O cardeal-patriarca, no entanto, vincou: "Não façais como os apóstolos (...). Não encontraram peixe e desanimaram. Mas escutaram a palavra de Jesus, que lhes disse para não desistirem, desafiando-os a lançarem as redes outra vez".
Citando o apóstolo Paulo, na sua “Carta aos Romanos”, José Policarpo desafiou os finalistas a enfrentarem as dificuldades com esperança.
"Viver na esperança é acreditar que vale sempre a pena lançar as redes de novo. Pode haver abundância de peixe onde nós não suspeitávamos", afirmou, acrescentando que a esperança "leva a investir as capacidades na busca de caminhos novos", sendo que, para essa busca, "é preciso a ousadia da criatividade", assim como "competência e sentido de serviço".
Aos jovens reunidos no Terreiro do Paço, o cardeal-patriarca de Lisboa pediu, aludindo ao mesmo texto apostólico, "paciência na tribulação", enquanto "força para a vitória".
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| Actualizado em ( Sábado, 18 Maio 2013 21:55 ) |
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Portugal
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O secretário-geral do PS sustentou que o Governo está em desagregação e que nem a cair é competente, num discurso em que advertiu os socialistas de que as eleições autárquicas "não serão um passeio" e exigirão trabalho.
Estas posições, segundo fontes socialistas contactadas pela agência Lusa, foram assumidas por António José Seguro no discurso que proferiu perante a Comissão Nacional do PS, em Setúbal.
Na sua intervenção, que aconteceu momentos antes de serem votadas as listas para o Secretariado Nacional e para a Comissão Política do partido, Seguro colocou em contraponto a situação de "desagregação" do Governo e o clima de "unidade" dentro do PS.
"Este Governo nem para cair é competente", afirmou perante os membros da Comissão Nacional do PS, declarando-se depois "satisfeito" por liderar "um partido unido".
Segundo membros da Comissão Nacional do PS, António José Seguro apontou que os socialistas estão a subir em todas as sondagens e que há uma maior adesão às propostas do seu partido, mas deixou um aviso, dizendo que as próximas eleições autárquicas "não serão um passeio".
"As eleições autárquicas vão exigir muito trabalho", disse, citado por fonte socialista.
No seu breve discurso, António José Seguro também se referiu aos recentes convites que têm sido feitos pelo Governo para o diálogo político, designadamente em matéria de políticas de crescimento económico.
Neste contexto, Seguro voltou a defendeu que o local para conversações políticas deve ser a Assembleia da República.
[ Portas visita Venezuela acompanhado de empresários ] [ Embaixador chinês acredita que Portugal vai vencer a crise ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Sábado, 18 Maio 2013 21:49 ) |
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Portugal
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O embaixador da República Popular da China em Lisboa, Huang Songfu, disse, em Arcos de Valdevez, que o "momento difícil" vivido em Portugal "é temporário", mas que os esforços do povo português permitirão ultrapassar essas dificuldades.
"Acho que este momento difícil é temporário. Com os esforços próprios do povo português e com o apoio internacional, o povo português vai superar as dificuldades temporárias". "Tenho a certeza absoluta", afirmou Huang Songfu, à margem da iniciativa "Concelho de Estado".
O evento, de origem municipal, que vai na sua terceira edição, aborda, até domingo, em Arcos de Valdevez, o papel internacional da China, contando ainda com a presença, naquela vila minhota, do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, atual responsável pelo Comité dos Negócios Estrangeiros do Congresso Nacional do Povo, Li Zhaoxing.
O embaixador da China em Lisboa, Huang Songfu, é outro dos convidados e, à margem do evento, recordou que a crise da dívida pública, em Portugal, como na Europa, "não apareceu de repente", mas "foi acumulada pouco a pouco".
"Acho que o Governo e o povo português estão fazendo todo o seu possível para melhorar a situação geral, para superar a crise da dívida de Portugal", sublinhou o embaixador, perspetivando um "futuro brilhante" para o país, depois de resolvidos os problemas financeiros.
Descrevendo as relações políticas e diplomáticas entre Portugal e China como "excelentes", Huang Songfu enfatizou que a cooperação económica e comercial está a "ganhar grande força", o que "beneficia os dois povos".
