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Comunidades
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Sexta, 24 Maio 2013 11:02 |
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A segunda edição do Salão do Imobiliário Português em Paris, organizado pela Câmara do Comércio e Indústria Franco-Portuguesa (CCIFP), realiza-se entre hoje e domingo, este ano com uma componente de Turismo.
O presidente da CCIFP, Carlos Vinhas Pereira, disse à Lusa que o Turismo é "uma boa vitrina" do país, pelo que incluir este setor no salão é um "passo natural", e responder à necessidade de quem está interessado em comprar um imóvel em Portugal, que precisa de ir ao país.
Esta segunda edição conta com um espaço superior a 4.000 metros quadrados ocupados por promotores, agências imobiliárias, construtores, designers e bancos.
Também faz parte do programa um ciclo de conferências, com temas que aprofundam a questão do investimento em Portugal, a situação do mercado, as oportunidades, assuntos fiscais, as especificidades de cada região e a arquitetura portuguesa.
No arranque do Salão estarão o presidente da CCIFP, o embaixador de Portugal em França, José Filipe Moraes Cabral, o Cônsul-Geral de Portugal em Paris, Pedro Lourtie, e o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário.
Segundo as contas da CCIFP a primeira edição registou mais de 4.000 visitantes nos 3 dias, dos quais 56% seriam dirigentes de empresas.
A CCIFP apurou ainda que 50% dos visitantes estavam à procura de um apartamento e 35% de uma vivenda, em Portugal, enquanto 68% dos interessados pensavam em concretizar o investimento no espaço de 2 anos e 26% no período de 6 meses.
Na edição de 2013 do salão voltará realizar-se um leilão de imóveis, depois de em setembro do ano passado, 40 casas e apartamentos tem sido vendidas em leilão simultâneo no Porto e em Paris.
A Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa foi criada em 2005, tendo como missão promover a ação empresarial entre Portugal e França, apoiando as empresas interessadas no comércio bilateral.
Com sede em Paris, integra mais de 350 empresas, e representa aproximadamente 10 mil milhões de euros em volume anual de negócios.
[ Empresário luso-canadiano quer criar "oportunidades" de emprego em Portugal ] [ Associação de Consdorf dá mil euros aos Médecins sans Frontières ] [ Brasil está a leiloar uma exploração de petróleo ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 11:02 |
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Comunidades
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Sexta, 24 Maio 2013 10:57 |
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O empresário luso-canadiano Wilson Teixeira deseja criar em Portugal, até ao final de 2014, postos de trabalho para profissionais qualificados num call center.
"Temos interesse em programadores nas várias áreas de software, especialistas em base de dados, que falem várias línguas", disse hoje à Lusa, Wilson Teixeira.
O empresário de 41 anos, nascido em Angola, Presidente da Able Translations Ltd e da Able Transport Ltd, com escritórios em Portugal (Lisboa e Aveiro), no Canadá, Estados Unidos, Alemanha e Hong Kong, adquiriu há dois anos a Senso Comum, empresa de desenvolvimento, orientada para a concepção de plataformas de gestão de informação para a internet e redes de base web.
No ano de 2010 apresentou o novo serviço de videointerpretação por videoconferência, vicki?, com semelhanças ao Skype, que já está implementado na América do Norte em áreas distintas, incluindo saúde, finanças e justiça.
O sistema tecnológico funciona através de um computador com internet, possibilitando o acesso a um operador que selecciona o intérprete linguístico pretendido e este, em tempo real, faz a mediação da conversa entre falantes de línguas distintas, permitindo a comunicação fluída.
"Gostaríamos de o desenvolver nos hospitais e tribunais, nao só em Portugal, mas como em toda a Europa", afirmou Wilson Teixeira.
O luso-canadiano olha para Portugal como um "mercado apetecível".
"A reforma laboral está a criar mais benefícios, a incitar a competitividade e a atrair negócios que procuram poupança, mas com alto nível em termos académicos", referiu Wilson Teixeira.
O facto de haver "mercados emergentes", como o indiano e filipino, que têm um domínio da língua inglesa "muito forte", têm sido "alternativas" para o offshoring.
No entanto, hoje em dia, Portugal consegue enquadrar-se, "tornando-se atractivo", pois possui as infra-estruturas tecnológicas necessárias, além de ter o acesso a outros mercados europeus do mesmo fuso horário.
Outra vantagem é a sua "proximidade" com as potências industrializadas europeias, como a Alemanha, França, Inglaterra e Holanda. Além disso, é um país "seguro" para viajar e, na questão dos direitos da confidencialidade, "as regras são excelentes".
O empresário destaca também a "boa formação académica" dos portugueses e a competitvidade dos salários.
A elevada taxa de desemprego vai "potenciar uma melhor seleção" em termos da "qualidade dos candidatos", como dita a "regra da concorrência".
Wilson Teixeira explicou ainda que, além de falar a língua portuguesa, conhece a cultura e tem "interesse em manter as origens": "Sei o nível da formação existente e reconheço que há oportunidade devido à crise". "Em termos tecnológicos Portugal está ao nível das grandes potências", defendeu.
"Sendo português, ver o país assim transmite uma imagem negativa. Cabe-nos a nós tentar levantar o estigma, pois não podemos culpar ninguém. Temos é que dar a mão", acrescentou.
[ Cristiano Ronaldo vai ter estátua de cera no Tussauds de Nova Iorque ] [ Paulo Pisco está de visita à Venezuela ] [ Portugal quer mais investimento brasileiro ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 10:57 |
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Desporto
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Sexta, 24 Maio 2013 10:51 |
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Uma campanha dos alunos da Escola Portuguesa de Long Branch, New Jersey, levou a que o Museu Madame Tussauds de Nova Iorque decidisse ter uma estátua de cera de Cristiano Ronaldo, confirmou a instituição à agência Lusa.
