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Domingo, 20 Janeiro 2013 00:35   
Ruben Faria: Melhor português de sempre no Dakar (vídeo)
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Clique para ampliar O “motard” Ruben Faria tornou-se o melhor português no Dakar, ao terminar a prova rainha de todo-o-terreno no segundo lugar, numa edição que consagrou pela quinta vez os franceses Cyril Despres (motos) e o Stephane Peterhansel (automóveis).

Aos comandos de uma KTM, Ruben Faria terminou a prova em grande estilo, ao ganhar a 14ª e última etapa, beneficiando da penalização de 15 minutos imposta ao chileno Francisco Lopez, também em KTM, que tinha o tempo mais rápido na chegada a Santiago e terminou no terceiro lugar do pódio.

Ruben Faria, que completou em 1:43.06 horas os 346 quilómetros cronometrados entre La Serena e Santiago, tornou-se o melhor português de sempre na prova, melhorando o terceiro lugar conquistado por Hélder Rodrigues nos dois últimos anos.

Despres, colega de equipa de Ruben Faria na KTM, sagrou-se virtual campeão do Dakar pela quinta vez, depois dos sucessos em 2005, 2007, 2010 e 2012, quando falta cumprir a “formalidade” de 150 quilómetros na capital chilena, no domingo.

Peterhansel (Mini) também celebrou o quinto título ao volante de um automóvel (2004, 2005, 2007, 2012 e 2013), aos quais se juntam mais seis na categoria de motos (1991, 1992, 1993, 1995, 1997 e 1998), o que faz do piloto francês o mais sucedido da história da competição.

“Hoje o que me apetece dizer é: nada mau para um aguadeiro”, disse Ruben Faria, resignando-se ao posto de número dois, numa equipa em que Despres, que detém 10.43 minutos de vantagem no topo da classificação, era o chefe de fila incontestado.

A edição de 2013 da prova rainha de todo o terreno correu bem aos portugueses, com Hélder Rodrigues (Honda) a terminar na sétima posição da geral e Paulo Gonçalves (Husqvarna) a fechar os 10 primeiros, depois de hoje terem sido terceiro e sexto posicionados na etapa, a 24 segundos e 2.32 minutos, respetivamente.

Mário Patrão, aos comandos de uma Suzuki, foi o quarto mais rápido do dia, gastando mais 1.21 minutos do que Ruben Faria, concluindo a prova no 30. Lugar.

Nos automóveis, Carlos Sousa (Great Wall) terminou no sexto lugar, a 2:38.16 horas de Peterhansel, depois de hoje se ter limitado a controlar o ritmo e concluído a última tirada no oitavo posto, a 3.19 minutos do espanhol Nani Roma (Mini), o mais rápido do dia, com o tempo de 1:44.10.

O pódio entre os pilotos das quatro rodas ficou completo com o sul-africano Giniel de Villiers (Toyota), segundo classificado, a 42.22 minutos de Peterhansel, e o russo Leonid Novistky (Mini), terceiro, a 1:28.22 horas do francês.

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Actualizado em ( Domingo, 20 Janeiro 2013 00:35 )
 
Sexta, 18 Janeiro 2013 23:03   
Dakar: Ruben caiu para o terceiro lugar entre as motas (vídeo)
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Clique para ampliar O português Paulo Gonçalves (Husqvarna) voltou a ser terceiro numa etapa de motos do Dakar2013, enquanto Ruben Faria (KTM) perdeu o segundo posto para o chileno Francisco "Chaleco" Lopez (KTM), vencedor da tirada.

Numa etapa que ligou Copiapó a La Serena, "Chaleco" Lopez cumpriu os 441 quilómetros, com 61 neutralizados pelo meio, em 3:44.54 horas, menos 5.25 minutos do que o francês Cyril Despres (KTM), comandante da prova, enquanto Paulo Gonçalves foi terceiro com mais 5.29 minutos e Ruben Faria foi apenas 15.º com mais 14.27.

A etapa dos automóveis ainda decorre, com Carlos Sousa (Great Wall) a protagonizar uma boa etapa, encontrando-se a cerca de metade da tirada no quarto posto, com mais 5.35 minutos do que o líder, o norte-americano Robby Gordon (Hummer).

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Actualizado em ( Sexta, 18 Janeiro 2013 23:03 )
 
Sexta, 18 Janeiro 2013 02:48   
Dakar: O segundo lugar de Ruben Faria consolida-se
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Clique para ampliar O "motard" português Ruben Faria (KTM) falhou quinta-feira por 1.38 minutos a vitória na 12.ª etapa do rali todo-o-terreno Dakar2013, tendo sido superado pela Yamaha do holandês Frans Verhoeven.

Ao longo de grande parte da etapa, Ruben Faria foi dado como líder e tudo parecia se encaminhar para um triubfo luso numa etapa do presente Dakar, mas uma provável avaria no GPS de Verhoeven fez com que este "surgisse do nada" no final da etapa, que ligou a localidade argentina de Fiambalá à chilena de Copiapó, e fosse o vencedor.

Verhoeven cumpriu os 319 quilómetros cronometrados em 3:49.15 horas, menos 1.38 minutos do que Faria, que assim se aproximou mais do líder da prova, o francês e seu "chefe de fila" na KTM Cyril Despres. O gaulês lidera com um total de 37:46.59 horas, menos 5.39 minutos do que o luso, que reforçou a sua vantagem para o terceiro: agora menos 8.01 do que o chileno Francisco "Challeco" Lopez (KTM).

“Arranquei em 10.º, mas parti a jante dianteira na ligação. Disse para mim próprio que a jornada começava mal, ao início andei tranquilamente, porque havia pedras, mas depois ataquei nas dunas. Estou contente pelo trabalho que o Cyril fez, e também pelo meu resultado pessoal, mas ainda faltam dois dias”, disse no final o piloto,l citado pela Federação de Motociclismo de Portugal (FMP).

Depois de ter sentido dificuldades na véspera, a etapa correu muito melhor a Hélder Rodrigues, que levou a sua Honda ao quinto posto da etapa, mantendo o nono posto da geral.

“A etapa começou com uma parte rápida, onde tive de ultrapassar vários pilotos que partiram para a pista à minha frente e com isso perdi algum tempo. Ataquei quando chegaram as dunas e não tive dificuldades na navegação”, disse citado pela FMP.

Em relação aos restantes lusos, Paulo Gonçalves (Husqvarna) foi 16.º na etapa, Mário Patrão (Suzuki) registou um excelente 27.º lugar e Pedro Bianchi Prata (Husqvarna) foi 51.º.

Nos automóveis, Carlos Sousa (Great Wall) começa a defender a sua sexta posição da geral, depois de hoje ter terminado a etapa no sétimo posto, uma tirada ganha pelo espanhol Nani Roma (Mini), com o tempo de 3:36.34 horas. A classificação geral continua a ser liderada pelo francês Stéphane Peterhansel (Mini), com o tempo total de 32:50.02 horas, detendo "confortáveis" 50.21 minutos de vantagem para o sul-africano Giniel de Villiers (Toyota), segundo classificado.