Acrescentou que, nos últimos dois anos, o "Governo e o povo chinês" deram "toda a atenção" à crise de dívida em Portugal e na Europa, nomeadamente através do "investimento direto para ajudar as empresas portuguesas a passarem um momento difícil".
O embaixador chinês visitou este ano os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) e diz estar a acompanhar o processo de subconcessão dos terrenos e infraestruturas daquela empresa pública, anunciado pelo Governo português.
"Possibilidade [interesse de empresas chinesas] sempre existe para qualquer negócio. Dependa da negociação", admitiu.
"A China e o Mundo" é o tema da edição deste ano do "Concelho de Estado", um projeto pioneiro em Arcos de Valdevez para reflexão e homenagem a figuras e estadistas de referência.
Esta terceira edição do "Concelho de Estado" envolve palestras, animação de rua, música e exposições, numa organização da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez.
Nas edições anteriores, o "Concelho de Estado" prestou tributo à vida e obra de Mário Soares (2010) e de Mikhail Gorbachev (2011).
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros chinês Li Zhaoxing (2003 a 2007) é o convidado de honra da edição de 2013 e esteve hoje presente em Arcos de Valdevez.
Diplomata de carreira, destacou-se também como embaixador na ONU (1995) e nos Estados Unidos da América (1998).
[ Museu da Batalha ganha prémio europeu ] [ Portugal aprova co-adoção por casais homossexuais ] [ Uma alentejana em Cannes ]
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| Actualizado em ( Sábado, 18 Maio 2013 21:42 ) |
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Portugal
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O Centro Avançado de Sexualidades e Afetos (CASA) congratulou-se com a aprovação, no parlamento, da co-adoção de crianças por casais homossexuais, mas avisou que a igualdade só é atingida quando se concretizar o direito de adoção.
“É um primeiro passo, é uma questão de igualdade e de cidadania, mas agora falta o resto. É preciso resolver a questão da adoção por casais do mesmo sexo”, afirmou à agência Lusa o presidente da CASA, Manuel Damas.
Para esta associação, em Portugal, estão a criar-se pais de primeira, de segunda e de terceira: os que podem adotar, os que podem adotar mais ou menos e os que não podem adotar.
“Isto tem de se resolver mais tarde ou mais cedo”, afirmou Manuel Damas, considerando que, em Portugal, o processo foi feito ao contrário, tendo-se começado por legalizar o casamento de pessoas do mesmo sexo, quando se deveria ter iniciado pela questão da adoção.
Para a CASA, não há qualquer justificação científica, nem do ponto de visita da medicina, da psicologia ou da sexologia, para a exclusão de candidatos à adoção, em função da orientação sexual, o que traduz “um total desrespeito pelos princípios mais nobres da ordem jurídico-constitucional”.
O parlamento aprovou hoje, na generalidade, um projeto de lei do PS para que os homossexuais possam co-adotar os filhos adotivos ou biológicos da pessoa com quem estão casados ou com quem vivem em união de facto.
Este projeto de lei teve 99 votos a favor, 94 contra e nove abstenções, anunciou a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves. Votaram a favor as bancadas do BE, PCP, PEV, a maioria dos deputados do PS e 16 deputados do PSD.
De acordo com o projeto de lei do PS, que tem como primeira subscritora a deputada Isabel Moreira, "quando duas pessoas do mesmo sexo, sejam casadas ou vivam em união de facto, exercendo um deles responsabilidades parentais em relação a um menor, por via da filiação ou adoção, pode o cônjuge ou o unido de facto co-adotar o referido menor".
Nos termos deste diploma, o direito de co-adoção está restrito a pessoas com mais de 25 anos e depende da não existência de "um segundo vínculo de filiação em relação ao menor".
[ Passeio pelo Douro dos escritores ] [ Portugal propõe novo programa cultural europeu ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Sábado, 18 Maio 2013 01:04 ) |
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Portugal
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A Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) promove entre os dias 22 e 26, quatro roteiros que vão guiar os visitantes pelo património duriense associado a Camilo Castelo Branco, Miguel Torga, Aquilino Ribeiro e Eça de Queiroz.
