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Terça, 21 Maio 2013 22:32   
Deputado inquieto com falta de informação sobre consulado do Rio
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Clique para ampliar O deputado Paulo Pisco (PS) criticou a falta de informação sobre processos disciplinares a funcionários do consulado-geral português no Rio de Janeiro e a alegada degradação do atendimento ao público daquele posto diplomático.

Numa pergunta dirigida ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, o deputado Paulo Pisco diz que as informações que dispõe indicam que “nove funcionários foram alvo de um processo disciplinar (no consulado-geral do Rio de Janeiro), o que não é uma situação nada normal, mas que também não pode ser abafada”.

O consulado-geral de Portugal no Rio de Janeiro foi alvo, em maio de 2012, de uma inspeção diplomática acompanhada por inspetores da Polícia Judiciária portuguesa.

A situação chegou ao conhecimento do deputado socialista Paulo Pisco na sequência de uma visita que ali efetuou em junho do ano passado, o que levou Paulo Pisco a enviar uma primeira pergunta ao Ministério dos Negócios Estrangeiros a pedir informações sobre o caso.

“Não obstante ter pedido esclarecimentos já há quase um ano sobre as razões pelas quais a Inspeção Diplomática esteve no consulado-geral do Rio de Janeiro acompanhada pela Polícia Judiciária, na sequência, aliás, de várias outras inspeções diplomáticas efetuadas, não obtive qualquer resposta”, referiu Pisco na pergunta.

Sem resposta sobre o caso, o deputado socialista disse que isso “vem adensar a falta de transparência relativamente ao funcionamento dos serviços e a eventuais irregularidades que lá possam ter ocorrido ou continuam a ocorrer”.

O deputado socialista quer saber do Governo porque não foram divulgadas quer as conclusões do inquérito da Polícia Judiciária quer o resultado das inspeções consulares efetuadas.

Paulo Pisco disse que o consulado-geral do Rio de Janeiro tem sido atingido por uma degradação crescente na qualidade do atendimento e que o número de atos consulares diários tem vindo a cair, aumentando as dificuldades e o tempo de espera dos utentes.

De acordo com Pisco, entre as queixas mais recorrentes sobre o atendimento no consulado estão o favorecimento e o custo excessivo dos atos consulares, ambos relacionados com o sistema de porta fechada e de marcação por telefone ou email.

O Sindicato dos Funcionários Consulares, segundo Pisco, informou que o sistema de atendimento favorece o aparecimento de “agências” que oferecem os seus serviços aos utentes, que chegam a pagar mais do dobro do que está nas tabelas oficiais para ter prioridade sobre os que fizeram a marcação prévia.

“Há mesmo processos simples de registo civil que estão por resolver há mais de um ano, o que é inaceitável”, declarou Paulo Pisco.

Paulo Pisco indicou ainda que os pagamentos “têm uma estranha complexidade”, uma vez que têm de ser feitos num banco, através de um documento chamado “boleto”, causando transtornos e custos acrescidos, o que tem que acabar, defendeu.

Além disso, segundo o deputado, “há denúncias sobre irregularidades na tesouraria, que importaria saber se têm fundamento ou não”.

A Lusa contactou com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para obter um comentário sobre estes temas, mas ainda não teve resposta.

[ Portugal a exportar para a China? ]

[ A presença portuguesa no festival de Cannes (vídeo) ]

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Actualizado em ( Terça, 21 Maio 2013 22:32 )
 
Terça, 21 Maio 2013 10:34   
Português envolvido em acidente de balão na Turquia era o piloto e reside no país
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Clique para ampliar O português envolvido no acidente com um balão de ar quente ocorrido na segunda-feira na Turquia e que matou três pessoas é o piloto do dirigível e reside no país, disse hoje à Lusa fonte da embaixada.

De acordo com fonte da embaixada portuguesa em Ancara, capital da Turquia, o português “foi operado ao nariz, mas está bem”.

Três turistas brasileiras morreram e outras 22 pessoas ficaram feridas na sequência da queda do balão de ar quente em que seguiam, na Capadócia, centro da Turquia.

As primeiras notícias sobre o acidente davam conta que entre os feridos estava um turista português.

Hoje, fonte da embaixada portuguesa esclareceu à agência Lusa que o homem é residente na Turquia e piloto do balão.

Em declarações à agência noticiosa turca, Abdurrahman Savas, o governador da província de Nevsehir, uma das regiões turcas mais procuradas pelos turistas, as pessoas envolvidas no acidente integravam um grupo de turistas seniores, a maioria originários da América do Sul, que estavam a passar alguns dias de férias na Capadócia.

Os passeios em balão são uma atividade com popularidade crescente na Turquia, especialmente na região da Capadócia.

O acidente de segunda-feira ocorreu cerca de três meses depois de um balão de ar quente ter explodido em Luxor, no Egito, matando 19 pessoas.

[ A presença portuguesa no festival de Cannes (vídeo) ]

[ Venezuela é prioridade na política externa de Portugal ]

[ Timor festejou 11 anos de independência ]

Actualizado em ( Terça, 21 Maio 2013 10:34 )
 
Segunda, 20 Maio 2013 23:00   
Venezuela é prioridade na política externa de Portugal
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Clique para ampliar O ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Portas, defendeu em Caracas que a Venezuela "é uma prioridade" na política externa de Portugal e que ainda é possível estreitar mais as relações bilaterais.

"A Venezuela é uma prioridade na nossa política exterior. É uma prioridade porque as nossas relações políticas e institucionais são muito antigas e muito boas e depois porque há um cruzamento natural, quotidiano, entre muitos portugueses que aqui vivem", disse.

Paulo Portas falava durante uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo venezuelano, Elias Jaua, no âmbito da abertura dos trabalhos da 8.ª Comissão Mista de Acompanhamento Bilateral, que começou hoje em Caracas e terminará em Lisboa, em data ainda a definir.

Referindo que mais de 400 mil portugueses residem da Venezuela, Paulo Portas afirmou que "não são pouca gente e são boa gente, estão integrados com os venezuelanos, muitos dos pequenos comércios são propriedade de portugueses e a gente portuguesa que aqui vive está muito integrada na sociedade da Venezuela, isso seria suficiente para que a Venezuela fosse uma prioridade".