Na sexta-feira, realiza-se a penúltima etapa do Dakar, um troço que ainda pode alterar alguma coisa na prova. Esta penúltima etapa vai ligar Copiapó a La Serena, no sempre em território chileno, num total de 735 quilómetros. Destes, 441 são em setor seletivo, sendo que contra o cronómetro serão percorridos 380 quilómetros.

[ COI exige a Lance Armstrong a devolução da medalha olímpica ]

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Actualizado em ( Sexta, 18 Janeiro 2013 02:48 )
 
Quarta, 16 Janeiro 2013 23:18   
Dakar: Ruben Faria continua em segundo num dia sem carros (vídeo)
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Clique para ampliar O “motard” português Ruben Faria (KTM) manteve a vice-liderança do rali todo-o-terreno Dakar, após a 11.ª etapa, que ligou La Rioja a Fiambalá, na Argentina, enquanto a prova dos carros foi neutralizada.

As cheias que se verificaram em alguns rios obrigaram a organização a mandar parar a prova ao quilómetro 83, local por onde já tinham passado as motos e controlado 21 automóveis.

A direção da prova decidiu aplicar o mesmo código do regulamento utilizado na oitava etapa, qujando o mau tempo impediu a muitos carros terminar o percurso.

Os 21 pilotos que conseguiram terminar o traçado mantiveram os seus tempo até ao quilómetro 83, tendo aos restantes restantes sido atribuído o tempo do 21.º

Ainda sem tempos oficiais, a vitória, ainda oficiosa, na etapa foi para o norte-americano Robby Gordon, que completou os 83 quilómetros em quase 51 minutos, enquanto o francês Stéphane Peterhansel (Mini), que foi sétimo, mantebe o comando da geral.

Carlos Sousa (Great Wall) conseguiu terminar, mas, segundo a sua assessoria de imprensa, a ausência de resultados oficiais faz com que ainda não saiba se mantém o sexto posto da geral, ou se subiu mesmo a quinto.

Nas motos, Paulo Gonçalves (Husqvarna) esteve novamente em bom plano, tendo sido segundo na etapa, com mais 4.45 minutos do que o vencedor, o norte-americano Kurt Caselli (KTM), que cumpriu os 220 quilómetros em 2:55.01 horas.

O francês Cyril Despres, "chefe de fila" de Ruben Faria na KTM, continua na frente da prova, enquanto o português manteve o segundo posto, mas o seu 10.º lugar na etapa permitiu que o chileno Francisco "Challeco" Lopez (KTM) se aproximasse e esteja agora a menos de cinco minutos do luso.

Hélder Rodrigues (Honda), que chegou a liderar a etapa, teve, de acordo com o sítio oficial da prova, problemas mecânicos aos 198 quilómetros, perdendo 48.29 minutos para o vencedor da etapa, ocupando agora o nono lugar da geral, dois postos à frente de Gonçalves.

Na quinta-feira, o Dakar regressa a território chileno, com a realização da 12.ª etapa, que vai ligar Fiambalá, na Argentina a Copiapó, no Chile, sendo disputados 319 quilómetros em especial.

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Actualizado em ( Quarta, 16 Janeiro 2013 23:18 )
 
Terça, 15 Janeiro 2013 23:43   
Ruben Faria manteve a liderança durante 24 horas apenas
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Clique para ampliar O português Ruben Faria cedeu terça-feira a liderança da categoria de motos do rali todo-o-terreno Dakar2013 ao seu "chefe de fila" na KTM, o francês Cyril DEspres, vencedor da 10.ª etapa.

Numa etapa em que o destaque luso vai para Paulo Gonçalves (Husqvarna), ao ser terceiro, Despres voltou ao comando da prova ao ser segundo na tirada, recuperando dos cinco minutos que tinha de atraso para Faria, hoje apenas oitavo a 8.15 minutos do vencedor da etapa, o espanhol Joan Barreda Bort (Husqvarna), e a sete minutos exatos de Despres.

“Fui num ritmo muito calmo. Sem arriscar nada para garantir que perdia o tempo suficiente para o Cyril passar para a frente, mas sempre a controlar os adversários, pois, em princípio, a equipa KTM vai dar luz verde para que eu, além de ter de cumprir o meu papel de `aguadeiro´ a 100 por cento, possa lutar por um lugar no pódio. Vamos ver as ordens nos próximos dias”, em declarações reproduzidas pela Federação de Motociclismo de Portugal (FMP).

Paulo Gonçalves esteve em bom plano e terminou logo atrás de Despres, gastando mais 2.44 minutos do que Barreda, resultado que o coloca na 17.ª posição.

“Hoje o dia correu muito bem, entrei na `especial´ ao ataque, mas tive dificuldade em ultrapassar alguns dos pilotos que arrancaram à minha frente, porque havia imenso pó, mas estou bastante satisfeito com o resultado,” declarou Gonçalves, em declarações à FPM.

Em recuperação continua Hélder Rodrigues (Honda), que, ao fazer hoje o nono lugar, subiu mais um posto, sendo agora sexto classificado.

Os restantes dois portugueses em ação continuam sem sentir grandes problemas, tendo Bianchi Prata (Husqvarna) sido hoje 26.º, subindo ao 72.º posto, enquanto Mário Patrão (Suzuki) foi 36.º, sendo 40.º.

Na competição automóvel, Carlos Sousa (Great Wall) sentiu problemas de motor ao longo da etapa, mas, apesar de ter terminado na 13.ª posição, com mais 23.38 minutos do que o vencedor da etapa, o argentino Orlando Terranova (BMW), manteve o sexto posto da geral, que continua a ser liderada pelo francês Stéphane Peterhansel (Mini).

“Com a temperatura a não parar de subir, o motor do Great Wall entrou em `safe mode´ e fomos obrigados a parar. Com a ajuda do Miguel Ramalho consegui substituir a correia que faz a ventilação do motor, mas, com isso, perdemos cerca de 18 minutos", disse no final Carlos Sousa à sua assessoria de imprensa, dando conta de que já estava a sentir problemas no motor do carro.

Quando retomaram a prova, Carlos Sousa e Miguel Ramalho perderam algum tempo no pó de vários pilotos, mas, mais grave, foi “a temperatura do motor nunca ter estabilizado para valores normais".

“É claro que o dia de amanhã (quarta-feira) e os dois a seguir não vão ser fáceis. Nas dunas, o Great Wall perde claramente para os buggies, mas esperamos atenuar essa desvantagem com um bom trabalho ao nível da navegação. No entanto, admito que estou bastante preocupado com o problema de que hoje fomos vítimas. É a segunda vez que ele ocorre e, se isso se repetir no meio do deserto, tenho dúvidas de que consigamos continuar em prova”, disse o piloto de Almada.