A iniciativa “Património e Literatura na Região Duriense” tem como ponto de partida a cidade de Vila Real.
A DRCN propõe quatro roteiros consagrados a escritores cuja vida e produção literária estiveram ligadas à região do Douro e ao património duriense.
O objetivo é, segundo disse hoje à agência Lusa fonte da direção regional, “divulgar a obra de alguns dos mais notáveis nomes da literatura portuguesa, mas também dar a conhecer as paisagens e o património da região duriense”.
O projeto arranca no dia 22, em Vila Real, com uma conferência. Depois, entre os dias 23 e 26 realizam-se os roteiros.
Será dedicado um dia de roteiro a cada um dos autores, visitando locais que, de alguma forma, assumiram especial significado na vida e obra destes escritores e, ao mesmo tempo, o objetivo é difundir o património arqueológico, arquitetónico e imaterial desta região.
O autor que dá a partida à iniciativa é Camilo Castelo Branco. O “Dia Camiliano” leva a uma visita ao centro histórico de Vila Real, ao Jardim da Carreira, Casa das Brocas, à Sé e ao miradouro da Vila Velha.
Depois segue-se viagem para Vilarinho da Samardã e para Ribeira de Pena, onde o escritor casou aos 16 anos e viveu durante dois anos.
No “Dia Torguiano” todas as atenções estarão voltadas para Miguel Torga, que procurou inspiração no miradouro de São Leonardo da Galafura e escreveu ainda sobre o Santuário de Panóias.
Depois, o roteiro segue para a terra natal do escritor, São Martinho de Anta, onde se poderá ver a casa onde nasceu, a escola e a sua campa.
No “Dia Aquiliniano”, a partida está marcada para Soutosa, passando pelo Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, Fundação Aquilino Ribeiro, centro histórico e Museu de Lamego.
O último dia é dedicado a Eça de Queirós e o roteiro levará os visitantes a Santa Cruz do Douro e à Fundação Eça de Queiroz, com passagem pela Casa de Lodeiro, cuja construção remonta a princípios do século XVIII, e que está ligada ao drama de Fanny Owen referido por Camilo Castelo Branco no “Bom Jesus do Monte” e passado ao cinema por Manoel de Oliveira em “Francisca”.
Será ainda lançado o livro “Viajar com… Eça de Queiroz”.
Segundo a DRCN, esta iniciativa pretende ainda consolidar e dar continuidade ao processo de constituição da Associação Ibérica de Casas-Museu e Fundações de Escritores, que foi iniciado em 2012.
[ Portugal propõe novo programa cultural europeu ] [ Uma alentejana em Cannes ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Sábado, 18 Maio 2013 00:55 ) |
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Portugal
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A época balnear na maioria das praias do Algarve arranca oficialmente no dia 01 de junho, mas em Albufeira começa já este sábado, com as autoridades a ultimarem os preparativos para aquela que será a temporada de veraneio mais longa da região.
As 25 praias do concelho de Albufeira serão as primeiras a abrir oficialmente a temporada de verão, que se estenderá até 20 de outubro, fazendo deste o município com a época balnear oficial mais longa do Algarve, num total de cinco meses.
Segundo o comandante da Zona Marítima do Sul, as autoridades estão agora a ultimar os planos integrados de segurança, que se traduzem num reforço de viaturas e de militares com curso de nadador salvador, que vão patrulhar as praias.
Aqueles planos estão previstos na lei, mas só são implementados nas praias cujos concessionários o requererem, explicou o responsável, salientando que este ano só serão aplicados em praias pertencentes às capitanias de Portimão e Lagos.
"O plano aplica-se quando todos os concessionários de determinada frente de praia se juntam para colmatar a redução, mesmo que pouco significativa, de nadadores salvadores", frisou Eduardo Malaquias Domingues.
Nos casos em que o plano não é implementado, os concessionários assumem integralmente a segurança das suas unidades balneares, sublinhou o também comandante da capitania de Faro.