"O nível das nossas relações económicas é muito alto, não começou agora, é uma continuidade mas estamos sempre a melhorá-lo, por isso tantas empresas portuguesas estão presentes em parcerias para ser parte do desenvolvimento. Não é só vender o que se produz, é ser parte do desenvolvimento de um país que está a desenvolver os seus aspetos económicos e sociais", frisou.

O chefe da diplomacia portuguesa disse ainda ter "a convicção de que é muito importante que uma parte dessa cooperação tenha um impacto direto numa vida melhor para muita gente".

Paulo Portas explicou que "quando se constroem habitações, quando se procura contribuir para que a distribuição possa melhorar, quando se fala da educação tecnológica que recebem as crianças, isso é parte naturalmente do futuro e da transformação de uma sociedade".

"Já estamos num ponto muito alto das relações mas ainda podemos subir mais e vamos ver se conseguimos que esta primeira parte (Caracas) e a segunda (Lisboa) desta comissão mista seja um ponto mais na escada de uma excelente relação que é a relação que têm a Venezuela e Portugal. Repito, com um princípio que para mim é indiscutível. O respeito pela soberania de cada um", concluiu.

[ Portas: Somos muito cuidadosos na nossa relação com a Venezuela ]

[ Aquilino Ribeiro recordado em Paris ]

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Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 23:00 )
 
Segunda, 20 Maio 2013 22:27   
Aquilino Ribeiro recordado em Paris
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Clique para ampliar O escritor Aquilino Ribeiro é evocado em Paris, esta semana, por ocasião do cinquentenário da sua morte, numa iniciativa da Associação Portuguesa de Escritores (APE), que desde fevereiro tem estado a evocar a efeméride.

Em comunicado, a APE refere-se às iniciativas, que se realizam na próxima quarta e sexta-feira, como “uma expressiva homenagem ao autor de ‘A Casa Grande de Romarigães’”.

O programa é coordenado pelo escritor Luís Machado, e abre na quarta-feira, às 18:00 locais, com uma mesa-redonda sob o título “Aquilino: Paris – Tempo de Exílios e Liberdade”, no Centro Cultural da Fundação Calouste Gulbenkian.

Esta mesa-redonda conta com as participações de António Coimbra Martins, Eduardo Lourenço, José-Augusto França, José Manuel Mendes e Luís Machado.

“Recorde-se que as vivências de Aquilino [Ribeiro] em Paris, no fundo, a cidade da sua juventude, passaram também pelos cafés que propiciaram convivialidades, abriram novos horizontes e conferiram outras universalidades à sua escrita”, afirma a APE no mesmo comunicado.

Lembra a APE que, “longe da pátria, invadido de nostalgia e de saudade, o escritor exilado vive um tempo de evasão (repleto de viragens históricas) e traça novos rumos sempre na busca dos caminhos da liberdade”.

Sexta-feira, esta “expressiva homenagem” encerra às 10:00, na Closerie des Lilas, na Port Royal, onde Luís Machado evocará “os cafés de Aquilino, em Montparnasse”.

As iniciativas da APE evocando o cinquentenário da morte de Aquilino Ribeiro iniciaram-se em fevereiro passado, com um debate sobre “O Homem e o escritor”, no Panteão Nacional, em Lisboa, onde o escritor está sepultado, e encerram no dia 27, com um “jantar tertúlia”, às 20:00, no café Martinho Arcada, em Lisboa.

“De garfo e faca com Aquilino” é o mote do jantar tertúlia que conta à mesa com as intervenções, entre outros, de António Valdemar e Luís Machado, que abordarão a gastronomia, na obra do escritor.

Aquilino Ribeiro é autor de 23 romances e novelas, entre os quais “Aventura Maravilhosa”, dez contos e uma biografia de Camilo Castelo Branco, em três volumes.

Nascido em 1885 em Carregal de Tabosa, no concelho de Sernancelhe, Aquilino Ribeiro estudou Teologia, em vários seminários portugueses, e Literatura, na Sorbonne, em Paris. Em 1960, foi proposto para o Prémio Nobel de Literatura por Francisco Vieira de Almeida, com o apoio de várias personalidades, designadamente Mário Soares, Alves Redol, Luísa Dacosta, Vitorino Nemésio e David Mourão-Ferreira.

Em 1963 foi alvo de várias homenagens no país, tendo falecido, em Lisboa, no dia 27 de maio.

O escritor desde cedo participou em ações contra o regime ditatorial, tendo afastado, na autobiografia “Um escritor confessa-se”, publicada em 1974, a hipótese de estar envolvido no regicídio de fevereiro de 1908, que tirou a vida ao rei D. Carlos e ao príncipe real, Luís Filipe.

Aquilino Ribeiro colaborava desde 1906 no jornal republicano A Vanguarda, em Lisboa, cidade onde se fixara quando decidiu abandonar o seminário de Beja, em 1903.

Em 1907, entrou para a loja maçónica Montanha e, em parceria com José Ferreira da Silva, escreveu “A Filha do Jardineiro”, uma obra de ficção de propaganda republicana, crítica das figuras da monarquia constitucional.

Nesse mesmo ano foi preso sob a acusação de ser “anarquista”. Evadiu-se da prisão, foi para França e regressou a Portugal com a proclamação da República, em 1910.

Em 1927, estando Portugal sob a Ditadura Militar, Aquilino Ribeiro participou na revolta de Lisboa, exilando-se novamente em Paris.

No ano seguinte integrou a revolta de Pinhel, sendo preso na Cadeia do Fontelo, em Viseu, de onde se evadiu outra vez para Paris, regressando clandestinamente a Portugal, em 1932.

[ Museu da Batalha ganha prémio europeu ]

[ Passeio pelo Douro dos escritores ]

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Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 22:27 )
 
Segunda, 20 Maio 2013 01:18   
Tri portista comemorado também pela emigração
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Clique para ampliar A vitória do Futebol Clube do Porto (FC Porto), domingo à noite, no campeonato de futebol, mobilizou emigrantes portugueses de Bruxelas a Newark, passando pelo Luxemburgo, onde benfiquistas reconheceram que não podiam "ter perdido pontos antes de ir ao Dragão".