"Com base no apoio e nos pedidos dos fãs, incluindo o da Escola Lusitânia em Long Branch, e no aproximar do Campeonato do Mundo no próximo verão, o Madame Tussauds planeia trazer uma figura de cera de Cristiano Ronaldo para Nova Iorque", indicou o museu à agência Lusa, sem indicar datas.
A campanha dos alunos luso-americanos começou em janeiro, depois de a professora Raquel Rosa ter visitado o museu e ter percebido que não havia estátuas de portugueses, nem do jogador que considera "um dos maiores embaixadores de Portugal em todo o mundo."
Quando perguntou aos responsáveis do museu qual o motivo, responderam-lhe que "a política é criar estátuas das figuras mais pedidas pelo público" e encorajaram-na a começar um movimento.
Raquel Rosa conhecia a admiração que os alunos tinham pelo jogador do Real Madrid e da seleção nacional e lançou-lhes o desafio.
"Quando lhes falei na ideia disseram logo que sim", lembra a professora à agência Lusa, explicando que os seus alunos nasceram todos nos Estados Unidos, filhos de emigrantes portugueses, e têm entre sete e 14 anos.
Em menos de seis meses, os alunos contactaram o museu, escreveram dezenas de cartas a instituições e criaram uma página de Facebook com mais de 7.500 apoiantes.
"O Cristiano Ronaldo é um ídolo para eles, um símbolo de sucesso profissional. É uma referência muito importante que os liga às suas raízes e que os faz ter orgulho no país dos pais", adiantou Raquel Rosa.
Para a professora, "colocar uma camisola e um símbolo de Portugal num dos locais mais visitados de uma das cidades mais famosas do mundo" aproximará ainda mais estes luso-descendentes das suas raízes.
O Museu Tussaud de Londres já tem uma estátua do jogador desde 2010.
[ Pinto da Costa: Vítor Pereira tem vantagens e desvantagens ] [ James e João Moutinho no Mónaco por 70 milhões ] [ Final da Taça de Portugal com cerimónia de abertura ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 10:51 |
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Desporto
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Sexta, 24 Maio 2013 10:48 |
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A tenista portuguesa Maria João Koehler enfrenta a sua estreia em Roland Garros com uma elevada dose de confiança, que lhe permite, inclusive, dizer que na primeira ronda do segundo Grand Slam da época pode encontrar qualquer jogadora.
Às portas das primeiras 100 do ranking mundial, a portuguesa teve entrada direta no quadro principal do torneio francês, algo que a deixou “muito contente”, mas que não encara como suficiente.
“O meu objetivo não passa por só estar lá, espero ganhar jogos no quadro principal. É para isso que trabalho todos os dias”, assumiu em conversa com a agência Lusa.
A portuguesa, 103.ª da hierarquia mundial, não rejeita um desafio, por isso atreve-se mesmo a responder “venha qualquer uma” quando questionada sobre a adversária que não gostaria de encontrar na primeira ronda.
Para Maria João Koehler esta vai ser a estreia quase absoluta em Roland Garros: “Nunca joguei o ‘qualifying’, é o único Grand Slam que me falta. Estou muito motivada, vou com o meu treinador. Para muita gente – quem gosta mais de terra batida – é o torneio preferido. Eu gosto de terra batida, mas gosto mais de piso rápido. Já estive no complexo de Roland Garros com uma amiga, quando estava em Paris. De certeza que é um ambiente inacreditável como em todos os Grand Slam e estou ansiosa”.
No entanto, a tenista lusa já sabe o que é estar na ribalta quando de um dos maiores torneios do calendário se trata, pelo que o nervosismo só deverá aparecer na dose “q.b” quando pisar a terra batida do complexo francês.
“Só joguei duas vezes quadro principais de Grand Slams. O primeiro foi num campo inacreditável, a Rod Laver Arena, contra a Kim Clijsters. Aí estava certamente muito nervosa. Na segunda vez, também vinda do ‘qualifying’, também no Open da Austrália, já fui com outra mentalidade”, recordou.
Por isso, e porque com a experiência vai lidando “cada vez melhor” com a pressão, Maria João Koehler não precisou de fazer nenhuma preparação distinta para Roland Garros, um torneio que dificilmente se tornará o seu favorito dos quatro grandes.
“O US Open foi o meu primeiro Grand Slam, foi o primeiro impacto. O Open da Austrália [foi] o meu primeiro quadro principal, a minha primeira vitória em quadros principais, [em] Wimbledon gostei muito da relva, mas devido ao histórico o Australian Open, para já, é o meu preferido”, justificou, apontando as passagens no torneio australiano como as melhores memórias da sua carreira.
[ Pinto da Costa: Vítor Pereira tem vantagens e desvantagens ] [ James e João Moutinho no Mónaco por 70 milhões ] [ Costinha orgulhoso por ter treinado o Beira-Mar ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 10:48 |
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Desporto
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Sexta, 24 Maio 2013 00:20 |
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A continuidade de Vítor Pereira como treinador do FC Porto não está ainda definida, reconheceu hoje Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do clube tricampeão nacional de futebol, em entrevista à RTP.
Pinto da Costa afirmou que almoçou na quarta-feira com o treinador dos "dragões" e que foi consensual que havia "vantagens e desvantagens" numa terceira época de Vítor Pereira no FC Porto, tanto para o treinador como para o clube.