Na quarta-feira, disputa-se a 11.ª etapa da prova, uma tirada de 481 quilómetros, que vai ligar La Rioja a Fiambalá.

[ Ruben Faria na frente do Dakar 2013 (vídeo) ]

[ Caça: Uma atividade de luxo em crise ]

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Actualizado em ( Terça, 15 Janeiro 2013 23:43 )
 
Segunda, 14 Janeiro 2013 23:59   
Ruben Faria na frente do Dakar 2013 (vídeo)
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Clique para ampliar O secretário de Estado do Desporto, Alexandre Mestre, felicitou o "motard" português Ruben Faria (KTM) pelo “feito histórico” de liderar o rali todo-o-terreno Dakar2013, depois de decorridas nove etapas.

“Gostaria de felicitar publicamente o Ruben Faria, pelo feito histórico atingido segunda-feira - o primeiro lugar de prova tão mítica quanto competitiva como é o Dakar”, destacou, em comunicado, o secretário de estado do Desporto.

De acordo com Alexandre Mestre, “este feito notável atesta a valia e vitalidade dos pilotos portugueses, nomeadamente nas motos todo-o-terreno, engrandecendo e muito honrando o nome de Portugal e o desporto português”.

O piloto da KTM ascendeu hoje à liderança da categoria de motos do Dakar2013, ao beneficiar de um choque com uma vaca do anterior líder, o francês David Casteau (Yamaha).

Faria terminou os 851 quilómetros da etapa de hoje, que ligou Tucuman a Cordoba, na Argentina, na quarta posição, com o tempo de 5:49.23 horas, mais 7.47 minutos do que o vencedor da tirada, o francês Cyril Despres, seu "chefe de fila" na KTM.

Na geral, Faria lidera com um total de 25:57.12 horas, apenas menos 5.23 minutos do que o seu companheiro de equipa.

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Actualizado em ( Segunda, 14 Janeiro 2013 23:59 )
 
Domingo, 13 Janeiro 2013 19:03   
Motos: O segundo lugar do Dakar já é de Ruben Faria
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Clique para ampliar O português Ruben Faria (KTM) subiu ao segundo lugar da geral de motos do rali Dakar 2013, após a penalização de 15 minutos ao seu “chefe de fila” Cyril Despres, devido à troca de motor durante a sétima etapa.

No domingo, dia em que se cumpre descanso na caravana da prova rainha do todo-o-terreno, Faria subiu um lugar na classificação geral, beneficiando da descida do seu companheiro de equipa, que caiu para quinto da geral, a 24.26 minutos do líder, o francês David Casteau (Yamaha).

Segundo a classificação publicada no sitio oficial da prova, Faria está agora a 11.16 minutos de Casteau, depois da organização ter penalizado Despres, o grande favorito à vitória em motos no Dakar, por ter trocado de motor durante a sétima etapa, considerada a “maratona”.

A oitava etapa do Dakar, disputada sábado, foi encurtada para as motos para uma especial de apenas 150 quilómetros cronometrados, em vez dos 491 previstos.

O piloto francês Guerlain Chicherit (SMG) foi o vencedor da oitava etapa do Dakar na categoria de automóveis, segundo deliberação dos comissários e depois dos problemas causados pela chuva, que só deixaram quatro carros terminar.

Chicherit terminou com 4.02 minutos de vantagem sobre o argentino Orlando Terranova (BMW), segundo, 5.17 face ao norte-americano Robby Gordon (Hummer), terceiro, e 12.15 em relação ao francês Stéphane Peterhansel (Mini), quarto.

Seguindo o regulamento, e tendo em conta que apenas quatro carros completaram os 183 quilómetros da tirada, os comissários decidiram atribuir a todos os restantes concorrentes o mesmo tempo de Peterhansel, o líder da geral, que gastou 2:07.21 horas.

 

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Actualizado em ( Domingo, 13 Janeiro 2013 18:05 )
 
Domingo, 13 Janeiro 2013 01:00   
Ruben Faria já está no pódio do Dakar (vídeo)
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Clique para ampliar Ruben Faria (KTM) subiu ao terceiro lugar da geral de motos do rali todo-o-terreno Dakar, depois de ter terminado em 33.º lugar a oitava etapa, que acabou com apenas 150 quilómetros de especial cronometrada.

Devido às fortes chuvas que caíram durante a noite, a organização do Dakar optou por anular a primeira secção, encurtando a especial cronometrada prevista para hoje, passando de 491 km para apenas 150.

Apesar de não ter sido o melhor luso em prova, já que Pedro Bianchi Prata (Husqvarna) terminou em quarto, a 1.10 minutos do vencedor, o espanhol Joan Barreda (2:07.26 horas) e Helder Rodrigues em 10.º (a 15.57), Faria gastou mais 22.24 minutos, mas acabou por subir uma posição na geral.

O francês Cyril Despres, campeão em título e companheiro de equipa de Faria, terminou a etapa em 11.º, a 16.09 minutos, ficando em segundo da geral, que tem novo líder, o francês David Casteau (Yamaha), com uma vantagem de 9.26 face ao “chefe de fila” do piloto português.

Os primeiros lugares da classificação geral podem, porém, vir a sofrer alguma modificação nas próximas horas, já que Cyril Despres mudou sexta-feira o motor da sua KTM pelo que pode vir a ser penalizado em 15 minutos.

A oitava etapa foi interrompida durante a especial cronometrada devido à forte intempérie que se abateu sobre o percurso, bloqueando a maioria dos concorrentes de quatro rodas ao formarem rios no asfalto, anunciou a organização.

“Os comissários estão reunidos para decidir os meios de contabilizar esta etapa”, anunciou o diretor da prova, David Castera, citado pela agência de notícias France Press.

A etapa dos camiões foi anulada, enquanto as motos, quads e automóveis fizeram somente parte do percurso de 183 km antes da chegada a San Miuel de Tucumán, com as motos a conseguirem terminar a prova.

Domingo, cumpre-se o primeiro dia de descanso do Dakar, sendo que a caravana volta a sair para a estrada segunda-feira, para a nona etapa, entre San Miguel de Tucuman e Córdoba, uma especial de 593 quilómetros.

[ Carlos Sainz fora do Dakar (vídeo) ]

[ Love Mii ]

[ Já conhece o novo Toyota Auris? ]

Actualizado em ( Domingo, 13 Janeiro 2013 01:00 )
 
Sexta, 11 Janeiro 2013 21:28   
Dakar: Ruben Faria à frente do favorito Despres
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Clique para ampliar O motociclista português Ruben Faria (KTM) terminou sexta-feira a sétima etapa do rali todo-o-terreno Dakar, entre Chile e Argentina, no quinto lugar, subindo ao quarto posto da geral, à frente do campeão em título, o francês Cyril Despres.