Até ao arranque oficial da época balnear, as autoridades estão a proceder a vistorias com vista à autorização de funcionamento das unidades balneares, acrescentou.
A maioria dos municípios algarvios optou por fixar a época balnear no período oficial, de 01 de junho a 30 de setembro, mas há casos em que a duração foi encurtada um mês, como em Faro, cuja época decorre de 15 de junho a 15 de setembro.
Alguns concessionários de praias dos concelhos de Faro e Loulé, entre outros, fizeram também pedidos de antecipação de abertura, alguns ainda durante o mês de março.
Albufeira é o único município do Algarve a estender a época balnear até outubro em todas as praias do concelho.
[ Queda de neve em maio "não é inédita", explica meteorologista ] [ Neve cai na Serra da Estrela a um mês do verão ] [ O Islão em Mértola ]
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| Actualizado em ( Sexta, 17 Maio 2013 11:32 ) |
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Portugal
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A queda de neve que está a ocorrer nas terras altas do continente “não é inédita” no mês de maio e deve-se a uma massa de ar frio polar, disse à agência Lusa a meteorologista Margarida Simões.
A neve que caiu quinta-feira na Serra da Estrela, em plena primavera, levou ao corte de estradas no acesso ao maciço central, e hoje, segundo a meteorologista, já se registou queda de neve nas serras de Montemuro, distrito de Viseu, e Gerês, no Minho.
Questionada pela Lusa sobre se a queda de neve é comum naquelas regiões do país em maio e a um mês do início do verão, Margarida Simões, meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), explicou que esta é situação ”não é inédita, mas é pontual”.
“O último ano em que registamos queda de neve em maio foi em 2005 e desde 1946 temos registo de várias situações destas com caracter pontual”, relatou.
De acordo com a meteorologista, a situação que está a decorrer em Portugal continental deve-se a “uma depressão que se encontra a vários níveis de altitude e que na sua corrente traz uma massa de ar frio com instabilidade associada”, ou seja, faz ocorrer precipitação sob a forma de neve.
Margarida Simões disse que seis distritos do continente (Viana do Castelo, Braga, Bragança, Vila Real, Guarda e Viseu) estão sob aviso amarelo, o segundo menos grave de uma escala de quatro, por causa da previsão de neve acima dos 1.000 a 1.200 metros, passando a partir do final da tarde para os 1.400 metros.
“A partir das 10:00 de hoje, apenas o distrito da Guarda vai manter-se [até ao final do dia] sob aviso amarelo. Isto não quer dizer que vai deixar de nevar nos outros distritos, quer dizer que não estão no limiar para a emissão de um aviso”, explicou.
Quanto à precipitação e às baixas temperaturas, a meteorologista adiantou que não vão ocorrer grandes oscilações até segunda-feira, com as máximas a ficar abaixo dos 20 graus Celsius.
“Já a precipitação vai manter-se. Será mais intensa hoje e amanhã [sábado] e no domingo e segunda-feira será mais fraca, sendo que poderá ser de neve acima dos 1.200 metros”, salientou.
O IPMA prevê para os próximos dias céu geralmente muito nublado, aguaceiros que serão de neve acima dos 1.200 metros, podendo subir para os 1.400 metros ao longo do dia, e vento fraco a moderado, sendo forte nas terras altas e no litoral, uma situação que vai manter-se até segunda-feira.
“Estamos também a prever agitação marítima com o vento a soprar moderado a forte no litoral e ondas de noroeste entre os 4 e os 4,5 metros durante o dia de hoje e sábado”, adiantou Margarida Simões.
O IPMA colocou os distritos de Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria e Lisboa sob aviso amarelo devido à agitação marítima entre as 12:00 de hoje e as 05:59 de sábado.
[ Neve cai na Serra da Estrela a um mês do verão ] [ O Islão em Mértola ] [ Famalicão: Bancos de móveis grátis para famílias necessitadas ]
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| Actualizado em ( Sexta, 17 Maio 2013 11:24 ) |
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| Quinta, 16 Maio 2013 22:41 |
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| O Islão em Mértola
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Portugal
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De férias em Portugal, a brasileira Iracema Silva surpreendeu-se com uma "viagem imaginária" a Marrocos durante uma visita ao centro histórico da vila alentejana de Mértola, que está transformado num "souk", típico mercado de rua marroquino.