"O futuro de Vítor Pereira vai ser continuar uma tarefa vitoriosa, porque é um treinador extremamente competente", disse, frisando que ainda assim "não está decidido" se a carreira do técnico prossegue no clube.
Treinador e dirigente ficaram de "pensar nessas vantagens e desvantagens" e voltar a falar. "Temos de ter a certeza de que há condições de um bom trabalho", frisou.
O presidente do FC Porto admitiu que houve treinadores que contataram o clube, mas que "a resposta foi sempre a mesma - o assunto é para ser analisado no fim do campeonato".
"Tenho muito cuidado na escolha do treinador, que tem de ter condições para triunfar", disse o candidato único à presidência do FC Porto, nas eleições do próximo sábado. "Tem de ter paixão pelo futebol e pelo clube que representa", acrescentou.
Pinto da Costa confirmou ainda que no domingo à noite, já com o clube campeão, foi informado de que o Mónaco, da Liga francesa, estava interessado na contratação de James Rodriguez e João Moutinho. "Decorrem negociações, isso posso confirmar, mas nada está fechado, há muitas nuances no negócio", disse, sem comentar o possível valor das transferências.
A propósito do relacionamento com o rival Benfica e com Luís Filipe Vieira, reforçou que o presidente do clube lisboeta "não é um inimigo", mas sim uma pessoa com quem não quer ter "qualquer relacionamento". "Não dou confiança a qualquer um para ser meu inimigo", disse. "Deus tenha muito tempo à frente do Benfica e com saúde", ironizou.
Por outro lado, Pinto da Costa descartou o apoio explícito a qualquer candidato na próximas eleições para a Câmara Municipal do Porto, bem como ambições políticas pessoais, esperando por outro lado voltar a "fazer a festa" de novo campeonato na varanda da autarquia.
[ James e João Moutinho no Mónaco por 70 milhões ] [ Costinha orgulhoso por ter treinado o Beira-Mar ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 00:20 |
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Luxemburgo
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Sexta, 24 Maio 2013 00:12 |
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A Associação Cultural Portuguesa de Consdorf festejou o seu 8° aniversário com a presença do artista Mike da Gaita, vindo de França para animar esta efeméride.
Esta associação, conhecida como ACP Consdorf, existe há 8 anos e é comandada por João Gomes, presidente desde a fundação.
Neste aniversário a associação, para além de organizar o baile anual, no dia seguinte ofereceu a todos os sócios uma grelhada, seguindo-se a apresentação das contas da associação aos sócios, o apagar das velas do bolo de aniversário e um momento de brinde.
Neste aniversário a associação decidiu dar um donativo à “Médecins sans Frontières” no valor de mil euros para ajudar a dar continuidade ao trabalho que vêm desenvolvendo um pouco por todo o mundo.
Na entrega do cheque estiveram presentes o responsável da comuna de Consdorf, Marco Bermes, o diretor-geral dos médicos sem fronteiras do Luxemburgo, Paul Delaunois, e a direção da associação de Consdorf.
"Esta associação não organiza muitas festas mas nas que faz felizmente tem sempre casa cheia", explicou ao BOMDIA a direção, que diz contar com "uma massa associativa feminina muito unida, pois anualmente organizam o jantar das mulheres, sempre com um número significativo de participantes".
O BOMDIA esteve presente neste aniversario e falou com João Gomes, presidente da associação que insistiu que "apesar de estarmos numa pequena vila ao norte de Larochette somos muito unidos e mesmo não sendo uma associação que participa em muitos eventos o que tentamos fazer é sempre a pensar no bem estar dos nossos associados".
Gomes afirma que a direção "gosta sempre de lhes dar a conhecer todos os resultados financeiros da nossa associação, sempre com transparência e inclusive se houver duvidas poderão consultar as nossas contas".
João Gomes agradeceu aos patrocinadores "que estão sempre ao nosso lado quando solicitamos ajuda, à direção que vai tendo paciência para me aturar, aos nossos associados e ao publico em geral por aderir aos nossos eventos".
J. Pedreira
[ Cortiça também é moda ] [ 18 portugueses do Foyer de Mühlenbach têm de sair ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 00:12 |
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Comunidades
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Sexta, 24 Maio 2013 00:10 |
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O deputado do PS eleito pela emigração encontra-se na Venezuela até dia 18 de amio para encontros com a comunidade portuguesa ali residente, com destaque para os encontros com ministro dos Negócios Estrangeiros da Venezuela e com representantes dos partidos com assento na Assembleia Nacional.
Paulo Pisco tem também encontros com Embaixador de Portugal na Venezuela, com os cônsules em Caracas e Valência, com diversos representantes da Comunidade Portuguesa, jovens, empresários, movimento associativo, Centro Português de Caracas, Conselheiros das Comunidades e militantes e simpatizantes do PS.
Programa da visita (horas locais):
Quinta - feira dia 23 de Maio.
17h00 - Chegada ao Aeroporto Simon Bolívar, Caracas.
19h00 - Chegada ao hotel.
Sexta - feira dia 24 de Maio. (Caracas)
10h00 - Reunião de trabalho Consulado Geral de Caracas. Senhor Cônsul-Geral e Senhor Conselheiro
Social da Embaixada de Portugal na Venezuela.
11h00 - Reunião Conjunta com os Conselheiros das Comunidades Portuguesas.
13h00 - Almoço: Suas Excelências o Embaixador de Portugal na Venezuela, Conselheiro Social e Cônsul-Geral de Portugal em Caracas.
20h00 - Encontro com Militantes, Simpatizantes e Amigos do PS na Venezuela.