A tirada fez nova vítima mortal depois das quatro da véspera, num choque entre um carro de apoio e dois táxis. O motociclista francês Thomas Bourgin chocou com um carro da polícia chilena e morreu, aos 25 anos, ainda na fase de ligação.

Na corrida, Faria concluiu os 218 quilómetros cronometrados, pela Cordilheira dos Andes, a 2.30 minutos do mais rápido, o norte-americano Kurt Caselli (KTM), enquanto o chileno "Chaleco" Lopez (KTM) e o líder, o gaulês Olivier Pain (Yamaha), cederam apenas 1.23 minutos.

Pain ocupa o primeiro lugar, com 6.06 minutos de vantagem sobre Lopez. Ruben Faria encontra-se a 9.42 de Pain, mas à frente do seu "chefe de fila", Despres, que hoje se atrasou bastante.

Hélder Rodrigues (Honda), 19.º classificado, a 7.32 minutos de Caselli, queixou-se da altitude e segue no 11.º posto da geral, a 31.32 minutos de Pain.

Paulo Gonçalves (Husqvarna), que foi 26.º, cedendo mais 10 minutos, encontra-se no 25.º posto, enquanto Mário Patrão (Suzuki) concluiu a tirada logo de seguida, na 28.ª posição e ocupa o 40.º lugar da geral.

Nas quatro rodas, o experiente francês Stephane Peterhansel (Mini) voltou a dominar, concluindo o percurso com 39 segundos de vantagem sobre o compatriota Gerlain Chicherit (SMG), enquanto o norte-americano Robby Gordon (Hummer) foi o terceiro, a 1.08 minutos.

O português Carlos Sousa, co-adjuvado por Miguel Ramalho (Great Wall), chegou na nona posição, a 4.34 minutos.

Peterhansel e o qatari Al-Attiyah (Buggy) estão separados por 3.14 minutos, no topo da tabela, ao passo que a dupla lusa segue no nono lugar, já com 2^:07.29 horas de desvantagem.

Sábado, na oitava de 14 etapas e antes do dia de descanso, a caravana vai percorrer nova "maratona", entre Salta e San Juan de Tucumán, na Argentina, com um total de 491 quilómetros cronometrados, divididos em dois troços.

 

[ Carlos Sainz fora do Dakar (vídeo) ]

[ Já conhece o novo Toyota Auris? ]

 

 

 

Actualizado em ( Sexta, 11 Janeiro 2013 20:34 )
 
Quinta, 10 Janeiro 2013 20:21   
Carlos Sainz fora do Dakar (vídeo)
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Clique para ampliar O piloto espanhol Carlos Sainz (Buggy) abandonou quinta-feira o rali todo-o-terreno Dakar devido a problemas mecânicos, durante a sexta etapa da prova, disputada entre Arica e Calama, no Chile.

Segundo fontes da organização revelaram à agência EFE, o piloto espanhol ficou parado no quilómetro 181 da especial, presumivelmente com problemas de motor.

Ainda de acordo com a organização, um helicóptero já se deslocou para o local para recolher Sainz e o seu co-piloto e transportá-los para o acampamento de Calama.

O piloto madrileno já estava muito atrasado na classificação devbido a problemas anteriores com o seu Buggy. Na passada terça-feira, durante a quarta etapa, rompeu-se o tubo de gasolina do carro, tendo o Buggy que ser rebocado por outro veículo para poder terminar o troço cronometrado.

Já a mais de três horas do comandante da geral, Sainz já tinha se porposto para trabalhar nos próximos dias para a equipa, nomeadamente o seu companheiro Nasser Al-Attiyah, do Qatar.

[ Love Mii ]

[ Já conhece o novo Toyota Auris? ]

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Actualizado em ( Quinta, 10 Janeiro 2013 20:21 )
 
Quinta, 10 Janeiro 2013 01:23   
Love Mii
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Clique para ampliar A Seat marcou o ano de 2012 pela disponibilização de novidades que pretendem ancorar a Seat no sector de mercado que tem vindo a torná-la um êxito: automóveis acessíveis em termos de preço com um espírito desportivo que conquista, sobretudo, a clientela jovem. O lançamento do novíssimo Léon vem confirmar a pujança da Seat.

O slogan "auto emoción" continua a justificar-se nas novidades da Seat já que os carros que a marca propõe têm "raça" e debitam um prazer de condução acima da média na sua categoria de preços.

O modelo que marca o regresso da Seat aos minicitadinos tem um preço a partir dos 7.995 euros para a versão Entry de 60 cavalos.

O Mii tem 3,56 metros de comprimento, 1,65 m de largura e 1,48 m de altura, e não difere muito dos irmãos Volkswagen Up! e Skoda Citigo, excepto na dianteira, com a típica grelha da Seat, e na apresentação do interior, concebido de acordo com o estilo próprio da marca.

A bagageira tem uma capacidade para 251 litros, alcançando uns impressionantes 951 litros com os bancos traseiros rebatidos.

A oferta mecânica começa por um bloco a gasolina de 3 cilindros de 999 cc com duas potências: 60 e 75 cv, ambas associadas a caixa manual de 5 velocidades. Os consumos são baixos, entre 4,5 e 4,7, mas sobem rapidamente se o condutor se armar em piloto.

A variante menos potente alcança uma velocidade máxima de 160 km/h, enquanto que o motor de 75cv anuncia uma velocidade máxima de 171 km/h.

Tivemos a oportunidade de testar o Mii também na auto-estrada e a surpresa foi excelente: o Mii comporta-se melhor e reage mais rapidamente a acelerações a partir de 100 à hora do que muitos automóveis de um segmento superior.

O Mii está disponível com três níveis de equipamento: Entry, Reference e Style, que são os nomes dos novos pacotes de acabamentos de toda a gama.

O modelo que ensaiámos estava equipado com todos os luxos, incluindo um pequeno mas simpático GPS que também serve como centro de controlo de áudio. Tudo é simples mas confortável e acessível no pequeno Mii.

A coisa complicou-se quando uma mulher se sentou no lugar do morto. Dez segundos depois de apertar o cinto, a nossa passageira decidiu retocar os lábios mas não pode. Porquê? Porque o Mii não tem espelho de cortesia do lado direito! "Um escândalo num carro que é sobretudo destinado a um público feminino", disse a nossa passageira, exigindo ainda que tornássemos público este "defeito".

É difícil encontrar outros "defeitos" neste carrinho simpático, a não ser talvez a caixa de velocidades que - na versão manual - nos pareceu bastante aproximativa. Por vezes, fica-se na dúvida sobre qual está engatada.

Clique na foto para ver mais imagens do Seat Mii.

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Actualizado em ( Quinta, 10 Janeiro 2013 01:23 )
 
Quarta, 09 Janeiro 2013 23:39   
Portugueses a subirem no Dakar
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Clique para ampliar O motard Ruben Faria subiu ao quarto lugar da classificação do rali todo-o-terreno Dakar, depois de terminar a quinta etapa no 13.º lugar, cinco abaixo do compatriota Hélder Rodrigues, que continua a sua recuperação.