Os adeptos do FC Porto fizeram-se ouvir, durante alguns minutos, em Bruxelas, no bairro de Flagey, onde residem muitos emigrantes portugueses, celebrando a conquista do campeonato com buzinadelas, junto a cafés de origem nacional.

“Depois de ver o Benfica celebrar a conquista do campeonato na Madeira e a reservar o Marquês [de Pombal, em Lisboa], esta vitória ainda soube melhor”, disse à Lusa Inácio Rodrigues, adepto portista.

Para João Santos, a vitória do FC Porto demonstra que a equipa azul e branca constitui “o maior clube português” e “ensina ao Benfica que os títulos só se celebram no fim”.

Mas se, na capital belga, os adeptos portistas saíram para a rua, para celebrar, assim que soou o apito final, entre os benfiquistas o desânimo era evidente.

“Isto já não tem interesse algum. Estava visto que o Paços de Ferreira ia perder o jogo com o FC Porto”, afirmou à Lusa Albano Filipe, adepto do Benfica e proprietário do Café Portugal.

Albano Filipe confessou estar “desiludido com o Benfica”, mas garantiu que, apesar do resultado, o negócio não foi afetado. “Tive casa cheia na mesma”, assegurou.

Nos Estados Unidos, no Sport Clube Português de Newark, em New Jersey, cidade com maior população do Estado e uma grande concentração da comunidade portuguesa, a televisão estava sintonizada, durante a tarde de domingo, no jogo que opunha o FC Porto e o Paços de Ferreira.

António Pinho, de 65 anos, começou a dançar quando soou o apito final e disse que "é justo" ser o Porto a vencer o campeonato.

"O Benfica fez uma época excelente, mas perdeu por sua culpa, quando empatou com o Estoril, a duas jornadas do fim", afirmou. "Foi por culpa das invenções do Jorge Jesus", disse o emigrante aveirense, não esquecendo o treinador da equipa da Luz.

Quanto a Vítor Pereira, o técnico da equipa do "Dragão", o portista disse que "continua a não ser um bom treinador", apesar da vitória do seu clube.

"Ganhou dois campeonatos porque o Villas Boas lhe deixou a equipa feita". "Quem devia treinar o Porto era o Domingos Paciência", afirmou.

Ao contrário do que acontecera na semana passada, quando o FC Porto enfrentara o Benfica em casa, o Sport Clube Português de Newark não estava cheio, e eram raros os adeptos da equipa lisboeta.

Luís Melo, 38 anos, era um dos poucos benfiquistas no ponto de encontro da comunidade portuguesa.

"Vim porque ainda acreditava que era possível a vitória", explicou à agência Lusa, acrescentando: "O Porto teve um penalti que não existiu, mas a culpa de perder o campeonato é nossa, que não podíamos ter perdido pontos antes de ir ao Dragão, onde sabíamos que era difícil ganhar. Jogámos sempre mais futebol do que o Porto. Devíamos ter vencido este campeonato".

O português continua a apoiar Jorge Jesus, mas diz que, "neste momento, é preciso fazer algumas perguntas e esperar que o treinador tenha aprendido algumas coisas durante a época."

Depois de ver a sua equipa perder a final da Taça UEFA e a Liga, Luís Melo pensa agora no próximo jogo: o Sport Clube Português de Newark, onde joga, está nas finais do campeonato estadual de New Jersey, que acontece no final do mês.

"Esse título ainda o podemos ganhar", disse Luís Melo à agência Lusa.

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Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 01:18 )
 
Segunda, 20 Maio 2013 00:49   
Jovem lusodescendente morre durante assalto em Long Island
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Clique para ampliar A estudante universitária luso-americana Andrea Rebello, 21 anos, morreu na sexta-feira em Uniondale, Long Island, com um tiro na cabeça disparado por um polícia, confirmou à agência Lusa a polícia do condado de Nassau.

O agente James Imperiale, do departamento de comunicação da polícia de Nassau, disse à Lusa que o acidente aconteceu quando a jovem estava a ser usada como escudo-humano por Dalton Smith, 30 anos, o assaltante que tinha entrado na casa que Andrea partilhava com a irmã gémea, Jéssica.

A polícia não quis identificar o agente que atirou sobre a jovem, mas Imperiale disse que o agente já foi condecorado e tem 20 anos de experiência, tendo servido durante 12 deles na polícia de Nova Iorque e os últimos oito na polícia de Nassau.

O agente disparou oito vezes, tendo sete tiros atingido o assaltante, que foi declarado morto no local.

O assaltante estava fugido das autoridades e já tinha sido condenado por assalto à mão-armada.

A jovem luso-americana nasceu a 18 de Março de 1992 na cidade de Nova Iorque e era filha de emigrantes portugueses de Alijó e de Fafe. Terminou o ensino secundário em Sleepy Hollow e estava no 1.º ano do curso de Relações Públicas na Universidade de Hofstra.

O velório vai decorrer na terça-feira, na casa funerária Coffey, em Tarrytown.

Na quarta-feira haverá missa às 10:00 na Igreja de Santa Teresa de Ávila, onde as cerimónias, que decorrerão em português, estão a cargo do Reverendo Osvaldo Franklin, da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, de Yonkers, seguindo-se o cortejo fúnebre para o cemitério de Sleepy Hollow.

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Actualizado em ( Segunda, 20 Maio 2013 00:49 )
 
Quinta, 16 Maio 2013 22:30   
Paulo Pisco: Duas presenças entre portugueses de França
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Clique para ampliar O deputado do PS eleito pelo círculo da Europa, Paulo Pisco, desloca-se a Paris de 17 a 19 de maio de 2013. No dia 17, o deputado reúne com o Senhor Cônsul-Geral de Portugal em Paris e visita o consulado. No domingo, o deputado participa na 38ª Festa Franco Portuguesa, em Pontault-Combault.

Dia 17 de Maio, sexta--feira

- 11.30h – Reunião com o Senhor Cônsul-Geral de Portugal em Paris, Dr. Pedro Lourtie.