Sábado dia 25 de Maio. (Valencia, Estado Carabobo)
10h00 - Visita à Comunidade Portuguesa em Valencia.
11h00 - Reunião de trabalho Consulado Geral de Valencia. Senhor Cônsul-Geral, Conselheiro das
Comunidades Portuguesas e Funcionários do Consulado Geral.
12h00 - Visita Centro Social Madeirense.
13h00 - Almoço com Sua Excelência Senhor Cônsul-Geral e Autoridades locais.
14h45 - Visita Casa Portuguesa Venezuelana.
17h00 - Visita Associação de Beneficência Só Bem.
17h15 - Visita Cavemport Carabobo.
17h30 - Visita Fundação Camões.
20h00 - XXIII Serão Musical (Concerto de Santo Antonio).
Domingo dia 26 de Maio (Los Teques e Caracas)
09h00 - Missa – Santuário Virgem de Fátima Los Teques.
11h00 - Visita Consulado Honorário Los Teques.
13h00 - Almoço com Empresários e Representantes Associativos dos Altos Mirandinos.
17h00 - Encontro com a Associação de Jovens Luso-Descendentes.
18h00 - Visita ao Centro Português de Caracas.
Segunda feira dia 27 de Maio
10h00 – Encontros com representantes dos partidos com assento na Assembleia Nacional de la República Bolivariana da Venezuela.
15h00 - Encontro com Sua Excelência Ministro de Relações Exteriores da Republica Bolivariana de
Venezuela. Casa Amarilla. Palácio do Governo.
Terça feira dia 28 de Maio
12h00 - Partida para o Aeroporto Simon Bolívar.
[ Portugal quer mais investimento brasileiro ] [ Deputado Carlos Gonçalves em Paris e Macon ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 00:10 |
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Desporto
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Quinta, 23 Maio 2013 23:51 |
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Segundo o jornal A Bola já está concluído o negócio da transferência de João Moutinho e James Rodriguez do FC Porto para o Mónaco, num negócio que rondará os 70 milhões de euros.
Segundo esta fonte, cada jogador deverá assinar um contrato por cinco épocas.
[ Costinha orgulhoso por ter treinado o Beira-Mar ] [ Final da Taça de Portugal com cerimónia de abertura ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 23:51 |
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Mundo
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Quinta, 23 Maio 2013 23:38 |
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O secretário de Estado do Turismo, Mesquita Nunes, desafiou em São Paulo os empresários brasileiros a investirem em Portugal, considerando que existem "sinais" positivos da economia que indicam que "esta é a altura certa para aproveitar oportunidades".
Num discurso durante um encontro empresarial luso-brasileiro em São Paulo, promovido no âmbito do Ano de Portugal no Brasil, Mesquita Nunes disse que este é o tempo para acolher investimento internacional no país.
"Começamos a ver os primeiros sinais, sinais validados no mercado, de que esta é a altura certa para aproveitar oportunidades", afirmou o governante, destacando que o número de empresas a abrir em Portugal, nos primeiros quatro meses de 2013, está ao nível mais alto dos últimos cinco anos.
Por seu turno, Miguel Horta e Costa, comissário para o Ano de Portugal no Brasil, que termina dia 10 de junho, considerou que "todos os indicadores disponíveis superam a melhor expectativa inicial" dos promotores do evento.
"Cedo percebemos que a arquitetura do Ano de Portugal do Brasil deveria ser aberta a propostas e iniciativa da sociedade civil", disse Horta e Costa, acrescentando que foram apresentados e analisados mais de 600 projetos nos diversos quadrantes, que resultaram em mais de 300 eventos no Brasil nos últimos nove meses.
No entanto, o comissário reconheceu que a aproximação dos dois países ainda tem um longo caminho a fazer.
O objetivo do encontro de hoje foi "promover um debate sobre as oportunidades para reforçar as relações económicas e empresariais" entre dois países, que "vivem hoje realidades diametralmente distintas", afirmou Horta e Costa.
[ Cortiça também é moda ] [ Brasil está a leiloar uma exploração de petróleo ] [ Governo acredita na agricultura para aumentar exportações ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 23:38 |
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Mundo
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Quinta, 23 Maio 2013 23:36 |
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) manifestou profunda preocupação com o novo coronavírus, que matou 22 pessoas em menos de um ano, pelo seu elevado potencial de transmissão entre humanos.
“O nível de preocupação é alto devido ao potencial deste vírus para uma propagação sustentada de pessoa para pessoa”, disse o diretor-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, a diplomatas reunidos em Genebra para a Assembleia Mundial de Saúde.
Entre os 44 casos confirmados laboratorialmente ficou demonstrada uma capacidade limitada de transmissão do vírus, mas, segundo Fukuda, a OMS está a avaliar se o coronavírus “tem o potencial para uma propagação mais vasta, uma transmissão mais vasta”.
Dada a elevada taxa de mortalidade – 22 mortes em 44 casos -, os especialistas destacaram o poder do vírus e a possibilidade de sofrer uma mutação que lhe permita passar facilmente de pessoa para pessoa.
“Estamos perante uma situação urgente e complexa que muda constantemente. Há ainda muitíssimas dúvidas muito importantes por responder”, disse Fukuda.
As declarações de Fukuda foram feitas um dia depois de a Arábia Saudita ter anunciado mais uma morte provocada pelo vírus. Com um total de 17 casos mortais, a Arábia Saudita é o país mais atingido pelo novo coronavirus desde que foi detetado em junho passado.
Até ao momento, foram confirmados laboratorialmente 44 casos de infeção pelo coronavírus, metade dos quais fatais. Trinta dos casos registaram-se na Arábia Saudita e os restantes na Jordânia, Qatar, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Alemanha, Reino Unido e França.