Hélder Rodrigues demorou mais 04.52 minutos do que o vencedor, o francês David Casteu (Yamaha), que cumpriu os 136 quilómetros da especial em 01:39.42 horas, enquanto Faria (KTM) justificou a aproximação do pódio ao fazer o percurso em mais 06.04 minutos.

“Esta foi uma etapa em que o cenário mudou radicalmente. Foi uma etapa relativamente curta, mas com algumas partes bem complicadas. Vim muito tempo atrás do Farres e só na parte final consegui passar para a frente dele e ficar liberto do pó que a sua moto levantava”, salientou à chegada a Arica o piloto da Honda.

Com o resultado de hoje, Rodrigues voltou a subir na classificação, liderada pelo francês Olivier Pain (Yamaha), sendo agora 12.º, depois de um salto de quatro lugares.

Paulo Gonçalves (Husqvarna) sucedeu ao compatriota na meta, gastando mais 06.27 minutos do que o vencedor e subindo cinco posições até ao 16.º posto. Mário Patrão (Suzuki) foi 27.º a 16.33 e ascendeu 15 lugares para 50.º.

Nos carros, Carlos Sousa repetiu o décimo lugar da etapa anterior, num dia em que Nani Roma ao comando de um Mini foi o melhor com o tempo de 01:49.40 horas.

“Ainda falta muita corrida e mantém-se tudo em aberto, sendo certo que a passagem pelo Atacama, já a partir de amanhã [quinta-feira], reserva sempre muitas surpresas… O carro continua sem problemas e acredito que podemos subir mais alguns lugares na geral até ao dia de descanso. Sem loucuras, mas andando sempre de forma consistente”, prometeu o português.

O piloto da Great Wall gastou mais 07.54 minutos do que o primeiro e manteve-se como 11.º classificado, numa tabela que continua a ser liderada por Stéphane Peterhansel (Mini) e a ter Nasser Al-Attiyah (Buggy) como “vice”.

Na quinta-feira será disputada a primeira especial cronometrada no Chile, um total de 454 quilómetros, com passagem pelo deserto do Atacama, repartidos por dois setores, com uma ligação neutralizada de uma centena de quilómetros.

[ O dia dos portugueses no Dakar (vídeo) ]

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[ Vicente Moura diz que Portugal não vai ganhar medalhas no Rio ]

Actualizado em ( Quarta, 09 Janeiro 2013 23:39 )
 
Quarta, 09 Janeiro 2013 00:18   
O dia dos portugueses no Dakar (vídeo)
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Clique para ampliar Os mortards portugueses Hélder Rodrigues (Honda), na foto, e Ruben Faria (KTM) foram terça-feira quinto e sexto classificados, respetivamente, na quarta etapa do rali todo-o-terreno Dakar, na qual o francês Oliver Pain (Yamaha) subiu a líder.

Numa das mais complicadas etapas da prova, os lusos chegaram, respetivamente, a 11.43 e 12.18 minutos do espanhol Barreda Bort (Husqvarna), que cumpriu os 288 quilómetros cronometrados entre Nazca e Arequipa (total de 718 km) em 3:41.09 horas.

Depois de dois dias em que teve problemas com gasolina perto do fim da etapa, Helder Rodrigues esteve ao seu nível e subiu 12 lugares, para o 16.º a 22.15.

“O Dakar são 15 dias com muitos imponderáveis e temos de ser muito calculistas na maneira como o abordamos. O mais importante é não cometer erros, particularmente na navegação. Estou satisfeito por ter conseguido recuperar de forma significativa na etapa de hoje e na quarta-feira tudo farei para melhorar ainda mais a minha classificação”, disse.

Ruben Faria também galgou cinco lugares e agora é sexto a 8.39.

O gaulês Cyril Despres (KTM) perdeu a liderança, caindo para o terceiro posto, após o 15.º lugar a 17.35 minutos, ficando agora a 3.09 de Pain, segundo na etapa, a 8.23 de Bort.

Paulo Gonçalves (Husqvarna) foi 18.º a 19.28 (caiu cinco lugares para 21.º), Mário Patrão (Suzuki) 32.º a 34.48 (subiu 27 lugares para 65.º) e Bianchi Prata (Husqvarna) 47.º a 41.59 (avançou 13 posições para 49.º).

Nas quatro rodas, Carlos Sousa (Great Wall) subiu seis posições para a 11.ª, a 1:29.35 horas de Stéphane Peterhansel (Mini), que foi segundo, atrás de Nasser Al-Atthiyah (Buggy), que repetiu o triunfo da véspera e continua em segundo da geral.

Sousa foi hoje 10.º a 26.09 minutos do piloto do Qatar.

Na quarta-feira os pilotos deixam o Peru para entrar no Chile e fazer 136 quilómetros cronometrados entre Arequipa e Arica.

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Actualizado em ( Quarta, 09 Janeiro 2013 00:18 )
 
Domingo, 06 Janeiro 2013 23:47   
Ruben Faria em segundo lugar no Dakar (vídeo)
Motores

Clique para ampliar O "motard" português Ruben Faria (KTM) mostrou-se satisfeito com o resultado na segunda etapa da 34.ª edição do rali todo-o-terreno Dakar, no qual é segundo da geral.

“Esta já foi uma verdadeira etapa do Dakar. Nada fácil, a velocidades elevadas. Ao quilómetro 40 tive dificuldade em encontrar um `way point´. Reparti com o Frans Verhoeven e ultrapassei-o. Depois, apanhei o Cyril (Despres) e passámos juntos as últimas grandes dunas”, disse o piloto, em declarações reproduzidas no site da Federação de Motociclismo de Portugal.

Ruben Faria revelou ainda que apanhou um susto já na reta final da etapa: “A dois quilómetros da chegada, a moto parou. Mexi na torneira de combustível e recomeçou a trabalhar. Espero que não seja mais do que isso…, mas fico inquieto para os próximos dias”.

A etapa correu igualmente bem a Hélder Rodrigues - era quarto a 60 quilómetros da chegada -, mas problemas com falta de gasolina fizeram-no moderar o ritmo.

“Infelizmente, a meia dúzia de quilómetros da chegada, apercebi-me de que estava com pouca gasolina e fui forçado a dosear o andamento, para não correr o risco de ficar parado no meio do setor selectivo”, disse o piloto da Honda, que bessa fase da corrida perdeu cerca de quatro minutos, tendo terminado a etapa no 15.º lugar.

Paulo Gonçalves (Husqvarna), 22.º da geral, sentiu muitas dificuldades para terminar a etapa: “Muitos de nós andámos perdidos, porque o `way point´ não era fácil de encontrar, e o pó tornou as coisas ainda mais difíceis”.