Dia 27 de Maio, domingo

11.00h – 38ª Festa Franco Portuguesa de Pontault-Combault.

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Actualizado em ( Quinta, 16 Maio 2013 22:30 )
 
Quarta, 15 Maio 2013 10:27   
Portugal e países lusófonos têm de apostar além fronteiras
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Clique para ampliar O novo diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo, afirmou à Lusa que Portugal, tal como os restantes países lusófonos, tem muito a ganhar se conseguir gerar negócios fora das suas fronteiras.

"A facilitação do comércio e das trocas comerciais será necessariamente um ganho importante para Portugal", disse Roberto Azevêdo, apontando que o bem-estar social e a redistribuição de riqueza estão "intimamente associados à capacidade de [Portugal] gerar negócios fora das fronteiras da União Europeia".

Em declarações à agência Lusa, o diplomata brasileiro de 55 anos salientou que nesse sentido Portugal, enquanto "membro do maior bloco comercial do mundo", mas também os restantes países lusófonos, têm muito a ganhar com a "redinamização da OMC" e se conseguirem "fortalecer a sua presença nos fluxos comerciais internacionais".

O responsável lembrou que as "regras e disciplinas" da Organização Mundial de Comércio, que passará a presidir a partir de 01 de setembro, "ajudam e favorecem a aumento desses intercâmbios".

Roberto Azevêdo lembrou que os países lusófonos são um bloco "muito diversificado", em que cada um dos oito membros têm a sua "experiencia própria na OMC", mas que cada um deles "pode beneficiar muito das atividades" da organização.

O diplomata brasileiro foi parco nas palavras quando questionado sobre Angola, afirmando que "cada país encontrará maneiras de participar nos fluxos comerciais internacionais da maneira mais adequada" para as suas políticas de crescimento económica e social.

"Acho que os modelos fechados não são modelos sustentáveis e que de uma maneira geral dos governos devem procurar a criação de eficiências e desenvolvimento de uma competitividade global e internacional", apontou.

Roberto Azevêdo disse contudo ter a "certeza" de que "Angola encontrará o seu modelo de inserção nas redes de comércio internacional" e que isso "beneficiaria todos os seus cidadãos."

Já sobre Moçambique, o novo diretor-geral da OMC destacou tratar-se de um país que com uma "vocação muito forte na produção de matérias-primas" e que "evidentemente pode beneficiar das disciplinas comerciais que regulamentam as transações comerciais nessa área."

Por outro lado, o diplomata brasileiro manifestou-se esperançado de que as negociações bilaterais entre a União Europeia e os países do Mercosul "cheguem a bom porto", mas lembrou que o processo "não estará" nas suas mãos.

O responsável salientou que existe "um forte interesse político" em avançar nesse sentido, mas admitiu que as negociações bilaterais "também foram contaminadas" pela paralisação da Ronda de Doha.

Iniciadas em 2001 para facilitar o comércio mundial, essas negociações encontram se paralisadas desde 2008 devido a uma série de divergências entre os países ricos e pobres, sobretudo no que diz respeito à questão agrícola.

"Se por um lado a paralisação da Ronda [de Doha] poderia favorecer as negociações bilaterais, por outro lado a eclosão da crise anulou esse estímulo. E portanto essas negociações ainda não foram retomadas a pleno vapor mas há, pelo que entendo, um interesse político forte dos dois lados de mudar esse quadro", concluiu.

[ Macau: Grupo Galaxy anuncia receita de 1.513,7 milhões de euros ]

[ Europa diz que acabou período de incerteza em Portugal ]

[ Moodys aposta em recessão de 1% na Europa ]

Actualizado em ( Quarta, 15 Maio 2013 10:27 )
 
Quarta, 15 Maio 2013 10:21   
Macau: Grupo Galaxy anuncia receita de 1.513,7 milhões de euros
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Clique para ampliar A Galaxy Entertainment Group, que opera casinos em Macau, anunciou hoje uma receita no primeiro trimestre de 15.200 milhões de dólares de Hong Kong (1.513,7 milhões de euros), mais 15% do que no período homólogo de 2012.

De acordo com os resultados divulgados, as receitas do primeiro trimestre subiram 6%, face ao último trimestre de 2012.

O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) do primeiro trimestre subiu 29% face ao primeiro trimestre de 2012, para 2.800 milhões de dólares de Hong Kong (278,8 milhões de euros), o que representa também uma subida de 10% comparativamente ao último trimestre de 2012.

O Galaxy Macau, o maior complexo da operadora de jogo, que tem apenas a primeira de quatro fases terminada, gerou a maior receita da empresa, com um total de 8.900 milhões de dólares de Hong Kong (886,3 milhões de euros), mais 23% do que no período homólogo de 2012.

A Galaxy Entertainment Group revela ainda nos resultados apresentados que a construção da fase dois do Galaxy Macau se mantém dentro do orçamento previsto e do prazo de meados de 2015 para estar concluído.

Já as obras das fases 3 e 4 do projeto dos aterros entre as ilhas da Taipa e de Coloane, conhecidos como zona do Cotai, deverão arrancar no final de 2013 ou início de 2014.

No final de março, a Galaxy Entertainment Group tinha ainda em disponível um total de 16.000 milhões de dólares de Hong Kong (1.593,4 milhões de euros), sendo que em caixa estavam 5.600 milhões de dólares de Hong Kong (557,7 milhões de euros).

 

[ Sol: Erupções atrás de erupções ]

[ Quem será a próxima estrela da moda? ]

[ Moodys aposta em recessão de 1% na Europa ]

 

 

 

 

Actualizado em ( Quarta, 15 Maio 2013 08:22 )
 
Terça, 14 Maio 2013 23:59   
Paris: Exposição lembra primeiros passos da emigração
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Clique para ampliar A emigração ilegal de portugueses para França e a revolução de 1974 são as estrelas de uma exposição de fotografias de Gérald Bloncourt, inaugurada em Paris esta segunda-feira.