A maioria dos casos na Europa e na Tunísia foram em pessoas que tinham viajado recentemente para o Médio Oriente ou se relacionavam com alguém que o tivesse feito.
A OMS anunciou que o vírus, até agora designado novo coronavírus, passa a designar-se Coronavírus da Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS-CoV, Middle East Respiratory Syndrome Coronavirus).
O novo vírus pertence a uma vasta família de vírus que inclui o vírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), que em 2003 matou cerca de 800 pessoas sobretudo na Ásia.
Como o SARS, o novo vírus causa uma infeção nos pulmões que provoca febre, tosse e dificuldade em respirar, mas difere daquele por provocar rapidamente falência renal.
[ Amnistia denuncia: Brasil faz despejos forçados ] [ Papa ataca capitalismo selvagem ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 23:36 |
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Publireportagens
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Quinta, 23 Maio 2013 23:16 |
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Neves Barros é uma minhota que vive no Grão-Ducado desde 1970. Amiga da natureza, decidiu há cerca de três anos apostar na sua própria empresa e, se possível, criar o seu próprio design. Depois de várias pesquisas sobre cortiça decidiu visitar fábricas em Portugal e saber o que era possível fazer com este material nobre 100% natural. Neves Barros ficou bastante impressionada com o que viu , encontrou verdadeiras obras de arte feitas de cortiça, peças únicas por causa da matéria-prima não ser toda igual, só padrões exclusivos: daí o seu grande valor, desde o mais pequeno anel até às peças de vestuário. Decidiu com o que viu começar a comercializar no Luxemburgo todo um conceito em cortiça. Como a aceitação foi positiva, achou por bem ter o seu próprio local para expor os produtos e também vender ao público. Desde o inicio desta sua atividade, a empresária conseguiu entrar em grandes instituições e espaços comerciais para colocar os seus produtos à venda, indo com muita frequência aos locais onde estão os seus produtos para esclarecer qualquer dúvida que possa surgir a um possível comprador e, claro está, aconselhar o que melhor fica a cada pessoa. A sua maior surpresa é que a população luxemburguesa está entre os seus principais compradores, não excluindo os portugueses que conhecem bem os produtos em cortiça. E preços? Os preços são variáveis depende das peças e do seu tamanho, equiparando-se a peças em couro, explica Neves Barros. Recorde-se que o sobreiro é uma árvore com uma duração de vida de cerca de 200 anos, e a sua casca é extraída, em média, de 9 em 9 anos. Só em Portugal existe cerca de 189 mil hectares de zonas florestais de sobreiros. Antigamente esta matéria-prima servia só para rolhas de vinho ou champanhe, mas com evolução dos tempos começaram a surgir outras ideias para utilização deste produto desde isolação a revestimento de paredes ou soalhos. Numa visita a Stadtbredimus, mais propriamente na Galerie Retrouvailles Concept, no n° 6 rue Pierre Risch, fica-se impressionado com o que é possível fazer com a cortiça: desde o útil chapéu de chuva até aos sapatos, casacos, malas, bonés, chapéus, marroquinaria, bijuteria, até cartões de visita. Enfim, um verdadeiro universo em cortiça, mas o que mais chama a atenção é não encontrarmos nunca peças iguais . Desde que esta nossa conterrânea iniciou esta atividade tem sido solicitada para participar em diversos certames, não só no Luxemburgo, mas também em França, Bélgica, Suíça, Alemanha, etc. Para mais informações sobre os produtos em cortiça consulte o site www.design.textinova.eu ou visitando a sua página Facebook Textinova S.à.r.l Cork Fashion.
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Actualizado em Sexta, 24 Maio 2013 00:37 |
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Europa
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Quinta, 23 Maio 2013 22:59 |
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Mais duas pessoas, um homem e uma mulher, foram detidas quinta-feira por cumplicidade na morte de um soldado britânico esfaqueado na quarta-feira numa rua de Londres, anunciou a polícia.
Um homem e uma mulher, ambos de 29 anos, foram detidos "por cumplicidade no assassínio" e estão a ser interrogados em instalações da polícia, em Londres, segundo um comunicado da Scotland Yard.
Os dois suspeitos da autoria do ataque ao militar tinham sido detidos no local do crime na quarta-feira.
A vítima foi identificada como Lee Rigby, um soldado de 25 anos, que combateu no Afeganistão.
A polícia britânica anunciou ainda que após este ataque vai colocar nas ruas de Londres 1.200 polícias suplementares.
[ O crime que está a chocar a Inglaterra ] [ Ex-emigrante na Suíça burlado em 120 mil euros ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 22:59 |
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Mundo
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Quinta, 23 Maio 2013 22:55 |
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O Brasil vai lançar um leilão para atribuir concessões sobre um campo de petróleo offshore [marítimo] que se acredita ter até 12 mil milhões de barris de petróleo, anunciou a Agência Nacional do Petróleo (ANP) brasileira.
O processo de licitação será aberto no final de outubro, avançou Magda Chambriard, diretora da ANP.
A responsável disse que, de acordo com novas estimativas, o campo de petróleo designado por Libra tem entre oito mil milhões e 12 mil milhões de barris de petróleo, sendo o maior que já foi descoberto no Brasil.
O campo de petróleo Libra abrange uma área de 1.500 quilómetros quadrados e situa-se em águas ultra profundas, sob uma espessa camada de sal em pleno oceano Atlântico, a 183 quilómetros do litoral do Estado do Rio de Janeiro.
Inicialmente prevista para novembro, a antecipação em um mês da abertura do leilão foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética, numa resolução hoje aprovada.