Por seu turno, Pedro Bianchi Prata (Husqvarna) imprimiu um bom ritmo à corrida, mas uma dificuldade de navegação impediu um melhor resultado do que o 61.º tempo da etapa.

"Foi uma segunda etapa difícil, com muito pó, areia solta e dunas. Andei muito bem no início, mas, ao quilómetro 74, perdi muigto tempo para apanhar um `way point´", frisou o piloto.

Nos automóveis, Carlos Sousa cumpriu com o prometido no sábado e atacou hoje para recuperar posições, tendo subido do 20.º ao nono lugar da geral.

“Entrámos bastante mais descontraídos do que ontem (sábado) e, mesmo sem arriscar nada, acho que hoje conseguimos impor um ritmo de corrida forte desde início, cumprindo toda a especial sem grandes problemas, à exceção de uma duna mais complicada já perto do final, onde atascamos e teremos perdido entre quatro a cinco minutos”, disse Carlos Sousa, em declarações reproduzidas pela sua assessoria de imprensa.

Em relação à etapa, o piloto luso referiu: "Ultrapassámos vários carros ao longo da especial e vimos muitos concorrentes perdidos e atascados ao longo do percurso. O Miguel (Ramalho) fez um trabalho fantástico de navegação e isso acabou por ser determinante para este resultado, que é bastante motivador, após o início mais cauteloso de ontem".

"Claro que as principais dificuldades ainda estão para chegar, mas é um facto que hoje estivemos já mais próximos do ritmo que queremos e podemos impor neste Dakar. Só foi pena aquela duna no final… Distraí-me um pouco e acabei por atascar, perdendo alguns minutos para conseguir sair daquele local. Mas o Dakar ainda está agora a começar”, completou o piloto português.

Na segunda-feira corre-se a terceira etapa da prova, que vai ligar Pisco a Nazca, ainda no Peru, na distância total de 343 quilómetros.

[ Já começou o Dakar 2013 (vídeo) ]

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Actualizado em ( Domingo, 06 Janeiro 2013 23:47 )
 
Domingo, 06 Janeiro 2013 03:12   
Já começou o Dakar 2013 (vídeo)
Motores

Clique para ampliar O motard português Ruben Faria (KTM) foi este sábado sétimo classificado na primeira especial da 34.ª edição do rali todo-o-terreno Dakar, que se iniciou no Peru.

Numa especial ganha pelo chileno Francisco Lopez "Chalenco" (KTM), que correu os 13 quilómetros em 7.51 minutos, Ruben Faria gastou mais 19 segundos do que o vencedor, enquanto Paulo Gonçalves (Husqvarna) foi 13.º com mais 32 segundos, Hélder Rodrigues (Honda) foi 29.º com mais 53, Bianchi Prata (Huqvarna) foi 62.º com mais 1.34 minutos e Mário Patrão (Suzuki) foi 70.º com mais 1.47.

Nos automóveis, o espanhol Carlos Sainz (Buggy), vencedor da prova em 2010, tornou-se no primeiro líder, ao cumprir os 13 quilómetros da especial em 7.40 minutos, superando em oito segundos o argentino Lucio Alvarez (Toyota) e em 10 o francês Guerlain Chicherit (SMG).

Entre os portugueses, Carlos Sousa (Great Wall) foi o mais rápido, mas já na 20.ª posição, tendo assumido um andamento cauteloso nesta curta especial.

“Entrei muito nervoso e custou-me a entrar no ritmo. Era uma especial bastante rápida e muito talhada para os buggys. Ainda assim, confesso que estaria talvez à espera de uma classificação mais próxima do top-10”, admitiu o piloto português, em declarações reproduzidas pela sua assessoria de imprensa.

O BOMDIA vai seguir o Dakar 2013 a par e passo, com destaque para as prestações dos pilotos lusos.

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Actualizado em ( Domingo, 06 Janeiro 2013 03:12 )
 
Quarta, 02 Janeiro 2013 23:23   
Elisabete Jacinto segunda numa etapa do Africa Eco Race (vídeo)
Motores

Clique para ampliar A piloto portuguesa Elisabete Jacinto foi segunda classificada na categoria de camiões da quinta etapa do Africa Eco Race em todo-o-terreno, ocupando o sétimo lugar da classificação geral da prova.

A equipa portuguesa da categoria de automóveis, Paulo Ferreira/Jorge Monteiro, apesar de ter sido apenas 11.ª na etapa, um traçado de 331 quilómetros, que ligou Gwirat Larjam a Dakhla, subiu ao sexto lugar da classificação geral, com um total de 19:02.34 horas, mais 2:25.07 do que o comandante, o francês Jean-Louis Schlesser.

Elisabete Jacinto gastou hoje mais 3.48 minutos do que a equipa russa da Kamaz - Anton Shibalov, Evgeny Yakovlev e Dmitry Sotnikov -, vencedora hoje nos camiões e líder da geral, estando agora na segunda posição da classificação de camiões, com mais 30.33 minutos do que os piloto de leste.

O conjunto luso, que conta ainda com José Marques e Marco Cochinho, detém uma vantagem de 1:05.36 horas para o terceiro classificado, os checos Tomas Tomecek e Vijtech Moravek.

"Até agora tem corrido tudo muito bem. A equipa está muito feliz com os resultados alcançados. Agora temos de ter em conta que vamos entrar nos duros terrenos da Mauritânia", afirmou a piloto lusa, traçando um balanço à primeira parte da prova, em declarações à sua assessoria de imprensa.

Na quinta-feira cumpre-se um dia de descanso na prova africana, que se despediu hoje de território marroquino. As próximas quatro etapas vão decorrer já em terreno da Mauritânia, deisputando-se a parte final da prova no Senegal.

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Actualizado em ( Quarta, 02 Janeiro 2013 23:23 )
 
Sexta, 28 Dezembro 2012 10:31   
2013 será ano de recorde de vendas de automóveis
Motores

Clique para ampliar As vendas de automóveis no mundo devem bater um recorde em 2013, pelo quarto ano consecutivo, ultrapassando os 64 milhões de unidades, devido sobretudo à China, previu o banco canadiano Scotia, noticia a AFP.

Em estudo divulgado hoje, o banco prevê uma subida das vendas mundiais em quatro por cento, depois de um aumento médio de sete por cento nos três anos precedentes.

“As vendas mundiais vão ser sustentadas por um forte aumento do número de empregos nos países em desenvolvimento, por taxas de juro muito baixas e pela recente aceleração da expansão monetária à escala mundial”, afirmou um economista deste banco especializado no setor automóvel, Carlos Gomes,

A Ásia vai permanecer o principal mercado mundial, com vendas previstas de 25,7 milhões de viaturas. A China, que representa cerca de 20 por cento das vendas mundiais, deve ter um crescimento de mais de 10 por cento e atingir os 11,8 milhões de viaturas.