O "souk", espalhado por várias ruas estreitas e íngremes do labiríntico centro histórico de Mértola, a lembrar uma medina de Marrocos, é um "ponto auge" do sétimo Festival Islâmico, a decorrer até domingo na vila museu do distrito de Beja.
"A gente sente que está em Marrocos, pela formação das tendas, pelos povos, pelo artesanato muito bem feito. Como sou artista plástica, fiquei encantada com tudo", contou à agência Lusa Iracema, depois de ter comprado um colar numa das bancas do "souk".
O centro histórico de Mértola "parece Marrocos, nem parece Portugal", disse à Lusa Catarina Tipper, de 19 anos, inglesa a viver em Albufeira, que passeava pelo "souk" numa visita de estudo organizada pela escola.
No "souk", com 130 bancas, 80 comerciantes de vários países mediterrânicos, como Marrocos, Tunísia, Egipto, Argélia, Espanha e Portugal, vendem "mil e uma coisas", como roupas, calçado, artesanato, tapetes, bijutaria, chás, especiarias, plantas, frutos secos e doces.
"Dá vontade de levar muito mais coisas. Se coubesse na mala, levaria uns bules que vi, umas bolsas de couro, umas colchas para a cama. Acho que vou ter que comprar uma outra mala para colocar os souvenires" para levar para o Brasil e oferecer à família e aos amigos, disse Iracema Silva.
Numa das primeiras bancas do "souk", o comerciante Youssef Boulmani, de Marrocos e que participa pela terceira vez no Festival Islâmico, vende artesanato marroquino, sobretudo produtos de cabedal, como malas, carteiras, sandálias e pulseiras.
"Em Marrocos trabalhamos muito com cabedal e estou a mostrar os nossos produtos no Alentejo", explicou à Lusa Youssef.
O negócio, referiu, "costuma correr sempre muito bem" no festival, mas, este ano, "não podemos esquecer a crise", que tem afetado "um bocado" o negócio.
Devido à crise, "não podemos comparar" a edição deste ano do festival com anteriores, mas "tenho mesmo fé" que o negócio "vai correr bem", disse Youssef.
De passagem pelo "souk" a caminho de casa, a habitante de Mértola, Angelina Cristóvão, de 84 anos, sentada num alpendre perto da banca de Youssef para descansar, explicou à Lusa que o festival "dá mais vida" à vila.
"Não sei como é que há de haver tanto dinheiro para comprar tanta coisa", questionou a idosa, referindo que "parece que a crise não passa" pelo festival, mas pela sua casa "passa muito".
Numa outra banca do "souk", Alonso, vindo da cidade espanhola de Jaén, vende frutos secos, como tâmaras, chás e plantas, incluindo a "curiosa" Santa Rosa de Jerico.
Mantida "sempre coberta de água", que se deve mudar "a cada 10 a 15 dias", a Santa Rosa de Jerico "dura muito tempo" e "serve para dar sorte", explicou Alonso, remetendo mais explicações sobre as "qualidades" da rosa para um cartaz exibido na banca.
No cartaz, lê-se que a Santa Rosa de Jerico "acaba com o azar" e "ajuda a vencer as dificuldades da vida, dá saúde, força, felicidade, tranquilidade e paz em casa, sorte e habilidade nos negócios".
Os produtos, sotaques, cores, sons, cheiros e sabores do Mediterrâneo que "animam" o "souk" vão misturar-se com outras iniciativas do Festival Islâmico, promovido pela Câmara de Mértola para "recuperar" a "herança árabe" da vila, as suas ligações com o Norte de África e vivências da "Martulah" dos séculos XI e XII, quando era capital de um reino taifa e um importante porto comercial nas rotas do Mediterrâneo.
[ 14 portugueses na Orquestra de Jovens da UE ] [ Fadista Nuno da Câmara Pereira candidata à Câmara de Sintra ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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| Actualizado em ( Quinta, 16 Maio 2013 22:41 ) |
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