Caso se confirmem as perspetivas atuais, a exploração deste campo pode tornar o Brasil num dos maiores países exportadores de petróleo do mundo.
De acordo com a lei brasileira, a petrolífera estatal Petrobras operará em todas as licenças que venham a ser concedidas para exploração do ouro negro, ficando, no mínimo, com uma participação de 30% nos consórcios que venham a ganhar as concessões.
Na semana passada foram concedidas licenças a 30 empresas (18 estrangeiras, entre as quais a portuguesa Galp Energia) para explorar 142 blocos petrolíferos no Brasil, permitindo um encaixe superior a mil milhões de euros à ANP.
[ Combate ao branqueamento e evasão fiscal a nível europeu? ] [ Indonésia é um mar de oportunidades para empresas portuguesas ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 22:55 |
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Portugal
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Quinta, 23 Maio 2013 22:50 |
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O défice orçamental das administrações públicas atingiu os 2.548 milhões de euros até abril, um aumento de 1.148 milhões de euros só em abril e mais 600 milhões que o verificado nos primeiros quatro meses de 2012.
De acordo com a síntese de execução orçamental divulgada pela Direção-Geral do Orçamento, o valor do défice que conta para os critérios estabelecidos pela ‘troika’ (Fundo Monetário Internacional, Comissão Europeia e Banco Central Europeu) ter-se-á situado em 2.407 milhões de euros até ao final de abril, um valor que, segundo disse hoje o ministro das Finanças, estará 300 milhões abaixo do previsto.
Comparando com o valor apurado segundos os mesmos critérios (os da ‘troika’) para o final de março, o défice deu um salto superior a mil milhões de euros em apenas um mês.
O próximo limite trimestral a cumprir é o de fim de junho (segundo trimestre), com o défice a não poder exceder os 4.500 milhões de euros. Estes limites já estão revistos e alinhados com a meta do défice menos rígida acordada com a ‘troika’ para a totalidade do ano, que passou de 5% para 5,5% do PIB.
Em abril foi conhecida a decisão do Tribunal Constitucional relativa a quatro normas do Orçamento, cuja inconstitucionalidade obrigou o Governo a apertar o cinto aos serviços e a encontrar medidas para tapar um desvio de 1.326 milhões de euros nas contas do próprio Ministério das Finanças.
A evolução registada em abril é explicada pelo Ministério liderado por Vítor Gaspar com o aumento de despesa que resulta da reposição do pagamento do décimo terceiro mês, que teve impacto nas pensões e abonos da Caixa Geral de Aposentação e da Segurança Social, tal como as despesas com pessoal, e ainda o aumento dos gastos com subsídio de desemprego e apoio ao emprego.
O agravamento do défice acontece apesar de os impostos diretos terem aumentado 17,9% nos primeiros quatro meses de 2013 face a igual período do ano passado, num ano em que entrou em prática o “enorme” aumento de impostos, como lhe chamou o ministro das Finanças, que têm um impacto especial no IRS.
A totalidade das receitas fiscais cresceu 3,9% no acumulado dos quatro primeiros meses de 2013 face ao mesmo período do ano passado.
[ Governo acredita na agricultura para aumentar exportações ] [ Combate ao branqueamento e evasão fiscal a nível europeu? ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 22:50 |
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Portugal
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Quinta, 23 Maio 2013 22:48 |
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A ministra da Agricultura, Assunção Cristas, mostrou-se convicta de que a indústria agroalimentar vai conseguir chegar aos mil milhões de euros de exportações, meta não alcançada em 2012 por "fatores externos".
"Se foram 920 milhões de euros ou mil milhões de euros, o que me interessa é que o objetivo só não foi alcançado por fatores externos e estou convicta de que essa barreira será ultrapassada este ano com o esforço de todos", afirmou Assunção Cristas.
A ministra do Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território falava durante o encerramento do I Congresso Internacional de Frutas, Legumes e Flores, onde lembrou a importância de mostrar internacionalmente a qualidade dos produtos portugueses.
"Somos um país produtor de bons produtos, de produtos de qualidade e o Governo está empenhado em mostrar os nossos produtos internacionalmente", disse.
Assunção Cristas sublinhou, contudo, que o mercado do setor agroalimentar "tem de crescer".
"O caminho vai-se fazendo, mas queremos crescer em produção, eliminar o nosso défice agroalimentar e precisamos de trabalhar no nosso mercado interno", sustentou.
O presidente da empresa promotora do setor Portugal Fresh, Manuel Évora, que presidiu também ao encerramento do congresso por si organizado, lembrou a ministra que os agricultores "esperam sempre mais".
"Reconhecemos o seu esforço e do Ministério, mas já sabe senhora inistra, os agricultores esperam sempre mais", afirmou.
Sobre a meta dos mil milhões de euros de exportação que não foi atingida no setor, Manuel Évora frisou que os últimos quatro meses de 2012 foram "um calvário".
No entanto, lembrou que nos últimos dois anos o setor tem conseguido aumentar a sua exportação em 20%, um número de "orgulho".
Manuel Évora sublinhou ainda o facto de a indústria agroalimentar representar 36% do emprego do setor agrícola.
"Temos muita mão-de-obra e muito diferenciada. Neste setor existe um elevado profissionalismo dos nossos produtores", concluiu.
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 22:48 |
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Comunidades
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Quinta, 23 Maio 2013 22:39 |
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O deputado eleito pelo círculo da Europa nas listas do PSD, carlos Gonçalves, tem um fim-de-semana cheio de contactos com as comunidades portuguesas em França.