A exposição inclui fotografias, a preto e branco, captadas no norte de Portugal, em Lisboa e em Hendaye, região fronteiriça francesa conhecida como o local de chegada a França dos milhares de portugueses que emigraram para aquele país nos anos 50 e 60.

Presentes na cerimónia estiveram os deputados Carlos Gonçalves (PSD) e Paulo Pisco (PS), eleitos pelo círculo da Europa que elogiaram a iniciativa.

Para Carlos Gonçalves, a exposição acaba por homenagear "um percurso notável de uma comunidade que se soube integrar" no país de acolhimento.

Já Paulo Pisco espera que o passado ensine a geração atual a “minorar os efeitos dramáticos” os problemas da emigração: "Quando olhamos para a história da emigração nos anos 60 e nos anos 70 aquilo que nós reparamos é que esses fluxos migratórios em massa tiveram repercussões brutais no nosso país".

Paulo Pisco considera que "os efeitos que estes fluxos migratórios têm na sociedade portuguesa são altamente preocupantes e não devem ser menosprezados os sinais que têm vindo a ser dados de alerta".

Como exemplo o deputado refere o último boletim de outono do Banco de Portugal que alerta que o novo fluxo de emigração em massa pode "pôr em causa a sustentação económica [de Portugal] a médio prazo", disse Paulo Pisco.

Por seu turno, Carlos Gonçalves insiste que a "comunidade portuguesa é hoje uma comunidade que contribui de forma decisiva para a economia" francesa e que "já não é a dos ‘bidonvilles’ [bairros de lata]".

O deputado acrescenta que "as pessoas, tanto em Portugal como em França, desconhecem o percurso desta comunidade" que sendo "antiga, não é indiferente aos novos migrantes".

O deputado do PS eleito pelo círculo da Europa, Paulo Pisco, acredita que se deve agir “para tentar minorar os efeitos dramáticos" que a nova vaga de emigração "pode ter no nosso país".

A iniciativa sobre os 50 anos de emigração portuguesa, "Retour sur 50 ans dimmigration portugaise" incluiu uma mesa redonda onde foi debatido o tema "Les migrations portugaises dhier et daujourdhui" seguida de vários testemunhos relacionados com a exposição de fotografias de Gérald Bloncourt, "Pour une vie meilleure".

A exposição estará aberta ao público na Cité Nationale de lHistoire de lImmigration, em Paris, até 31 de Julho.

[ Redução da rede consular tem consequências sociais? ]

[ Debate sobre cidadania... e ensino ]

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Actualizado em ( Terça, 14 Maio 2013 23:59 )
 
Terça, 14 Maio 2013 23:55   
Redução da rede consular tem consequências sociais?
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Clique para ampliar A redução da rede consular portuguesa "pode por em causa" a proteção social dos emigrantes, cujas necessidades têm sido "colmatadas" pelas redes informais associativas e cada vez mais pela Igreja, "um dos maiores fatores de agregação além-fronteiras", segundo especialistas.

O sociólogo Vitor Gil, da Direção Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas, disse, durante um colóquio sobre "Proteção Social e Migrações" realizado em Braga, que o facto de não haver estatísticas fiáveis sobre os números da emigração "diz muito" sobre como Portugal encara a emigração.

No mesmo encontro, o ex-capelão de emigrantes em Paris e nos Estados Unidos da América, Abílio Cardoso, deu conta que a Igreja enfrenta uma época de falta de meios para resposta às solicitações, que continuam a vir mais dos emigrantes menos qualificados.

"O fecho dos consulados, efetivamente, precariza a situação dos emigrantes. A rede consular, que tem vindo a diminuir, é um fator extremamente importante para assegurar a proteção dos emigrantes que pode estar assim posta em causa", apontou Vítor Gil.

Mas, disse, "existem redes nos países de acolhimento, redes informais" compostas pelas coletividades e associações lusófonas.

"Estas redes colmatam a falta das redes institucionais. Sem dúvida. E constituem almofadas para a instalação e apoio do emigrante", apontou o sociólogo.

Vítor Gil apontou ainda a inexistência de estatísticas fiáveis sobre a emigração como um "fator significativo" na forma como Portugal encara este fenómeno.

"Não há neste momento estatísticas sobre os números reais da emigração. Diz bem a maneira como o país olha para as questões das migrações. Não há sequer um conselho estratégico para as comunidades", referiu.

"O espaço da Igreja continua a ser o espaço mais agregador das comunidades. Faz a ponte entre o emigrante que é mulher da limpeza e aquele que é banqueiro, por exemplo", disse Abílio Cardoso.

Segundo o ex-capelão de comunidades lusófonas, "continuam a ser os emigrantes menos qualificados aqueles que mais procuram a Igreja, mas também casais novos que buscam educação religiosa para os filhos".

No entanto, também neste âmbito, o apoio aos emigrantes "já teve melhores dias".

"A Igreja passa hoje, infelizmente, por dificuldades muito grandes na capacidade de responder às solicitações das comunidades que estão na diáspora", disse.

[ Making Luxembourg faz balanço intermédio positivo ]

[ Inscrições do Ensino Português no Estrangeiro prolongadas até 19 de maio ]

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Actualizado em ( Terça, 14 Maio 2013 23:55 )
 
Segunda, 13 Maio 2013 15:01   
Alemanha pondera dupla nacionalidade para profissionais qualificados estrangeiros
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Clique para ampliar O ministro da Economia alemão, Philipp Rösler, está a estudar oferecer a dupla nacionalidade aos profissionais qualificados estrangeiros para tornar mais atrativa a sua migração para a Alemanha, informa hoje o diário económico Handelsblatt.

O ministro, que faz a proposta na véspera da segunda Cimeira Demográfica alemã, considera que a primeira economia da Europa deve articular uma "verdadeira cultura de boas-vindas" que facilite a chegada de capital humano.

Um elemento fundamental nesta estratégia é "a oferta da dupla nacionalidade", que o país deveria "permitir", disse Rösler ao jornal alemão.

"Para a Alemanha, como para muitos outros países, a crescente necessidade de pessoal qualificado bom é um desafio", acrescentou o ministro, que é também o líder do Partido Liberal Alemão (FDP), que toma como referente o modelo canadiano de fomento à imigração.