Na Índia, a subida deve ser mais modesta, uma vez que este país conheceu em 2012 o seu mais fraco crescimento económico desde 2002, devido à subida da inflação.

Considerando as vendas de camiões ligeiros, a América do Norte deve conhecer um crescimento de 4,4 por cento, para mais de 17,7 milhões de unidades, das quais 15 milhões nos EUA.

“A situação das famílias norte-americanas melhorou e nunca esteve tão equilibrada nos últimos dez anos (…), o que lhes vai permitir substituir muitos dos carros velhos que estão em circulação. De facto, a idade média do parque automóvel norte-americano é hoje, pela primeira vez, superior a 111 anos”, destacou Gomes.

Na Europa Ocidental, as vendas, que caíram em 2012 para um mínimo de 19 anos, devido à crise nos países mediterrânicos, corroídos pela dívida, devem permanecer estáveis em 11,65 milhões, pelas previsões do banco.

Ao contrário, estarão em alta ligeira na Europa de Leste, em particular na Rússia, onde atingirão os 4,63 milhões, bem como na América Latina, onde subirão para os cinco milhões.

A previsão de subida na América Latina é justificada com a aceleração do crescimento económico do Brasil, associado à construção de infraestruturas decorrente da preparação do campeonato do mundo de futebol em 2014 e dos jogos olímpicos, marcados para o verão de 2016.

[ Votos de boas festas da equipa BOMDIA ]

Actualizado em ( Sexta, 28 Dezembro 2012 10:31 )
 
Domingo, 16 Dezembro 2012 18:20   
Conselhos para poupar combustível
Motores

Clique para ampliar A ADENE, em coordenação com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT), elaborou um Guia da Condução Eficiente. A ADENE - Agencia para a Energia - é o organismo português que tem por missão promover e realizar actividades de interesse público na área da energia e das respectivas interfaces com as demais políticas sectoriais.

Ficam aqui os 10 conselhos práticos com maior resultado:

1 - Arrancar de forma eficaz

- Assim que ligar o motor do carro, inicie a marcha. Nos motores a gasóleo, deve esperar alguns segundos por questões de lubrificação de motor.

- Por cada hora ao ralenti, um motor gasta aproximadamente 1 litro de combustível

- Nos motores modernos, já não é necessário esperar que o motor aqueça antes de iniciar a marcha.

- Utilize a primeira mudança no arranque e mude de imediato para a segunda e seguintes, sem colocar em causa a segurança.

2 - Menos velocidade = menor consumo

- A 90km/h, 50% da energia é desperdiçada em questões aerodinâmicas, ou seja, a empurrar o ar à frente do veículo.

- Circular a 120 Km/h em vez de a 100 Km/h pode traduzir-se num aumento de combustível de até 44%.

- Por norma, ao reduzir a velocidade em 10%, isso traduz-se num consumo de combustível de 15%.

- Procure manter a velocidade o mais constante possível. Acelerações constantes aumentam o consumo.

3 - Caixa de velocidades e acelerador

- Circule com a mudança da caixa de velocidades mais alta possível.

- Mudanças mais altas, traduzem-se em rotações do motor mais baixas e logo em menor consumo.

- É preferível circular com uma mudança mais alta e com o acelerador mais pisado num regime de 2.000 rpm, do que com uma mudança reduzida e com o acelerador pisado mais levemente a 3.500 rpm.

- Na cidade, sempre que possível, circule em 4ª ou 5ª mudança.

- Passe de caixa o mais cedo possível. Normalmente, isso faz-se entre as 1500 e 2000 rotações por minuto para motores a gasóleo e entre as 2000 e 2500 rpm para motores a gasolina.

4 - Aproveitar a inércia

- Aproveite a inércia do seu veículo nos abrandamentos de velocidade

- Evite travagens e acelerações bruscas

- Numa descida, levante o pé do acelerador e ajuste a velocidade com a caixa de velocidades e o travão. Poupa mais combustível assim do que em ponto morto.

5 - Ver sempre a pressão dos pneus

- Verifique uma vez por mês a pressão dos seus pneus.

- Pressão baixa nos pneus pode aumentar o consumo de combustível até 8%. Pressão demasiado alta provoca uma menor aderência ao piso.

- Os pneus radiais podem parecer que têm a pressão certa, mas estarem com pressão baixa.

6 - Tentar reduzir a carga

- Quanto mais carga, mais esforço do motor, logo maior consumo.

- Em média cada 100 kgs adicionais, representam um aumento de 5% no consumo.

- Mais carga, implica também maior desgaste de suspensões, travões e motor.

- Retire do veículo toda a carga desnecessária.

7 - Cuidado com a aerodinâmica

- Uma má aerodinâmica aumenta o consumo de combustível

- Não circule com barras no tejadilho quando não são necessárias

- Barras no tejadilho ou acessórios exteriores podem aumentar o consumo até 35%

- Janelas abertas prejudicam a aerodinâmica e pode representar um aumento de consumo de 5%.

8 - Apostar numa manutenção correcta

- Um motor mal afinado pode representar um aumento de combustível de até 30%.

- Respeite as manutenções programadas do fabricante.

- As operações de manutenção devem ser realizadas por técnicos especializados.

9 - Aproveitar as descidas

- Em descidas, aproveita a inércia do carro, sem comprometer a segurança, mantendo uma mudança engrenada.

- Trave ou reduza apenas quando necessário.

10 - Mudança alta nas subidas

- Em subidas, utilize a mudança mais alta que lhe seja possível, mesmo que tenha que carregar mais no acelerador. É preferível a ter que reduzir para uma mudança mais baixa.

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Actualizado em ( Domingo, 16 Dezembro 2012 18:20 )
 
Domingo, 25 Novembro 2012 18:57   
Vettel tricampeão do mundo de Fórmula 1
Motores

Clique para ampliar O alemão Sebastian Vettel tornou-se domingo no mais jovem tricampeão mundial de Fórmula 1 e no terceiro piloto a conquistar três títulos consecutivos, após o Grande Prémio do Brasil, última prova do campeonato.

Numa prova marcada por diversas incidências, entre as quais um quase comprometedor pião de Vettel (Red Bull) na primeira volta, o alemão conseguiu controlar a sua posição em relação ao espanhol Fernando Alonso (Ferrari) na fase final da corrida, disputada em condições muikto difíceis devido à chuva, tendo a prova, que foi ganha pelo britânico Jenson Button (McLaren), terminado mesmo com o "safety car" em pista.

Aos 25 anos e 140 dias, Vettel segue assim na perseguição de recordes e imita agora o argentino Juan Manuel Fangio e o seu compatriota Michael Schumacher, os dois pilotos mais titulados da história, com Fangio a ter conquistado cinco cetros e o Schumacher sete.