Veja aqui o programna completo de sexta a domingo:
24 de maio
- Participa na Sessão de Abertura do 2º Salão do Imobiliário e do Turismo Português em França.
Iniciativa promovida pela Câmara de Comércio e Indústria Franco Portuguesa de Paris
Parque de Exposições de Paris – Porte de Versailles
25 de maio
- Participa no 40º Aniversário da Associação dos Portugueses de Macon
- Encontro com a Comunidade Portuguesa de Macon
- Encontro com as autoridades locais de Macon – Presidente de Câmara e Deputados da Assembleia Nacional Francesa
- Visita a outras associações de portugueses da área Consular de Lyon
26 de maio
- Participa nas iniciativas promovidas pela Associação e Comunidade Católica Portuguesa de Montluel .
- Assiste às cerimónias em honra de Nª Sraª de Fátima
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 22:39 |
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Desporto
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Quinta, 23 Maio 2013 22:26 |
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O treinador Costinha despediu-se do Beira-Mar deixando elogios à formação aveirense, terminado que está o vínculo contratual que o ligava ao clube, recentemente despromovido à II Liga de futebol.
Em declarações ao sítio oficial da formação "aurinegra", o treinador sublinhou que foi "um orgulho muito grande ter representado o Beira-Mar", mas destacou que "não foi perfeito por não ter atingido objetivo" da manutenção.
Costinha, que se estreou no comando técnico de uma equipa, ressalvou que a passagem por Aveiro foi "um risco assumido", mas que este período foi também responsável por "despertar a paixão por ser treinador".
O técnico deixou palavras de elogio aos atletas, pois, "apesar de a classificação não ter sido a pretendida, nem aquela que reflete a sua qualidade, foram inexcedíveis durante estes três meses de trabalho juntos".
"Têm talento e mostraram esse talento na maior parte dos jogos, mas noutros, como é público, houve uma terceira equipa que acabou por nos prejudicar", disse o treinador, dando como exemplo o jogo com o Paços de Ferreira: "Foi marcante, mas os jogadores nunca se abateram e lutaram até ao fim".
Costinha afirmou-se "orgulhoso" por ter comandado o grupo: "Como lhes disse, vou recordá-los para sempre, pois este foi o meu primeiro grupo e foi um grupo que me marcou pela positiva, pela honestidade, frontalidade e humildade".
O treinador aproveitou também para fazer alguns esclarecimentos, frisando que nunca disse que teve de lidar com salários em atraso e assegurando que ainda não tem o futuro profissional definido.
"Em nenhum momento disse que só era treinador de I Liga nem nunca isso me passaria pela cabeça e se não aparecer nenhum projeto, irei aproveitar para continuar a aprender e a aperfeiçoar-me enquanto treinador", concluiu.
[ Final da Taça de Portugal com cerimónia de abertura ] [ Fola é campeão do Luxemburgo ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 22:26 |
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Luxemburgo
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Quinta, 23 Maio 2013 18:29 |
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Cerca de noventa portugueses que vivem no Foyer de Mühlenbach, a maior residência social no Luxemburgo para estrangeiros com baixos rendimentos, podem vir a ser despejados pelo Governo luxemburguês.
O Gabinete Luxemburguês de Acolhimento e Integração (OLAI, na sigla em francês) enviou esta semana cartas a 18 portugueses e dois franceses residentes naquele “Foyer des Travailleurs” (“Casa de Trabalhadores”), convocando-os para “uma entrevista prévia à rescisão do contrato de alojamento concluído de forma oral”, mas vai notificar “todos os que residem no ‘Foyer’ há mais de três anos”, disse fonte do OLAI.
“Vamos ver todos os que residem no Foyer há mais de três anos, para verificar a situação profissional e os rendimentos de cada um”, explicou à agência Lusa Octávia Alves, assistente social no OLAI.
“Vamos ter em conta a situação individual de cada um. O Foyer não vai fechar, mas pretende-se que no futuro mais pessoas possam beneficiar destas estruturas quando chegam ao Luxemburgo”, explicou a assistente social.
Na residência social, que acolhe actualmente cerca de 90 trabalhadores, a maioria portugueses a trabalhar no sector da construção, há quem viva ali há mais de vinte anos.
"Eu entrei aqui em 1988 e nunca conheci outra casa”, conta António da Costa, de 52 anos, que garante que nunca foi informado de qualquer limite de residência, e que agora não sabe como fazer para encontrar alojamento a preços económicos.
“Para alugar um apartamento é preciso pagar três meses de caução. Um estúdio custa no mínimo 700 euros. São mais de dois mil euros de entrada, e eu não os tenho”, explica o imigrante português, que tem um filho e a mulher em Portugal e garante que no fim do mês, depois de pagar as contas, “sobra muito pouco”.
Entre os trabalhadores notificados pelo OLAI há também quem tenha chegado há cerca de um ano e esteja em situação precária, como António Fernandes, que está desempregado.
“Em Abril recebi 439 euros de subsídio de desemprego”, contou à Lusa o imigrante português de 50 anos, mostrando os recibos de pagamento. “Pago 200 euros aqui por um quarto duplo, o que é que sobra?”, diz António Fernandes, que não percebe o motivo por que recebeu a carta do OLAI, quando vive há menos de três anos na residência.
Questionada sobre este caso, Octávia Alves confirmou à Lusa que o OLAI notificou “alguns moradores que não ultrapassam o prazo de três anos”, mas que ”têm uma idade avançada e podem já nem estar a trabalhar”.
"Vamos ter em conta a situação individual de cada um", garantiu.
A Associação de Apoio aos Trabalhadores Imigrantes (ASTI, na sigla em francês) vai acompanhar os portugueses às entrevistas com o OLAI, marcadas para hoje e amanhã.