Rösler sublinhou que a Alemanha precisa de pessoal qualificado para se manter "competitiva e inovadora".

O Governo alemão diz há anos que necessita de dezenas de milhares de profissionais, sobretudo engenheiros e informáticos, para manter o seu nível de crescimento e a sua relevância económica global.

[ Diogo Morgado: Empatia dos emigrantes é enorme (vídeo) ]

[ Governo de acordo sobre medidas a apresentar à troika ]

[ 155 candidaturas ao Prémio de Empreendedorismo na Diáspora ]

Actualizado em ( Segunda, 13 Maio 2013 15:01 )
 
Domingo, 12 Maio 2013 21:13   
155 candidaturas ao Prémio de Empreendedorismo na Diáspora
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Clique para ampliar O Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa recebeu na sexta edição um número recorde de 155 candidaturas, anunciou a organização em comunicado.

Atribuído pela COTEC Portugal - Associação Empresarial para a Inovação, o prémio distingue anualmente "os portugueses que, pela sua ação empreendedora e inovadora, se notabilizaram fora de Portugal" e conta com o patrocínio do Presidente da República.

Os candidatos deste ano são oriundos de 37 países e pela primeira vez foram apresentadas candidaturas da Índia, Malásia, República Checa e Venezuela.

"Todos os anos temos vindo a superar o número de candidaturas, o que indica que a diáspora portuguesa está cada vez mais activa nos países de acolhimento, mas com uma vontade crescente de prolongar o elo ao nosso país", afirmou Joaquim Sérvulo Rodrigues, presidente do júri, citado no comunicado.

A última edição do prémio, em 2012, tinha recebido 141 candidaturas de 34 países.

Os setores mais representados são o empresarial e financeiro, com 29 por cento das candidaturas, seguido pelos setores da restauração e turismo, educação, investigação e ciência e pela área das indústrias criativas, refere o texto.

O prémio será entregue numa cerimónia presidida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, no próximo dia 6 de junho, na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, inserida nas comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas.

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Actualizado em ( Domingo, 12 Maio 2013 21:13 )
 
Domingo, 12 Maio 2013 17:42   
José Cesário pede aos emigrantes união contra a crise
Comunidades

Clique para ampliar O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, pediu aos portugueses em todo o mundo para que se "mantenham o mais unidos possível" no atual contexto de crise.

"Se nos mantivermos próximos uns dos outros, se desenvolvermos laços uns com os outros, conseguiremos ter vitórias, resultados que isoladamente nunca o conseguiremos", referiu o governante em declarações à Agência Lusa, em Toronto, durante a Gala das comemorações dos 60 anos da emigração portuguesa no Canadá.

"Portugal é um grande país se somar os que estão lá e os que estão fora", acrescentou o governante.

José Cesário desejou ainda que comunidades, como a canadiana, se mantenham "ativas e vivas" e "protejam as suas tradições" para as poderem "transmitir aos mais novos".

"Participei nas cerimónias dos cinquenta anos, estou na dos sessenta e estou que os próximos deem continuidade a este exemplo", frisou.

Filho de um dos pioneiros da emigração portuguesa no Canadá, Charles Sousa, ministro das Finanças do Ontário, considerou que "há espaço para todos, para negociar, aprender, para nos ajudar”.

Sobre as comemorações dos 60 anos da emigração, o governante da emigração "é uma data importante" já que os "pioneiros" deram aos mais novos que nasceram no Canadá "uma lição importante" não só para uma boa representação para a comunidade, "mas também para contribuírem".

As comemorações dos 60 anos da emigração portuguesa no Canadá, arrancaram no sábado à noite, com o 26.ª Gala das Bolsas de Estudo e uma homenagem aos pioneiros.

Foram entregues também 13 bolsas de estudo a alunos de origem portuguesa, tendo sido distinguidas algumas personalidades que se evidenciaram.

A efeméride prossegue hoje no High Park, onde decorrerá uma homenagem no Monumento dos Pioneiros, inaugurado em 1978, quando se comemoraram 25 anos da emigração. Ambos os eventos são organizados pela Aliança de Clubes do Ontário (ACAPO).

Entretanto, numa parceria entre o Consulado Geral de Portugal em Toronto e o Projeto de História Luso-Canadiana, vai estar patente na Câmara Municipal de Toronto, de 13 a 19 de maio, uma exposição que será inaugurada na segunda-feira, alusiva à história da emigração portuguesa naquele país.

Será também celebrada uma missa em honra dos emigrantes pioneiros, na igreja de Santa Maria, a primeira portuguesa no Canadá.

Foi no dia 13 de maio de 1953, na doca Pier 21 em Halifax, que o navio Saturnia atracou, desembarcando os primeiros 218 imigrantes portugueses com os respetivos vistos de trabalho, muitos deles provenientes dos Açores, Madeira e alguns do continente.

Passados 60 anos, vivem no Canadá cerca de 450 mil portugueses e luso-canadianos. As comemorações vão continuar nos festejos do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a 10 de junho, prolongando-se ate Julho.

[ Debate em Boston: Como elevar a marca Portugal ]

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Actualizado em ( Domingo, 12 Maio 2013 17:42 )
 
Domingo, 12 Maio 2013 17:37   
Debate em Boston: Como elevar a marca Portugal
Comunidades

Clique para ampliar O caminho para elevar a marca Portugal no mundo é o tema central do fórum de estudantes pós-graduados universitários portugueses na América do Norte (PAPS), que decorreu este fim-de-semana, em Boston, nos Estados Unidos.

O 14º encontro da PAPS (sigla inglesa de "Portuguese American Post-Graduate Society"), que decorre no Massachusetts Institute of Technology (MIT), reúne cerca de 100 portugueses para discutir o tema: "PAPS: elevar a marca Portugal além-fronteiras."

O presidente da PAPS, João Inácio, explicou à agência Lusa que a escolha do tema se deve "à necessidade de, num contexto de crise, promover à marca Portugal além dos valores que normalmente lhe são associados, destacando o trabalho dos nossos cientistas e a importância do empreendedorismo."