Depois de um primeiro e difícil título em 2010 e do “passeio” em 2011, em que conquistou o cetro a quatro provas do fim, Vettel voltou a precisar da última corrida para se sagrar campeão, tendo hoje voltado a ver o seu título perigar, mas no final da corrida acabou por festejar novo título, ao ser sexto, conseguindo terminar o campeonato com três pontos de vantagem para Alonso, segundo na prova brasileira.

Depois de uma primeira fase da época complicada, com apenas um triunfo (Bahrein) até à pausa de verão, em agosto, Vettel teve um mês de outubro perfeito, com três conquistas em outros tantos grandes prémios (Japão, Coreia do Sul e Índia), antecedidos por uma vitória em Singapura.

Esta série de triunfos permitiu-lhe ascender à liderança, que não voltou a largar, confirmando agora o tricampeonato com no circuito de Interlagos.

Na última temporada, Vettel já tinha batido o recorde de precocidade de Fernando Alonso, ao tornar-se, aos 24 anos e 98 dias, o mais novo bicampeão do Mundo, tirando quase um ano ao máximo do espanhol, que, em 2006, tinha “bisado” aos 25 anos e 85 dias, e mais de dois ao de Schumacher, que conquistou o segundo título com 26 anos e 292 dias, em 1995.

Em 2010, o piloto da Red Bull já tinha sido coroado o mais jovem campeão mundial da história da Fórmula 1, retirando quase meio ano à idade com que o britânico Lewis Hamilton arrebatou o cetro em 2008 e dando continuidade ao desempenho em 2009, quando se sagrou o mais precoce vice-campeão do Mundo.

Schumacher, Alonso e Hamilton estão a ser varridos por Vettel dos livros dos recordes da Fórmula 1: em 2007, tornou-se o piloto mais jovem a pontuar, na primeira prova em que participou, ao levar o BMW Sauber ao oitavo lugar no Grande Prémio dos Estados Unidos, e, alguns meses mais tarde, foi o mais jovem a liderar uma corrida, no Japão, já ao volante de um Toro Rosso.

Os espetadores do Grande Prémio de Itália de 2008 assistiram a uma série de máximos de precocidade estabelecidos pelo prodígio alemão, ainda na equipa satélite da Red Bull.

Em apenas um fim de semana, Vettel tornou-se o mais jovem a obter a “pole position”, a ganhar uma corrida e, consequentemente, a subir ao pódio e conquistar uma “dobradinha”.

Em 2009, no Grande Prémio da Grã-Bretanha, fixou um novo marco de precocidade, ao conquistar a “pole”, ganhar a corrida e estabelecer a volta mais rápida na mesma prova.

No ano seguinte, Vettel partiu para a última prova na terceira posição do campeonato, a 15 pontos do líder Alonso, mas conseguiu sair de Abu Dhabi com o título mundial, num ano em que ajudou a Red Bull a vencer o seu primeiro campeonato de construtores e foi o piloto mais jovem a repetir a vitória na mesma corrida, no Grande Prémio do Japão.

Em 2011, Vettel igualou o máximo de Alonso de 2006, com nove corridas consecutivas concluídas nos dois primeiros lugares no mesmo ano e bateu, com 15, o recorde de “poles” na mesma temporada, que Nigel Mansell fixara em 14 em 1992.

Vettel começou a reescrever a história da Fórmula 1 a partir do momento em que se sentou num monolugar. Em 2006, assumiu-se como o piloto mais jovem a participar num Grande Prémio, na Turquia, ainda que como terceiro piloto, tendo mesmo estabelecido a volta mais rápida da sessão.

Tal como a maioria dos atuais pilotos da Fórmula 1, começou muito novo a competir no karting, mas o único grande título fora da modalidade rainha surgiu em 2004, ao sagrar-se campeão da Fórmula BMW ADAC, numa carreira que passou também pela Fórmula 3 e pela Fórmula Renault.

Nome: Sebastian Vettel.

Naturalidade: Heppenheim (Alemanha).

Data de nascimento: 03 de Julho de 1987.

Equipa na F1: Red Bull-Renault.

Estreia na F1: GP Estados Unidos (2007).

Primeira vitória na F1: GP Itália (2008).

GP de F1 disputados: 101.

Vitórias na F1: 26.

Pole positions na F1: 36.

Pódios na F1: 46.

Vitórias no Mundial de F1 de 2012: GP Bahrein, GP Singapura, GP Japão, GP Coreia do Sul, GP Índia.

Títulos: campeão Fórmula BMW ADAC (2004), campeão mundial F1 (2010, 2011, 2012).

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Actualizado em ( Domingo, 25 Novembro 2012 18:38 )
 
Segunda, 19 Novembro 2012 00:38   
Portugal voltou a Macau ao volante de Félix da Costa
Motores

Clique para ampliar António Félix da Costa revelou ter ficado sem palavras para descrever a felicidade de vencer a Taça Intercontinental de Fórmula 3, em Macau, e agradeceu o aos portugueses que cantaram "A Portuguesa" quando tocava outro hino por engano.

"Não há palavras, não há palavras. Ganhar aqui em Macau com esta comitiva portuguesa é incrível e o pormenor do hino foi muito triste, mas por outro lado tivemos um momento muito bonito com toda a gente, todos os portugueses e que sabiam o hino lá em baixo, a cantar. Foi muito, muito emocionante", disse o piloto, que no pódio chorou de felicidade.

Félix da Costa agradeceu o "apoio a todos os portugueses presentes no circuito e aos macaenses que falam português" num fim de semana que considerou "muito escuro", porque ficou marcado por duas mortes, como a do português Luís Carreira a quem dedicou a sua vitória.

Por outro lado o piloto lamentou que em Portugal se abram noticiários com "notícias pequenas", se dê pouca atenção ao desporto motorizado, e que seja necessária a morte de um piloto "para se abrir um noticiário ou para se fazer uma notícia sobre o Grande Prémio de Macau".

Sobre a corrida, Félix da Costa voltou a salientar as dificuldades do circuito ladeado por murros e ‘rails’.

"É uma prova muito difícil. Foram 15 voltas no limite, muito perto das paredes, ao mínimo erro as coisas podiam correr mal, tivemos muito perto das paredes algumas vezes, mas consegui sempre ter aquela distância segura em que os outros carros não conseguiam apanhar o meu cone de ar na reta", explicou.

Sobre o seu futuro, o piloto disse esperar as decisões da Red Bull, mas avança que deverá entrar para as "World Series by Renault" e que gostava de manter uma ligação à Fórmula 1 como ocorreu este ano.

Já em Macau espera não regressar nos próximos anos como piloto, o que significa uma evolução na carreira, mas recordou que era um objetivo pessoal ganhar no território e considerou "incrível ter este título no palmarés".

"Sabia que era a ultima oportunidade, não podíamos falhar e em conjunto com a equipa conseguimos trazer esta vitória para Portugal", concluiu.

[ Hamilton vence nos Estados Unidos e baralha contas do título ]

Actualizado em ( Segunda, 19 Novembro 2012 00:38 )
 


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