"Vamos acompanhá-los, porque muitos deles não falam francês, muito menos luxemburguês", disse à Lusa Sérgio Ferreira, porta-voz da ASTI.
Construído nos anos 70 para acolher a primeira vaga de imigração portuguesa, o Foyer de Muehlenbach é a maior das três residências para trabalhadores estrangeiros com dificuldades económicas no Luxemburgo.
Cada trabalhador paga 200 euros em quarto duplo, partilhando a cozinha e a casa-de-banho com 12 pessoas.
Esta é a segunda vez que o Governo luxemburguês despeja portugueses a viver em habitação social, depois do despejo de 14 portugueses do “Foyer de Bonnevoie”, que a Lusa noticiou em Outubro de 2012.
Na altura, a ministra da Família e da Integração, que tutela o OLAI, disse que o Ministério se limitava a cumprir a lei, em vigor desde 2008, que determina que estas estruturas de alojamento são "provisórias", e anunciou que a lei era para aplicar aos restantes “Foyers”.
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 18:29 |
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Desporto
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Quinta, 23 Maio 2013 18:05 |
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A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) revelou hoje que a final da Taça de Portugal deste ano, entre Benfica e Vitória de Guimarães, será antecedida, pela primeira vez, por uma cerimónia de abertura.
Numa conferência de imprensa conjunta com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e a RTP, relativa à organização da final de domingo, o vice-presidente da FPF, Hermínio Loureiro, foi o porta-voz da revelação, ainda que não adiantando pormenores sobre a cerimónia.
"Pela primeira vez, a final da Taça vai ter uma cerimónia de abertura, que vai surpreender quem for ao estádio, mas também quem assistir em casa. Vão ser celebrados os valores da Taça de Portugal. Os ‘tomba gigantes’ vão ser lembrados. Será surpreendente", afirmou o dirigente federativo.
Dessa forma, Hermínio Loureiro voltou a lançar o repto para que as pessoas cheguem mais cedo ao Estádio Nacional, Oeiras, porque "vão ter outros meios de comodidade e vale a pena assistir à cerimónia de abertura".
Por outro lado, segundo o diretor-adjunto de Informação da RTP, Miguel Barroso, a final da Taça de Portugal terá uma cobertura televisiva ao nível das maiores competições internacionais, com o intuito de oferecer "algo de memorável" aos espetadores.
"Vamos ter uma cobertura dos momentos que antecedem o jogo que só é adotada em competições da FIFA, nomeadamente no Campeonato do Mundo de futebol. A RTP está muito empenhada neste evento, consciente de que os portugueses têm hoje cada vez menos acesso ao futebol gratuito na televisão. Vamos investir para que seja algo de memorável para as pessoas", referiu.
No entanto, a cobertura da decisão da prova "rainha" do futebol nacional começará no sábado, com programas em direto das imediações do Jamor, enquanto no próprio dia do jogo a emissão iniciar-se-á às 11:00 e só terminará às 20:00.
Quanto aos números do investimento, Miguel Barroso garante que "o custo da transmissão da final será exatamente idêntico ao do ano passado".
"Foi uma condição, que será cumprida. Há um maior investimento, mas também alguma criatividade e engenharia, para que os custos sejam contidos e idênticos aos do ano passado", afirmou.
Já o vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Fernando Pais Afonso, realçou "o momento de forte celebração nacional" que é a final da Taça, razão pela qual a Santa Casa se associou, desde o início, a esta competição.
Fernando Pais Afonso revelou ainda que, no final do jogo, será entregue um troféu "fair-play" ao jogador que se distinguir "pela lealdade" e outro para o "homem do jogo", entregue ao melhor jogador em campo.
A 73.ª final da Taça de Portugal, que opõe o Benfica ao Vitória de Guimarães, realiza-se no domingo, a partir das 18:15 (CET), no Estádio Nacional, e será arbitrada pelo portuense Jorge Sousa.
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 18:05 |
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Europa
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Quinta, 23 Maio 2013 18:02 |
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A criação de um Ministério Público Europeu, que funcione à escala transnacional e lute contra o branqueamento de capitais, a fraude e a evasão fiscal, é um dos objetivos apresentados no manifesto da associação de juízes europeus MEDEL.
Um dos objetivos da criação de um Ministério Público europeu é permitir que a União Europeia recupere o dinheiro que se perde todos os anos, e que se estima ser "superior ao dobro do défice de todos os países da União Europeia”, segundo o representante do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), na associação Magistrados Europeus pela Democracia e as Liberdades (MEDEL), José Pedro Baranita.
Essa verba, cujo montante não foi especificado, diz respeito ao dinheiro que cada Estado europeu perde todos os anos, devido a crimes de branqueamento de capitais e evasão fiscal.
O procurador José Pedro Baranita, que é também presidente da distrital Norte do SMMP, falava numa conferência de imprensa, realizada hoje em Lisboa, na qual foi apresentado o manifesto da MEDEL, para o Dia Europeu da Justiça.
A data é assinalada pela MEDEL, com uma jornada de alerta pela independência da justiça, nos diferentes Estados-membros da União Europeia.
A independência da justiça face ao poder político é outro dos princípios basilares do manifesto apresentado hoje.
A sessão contou também com a participação do vice-presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), Nuno Coelho, e do magistrado Filipe César Marques, representante da ASJP na MEDEL.
[ UE prolonga programas de cofinanciamento para Portugal ] [ Junta-te ao BOMDIA no Facebook ]
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Actualizado em Quinta, 23 Maio 2013 18:02 |
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