Para falar de empreendedorismo, foram convidados alguns empresários luso-americanos que tentarão "fazer um paralelismo entre a situação portuguesa e a americana, para gerar a discussão e tentar chegar a uma proposta para resolver os problemas" que o país atravessa, explica João Inácio.

Além destes empresários, participam no fórum, o embaixador de Portugal nos EUA, Nuno Brito, o professor da Universidade de Boston, Rui Albuquerque, o professor na Universidade de Duke, Manuel Adelino, o professor da Universidade do Texas, George Perry, ou o ex-ministro da Economia Daniel Bessa, entre outros oradores.

Apesar de a maioria dos associados da PAPS estarem ligados às ciências naturais, alguns membros desenvolvem o seu trabalho na área artística, como é o caso de Mafalda Silva, Beatriz Albuquerque, João Duarte, João Ribas e Leonor Brazão, cujo trabalho está a ser divulgado durante o fórum numa mostra de arte virtual.

O vencedor do Prémio PAPS de Liderança, que distingue anualmente um membro da associação que se tenha destacado num projeto desenvolvido nos EUA ou Canada com impacto na ciência, empreendedorismo ou economia, foi anunciado no sábado.

Margarida Almeida Santos, investigadora do National Institutes of Health, no Maryland, foi a vencedora deste ano devido ao trabalho desenvolvido na área da leucemia.

A organização do fórum tem os apoios da Fundação para a Ciência e Tecnologia, da Fundação Luso-Americana (FLAD) e da WeDo Technologies, entre outras empresas e instituições.

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[ Cesário: Regulamentação das migrações é movimento cíclico ]

[ Canadá: Charles Sousa apela à imigração portuguesa ]

Actualizado em ( Domingo, 12 Maio 2013 17:37 )
 
Domingo, 12 Maio 2013 17:34   
Cesário: Regulamentação das migrações é movimento cíclico
Comunidades

Clique para ampliar O secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, afirmou à Agência Lusa que avalia "com muita naturalidade" as novas medidas que o Governo canadiano pretende implementar, para regular a entrada de trabalhadores estrangeiros temporários.

"Há vários governos neste momento em todo o mundo a tomarem decisões deste tipo, é o caso da Suíça, Reino Unido e do Canadá", referiu o governante à margem das comemorações dos 60 anos da emigração portuguesa no Canadá, que tiveram início no sábado, em Toronto.

O custo do processo aumentou e as autorizações de entrada deverão demorar mais a ser aprovadas pelas autoridades.

José Cesário reconhece que estas novas medidas fazem parte de um “movimento cíclico” dos governos para "liberalizarem ou limitarem os movimentos migratórios em função da sua opinião pública interna e das próprias dinâmicas de desenvolvimento".

"Os portugueses foram sempre bem vindos aqui. São muito importantes para o desenvolvimento do Canadá bem como para o de outros países, por isso não tememos quanto ao futuro da comunidade portuguesa aqui", acrescentou o governante, considerando que a crise não é a única responsável pelo aumento da imigração.

"A economia mundial é aberta e o mercado de trabalho é completamento aberto. O número de migrantes no mundo é impressionante: quase 250 milhões”. E “há países que tendem periodicamente, de vez em quando, a limitar as entradas em função das suas realidades locais", salientou José Cesário.

O governante subscreveu também as preocupações manifestadas pelo Sindicato da Construção de Portugal, que fez um alerta para a “exploração de milhares de trabalhadores da construção civil portugueses no Canadá”.

"O sindicato é parceiro do governo em variadíssimas ações" e “sabemos muito bem as suas preocupações e as dos trabalhadores portugueses da construção civil", acrescentou.

No entanto, o governo português tem "atuado articuladamente com as autoridades inspetivas locais para evitar situações de exploração".

"Naturalmente partilhamos dessas preocupações”, procurando evitar “evitar que os portugueses sejam explorados em qualquer ponto do mundo", concluiu o secretário de Estado.

[ Canadá: Charles Sousa apela à imigração portuguesa ]

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Actualizado em ( Domingo, 12 Maio 2013 17:34 )
 
Domingo, 12 Maio 2013 17:31   
Canadá: Charles Sousa apela à imigração portuguesa
Comunidades

Clique para ampliar O ministro das Finanças do Ontário, o lusodescendente Charles Sousa, revelou que a província deverá quintuplicar o número de vagas para imigrantes, elogiando a “muita qualidade dos trabalhadores" portugueses.

"Temos vagas de emprego no Ontário e sabemos que há muitos imigrantes portugueses. Gostava de os poder ajudar", referiu o luso-canadiano, durante o jantar das comemorações dos 60 anos da emigração lusa no país.

A província tem direito a mil vagas por ano para trabalhadores estrangeiros mas o objetivo é quintuplicar esse número devido às necessidades de mão-de-obra, nomeadamente na área da construção civil.

"Temos direito a mil [vagas] mas estou a tentar aumentar para os cinco mil”, afirmou, esperando que o país aumente também o número de “50 mil para 75 mil” o número de autorização para estrangeiros, sendo que 75 por cento destes casos “devem ser trabalhadores" solicitados pelas empresas canadianas, explicou Charles Sousa.

"Como representante do Governo da Província do Ontário, sabemos perfeitamente que precisamos de mais emigrantes, principalmente aqueles com o saber, com a noção, a educação, mas também as competências" necessárias ao país, frisou Charles Sousa.

A vinda de trabalhadores qualificados permitiria ao Ontário "ver crescer a sua economia e competitividade", salientou

"Precisamos de trabalhadores qualificados, Portugal oferece muita qualidade", referiu.

A construção civil é uma das áreas com mais carências, mas Charles Sousa também diz que há lacunas em áreas "académicas, de engenharia, e nas minas localizados no norte do Ontário".

"Precisamos de pessoas que querem trabalhar, e os portugueses têm essa preparação", elogiou.

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[ E se fôssemos 40 milhões? ]

Actualizado em ( Domingo, 12 Maio 2013 17:31 )
 
Sábado, 11 Maio 2013 03:49   
E se fôssemos 40 milhões?
Comunidades

Clique para ampliar O total de portugueses e luso-descendentes até à terceira geração soma cerca de 31,19 milhões no estrangeiro e Portugal teria actualmente mais de 40 milhões de habitantes, não fosse a emigração, segundo um estudo, escreve a Lusa.

A conclusão é resultado de um detalhado estudo realizado pelo empresário português Adriano Albino, 78 anos, através de um levantamento de portugueses que emigraram para diversas partes do mundo, entre 1951 e 1965.

«Foi um período de grande emigração portuguesa para o mundo, depois da abertura do país, com o fim da II Guerra Mundial», disse o empresário à Lusa.

«Durante a guerra, Portugal estava fechado, como uma barragem cheia que se partiu, com uma grande debandada de portugueses à procura de um futuro melhor», disse.

Estatísticas oficiais indicam que 4,53 milhões de portugueses emigraram nesse período, sendo 1,2 milhões para o Brasil, nomeadamente para os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O estudo «Emigração: A diáspora dos portugueses», publicado recentemente no Brasil, partiu dos 4,53 milhões de emigrantes originais das estatísticas oficiais e calculou um coeficiente multiplicador dessas famílias que chegaram às diferentes regiões do mundo.

No Brasil, depois de realizar uma investigação de campo, através de entrevistas e recolha de dados de centenas de emigrantes, o empresário considerou que o factor multiplicador seria nove, o que totaliza 10,8 milhões de portugueses e luso-descendentes.

Com base na mesma metodologia, o estudo indica que existem 9,31 milhões de portugueses e luso-descendentes nos Estados Unidos e Canadá, 3,19 milhões em África, 154.800 na Ásia, 7,54 milhões na Europa e 193.360 na Oceania.

O estudo levou em consideração o nome do emigrante, estado civil, data de chegada, cidade de origem, número de filhos, netos e bisnetos, de cada uma dessas regiões do mundo.

«Isso foi resultado de muita investigação, de muita convivência com a comunidade portuguesa. Caso não houvesse essa diáspora, Portugal teria mais de 40 milhões de habitantes», sublinhou.

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[ 20% dos canadianos são imigrantes ]

[ Venezuela: Lusodescendente apela à participação revolucionária dos portugueses ]

Actualizado em ( Sábado, 11 Maio 2013 03:49 )
 
Sábado, 11 Maio 2013 01:32   
Deputado Carlos Gonçalves em Toulouse e Andorra
Comunidades

Clique para ampliar O deputado do PSD, eleito pelo círculo da emigração Carlos Gonçalves está de visita ao sul de França - Toulouse - e a Andorra.

Eis o programa das visitas:

Toulouse

- Participa nas Jornadas de Solidariedade do “Secours Populaire – Portugal à lHonneur” que inclui vários espectáculos, exposições e diversas actividades

A organização da edição deste ano cabe à Comunidade Portuguesa sendo o tema das jornadas “Portugal à lHonneur”

Nesta iniciativa participam vários artistas portugueses, diversas colectividades portuguesas e a associação de empresários.

- Encontro com personalidades da comunidade portuguesa

- Visita ao Vice-Consulado de Portugal

Andorra

- Encontro com a Associação de Empresários Portugueses de Andorra

- Visita a várias associações portuguesas de Andorra

- Visita ao Consulado Honorário de Portugal

- Contactos com as autoridades locais



- Participa na Procissão das Velas em honra de Nª Sra. de Fátima organizada pela comunidade católica portuguesa

[ Paulo Pisco no Luxemburgo segunda-feira ]

[ Timor: Jovens portugueses abrem padaria tradicional lusitana ]

[ La cage dorée: Bacalhau, fado e bigodes (vídeo) ]

Actualizado em ( Sábado, 11 Maio 2013 01:32 )
 
Sábado, 11 Maio 2013 01:04   
Timor: Jovens portugueses abrem padaria tradicional lusitana
Comunidades

Clique para ampliar Uma loucura de férias de três amigos portugueses com menos de 25 anos transformou-se na Padaria Brasão, que abriu sexta-feira oficialmente em Díli, na capital de Timor-Leste, e que vende o sabor de Portugal.

"A ideia apareceu no verão entre amigos. Uma loucura que chegámos mesmo a fazer", explicou à agência Lusa Sara Durão, 21 anos, uma das sócias do projeto juntamente com Hugo Miranda, de 24 anos, e Hugo Matos, de 23.

Com a "loucura", que se transformou na primeira padaria a vender pão português em Díli, os três jovens pretendiam apenas fazer mais por si e pelo seu futuro, apesar de todos terem emprego em Portugal.

"Não tínhamos problema nesse aspeto. A crise ajudou em termos de objetivos futuros, mas mais do que a crise foi a nossa mentalidade e a busca por uma experiência diferente", disse Sara Durão.

Questionada sobre a razão que os levou a escolher Timor-Leste, Sara Durão respondeu: "Timor, porque não?".

"Uma experiência sem dúvida muito interessante por todos os caminhos secundários que tivemos de ultrapassar e não estamos arrependidos", afirmou.

Para estabelecer a padaria, que está localizada na rua onde fica a embaixada de Portugal em Díli, os três jovens demoraram sete meses e viveram momentos complicados.

"Foi muito complicado. Não é fácil. Somos novos, não somos pessoas com muitos anos de experiência, mas acho que a vontade e o espírito de dedicação ao projeto fez tudo dar certo", disse.

Da maior dificuldade não se consegue lembrar porque foi tudo muito difícil, mas no final valeu a pena porque, como disse Sara Durão, as "coisas que mais custam são aquelas que no final sabem melhor".

A resposta da comunidade portuguesa residente em Díli e dos timorenses foi "surpreendente", considerou.

"Há muitos clientes interessados e é isso que nos faz sentir que o caminho valeu a pena e sentimo-nos extremamente orgulhosos por tudo o que fizemos", disse.

Para o futuro, os três jovens não têm previsões. Para já vão ficar alguns anos em Timor-Leste a vender todo o tipo de pão e com a promessa de "muitas novidades" na Padaria Brasão.

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[ Cannes: Cineasta português preside ao júri da palma homossexual ]

Actualizado em ( Sábado, 11 Maio 2013 01:04 )
 


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